Tribunal
do Santo Ofício da RIAPA |
Segunda
Secção

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Pasta |
Processo |
40 |
O
Gang do Senhor Silva |
41 |
O
obscuro Islão e o "monte de sarilhos do Policarpo
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42 |
Taricas,
o "Cavalo de Tróia" islâmico |
43 |
A
Carta Rogatória |
44 |
Corrupção |
45 |
Os
Chulos da Nação |
46 |
As
aldrabices do mano Pedroso
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47 |
O
Processo da Lurdes ou como se chega a Catedrática com o
5º Ano do Liceu |
48 |
Valentim
e a Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique |
49 |
O
Mistério do Veado Alemão |
50 |
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51 |
A
Nova Educação do Zézito
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52 |
EMA |
53 |
Anibal
ou a tranquibérnia do presidente ! |
54 |
Casas
da Linha
- No rasto dos Fantasmas |
55 |
O Desertor Gay |
56 |
Mesa Triangular - Entrevista Fatal |
57 |
Proveta - A Palavra a um Jurista - Escutas ao Zézinho |
58 |
A estranha pensão de guerra do Vasco |
59 |
Os chulos da CGD |
60 |
Ricardo Rodrigues - O "Pena Branca" |
61 |
O horror em Angola durante a presença portuguesa em 1975
A Carta Secreta para a Matança
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62 |
Primeira República - A “Plutocracia” |
63 |
Razões para se ser Paçoarcoense & “Mavi Marmara” o Barco Terrorista
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64 |
O tacho da mamã do Anacleto, a Noémia Louçã! |
65 |
Clavícula? Qual clavícula? Toda a verdade sobre a saída de Nani! |
66 |
Um facínora chamado Che Guevara |
67 |
Chinês na Brasa |
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Pasta 40
O Gang do Senhor Silva

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Parte
I
O senhor
Silva foi accionista da Sociedade Lusa de Negócios
(SLN), onde o senhor Loureiro ocupou
o cargo de administrador executivo. Mas depressa vendeu as suas
acções e as que a filha também tinha, em
2003. O que é que ele viu que não gostou, mas
não denunciou? Em Março de 2005 o amigo Dias declarou
458 mil euros de rendimentos como ilustre deputado. Mas em Abril
de 2002 declarara no Tribunal Constitucional 9,5 milhões
de euros. Fez também um belo negócio com o Oliveira
em Porto Rico, comprando as falidas empresas "Biometrics
Imagineering Inc." e "Novatech", e não
disse nada ao fisco. O Nogueira safou-se, mas não nos
podemos esquecer que era um advogado sem cheta quando o Silva
o contratou, foi o responsável pela privatização
do BPA e quando saiu do gang tinha um grande tacho no novo banco.
Pelo caminho o Silva emprestou-lhe, sem juros, três mil
contos, para ele poder fazer uma moradia na zona mais cara da
Costa do Estoril, pagando ao fisco o equivalente a uma barraca
na Brandoa. Quanto aos outros já todos os conhecem pelos
problemas do passado.
Parte
II
Os
administradores da SLN tiveram posições de destaque
nos governos do senhor Silva. Na lista de donativos da campanha
para presidente, o senhor Silva
recebeu massas de banqueiros e dos empresários mais importantes
do país.
A CUBA
Nas
buscas que efectuaram às casas do homem de confiança
do senhor Silva, o Oliveira
e Costa, os investigadores encontraram escondida numa cuba de
vinho documentação desaparecida em 2005, durante
a Operação Furacão. Foram também
encontrados milhares de documentos numa cave de uma casa do
Parque das Nações, em Lisboa.
As
leis feitas pelo Gang para o Gang
Em março
deste ano o Oliveira pediu a separação de bens
da mulher, que ficou com a maior parte do dinheiro e os imóveis
do casal (6 milhões).
Dias
Loureiro & António Marta
O Dias
chegou a ser deputado e administrador do BPN
Enquanto
secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, no Ministério
das Finanças liderado por Miguel Cadilhe,
que o sucedeu, este ano, na presidência da SLN,
Oliveira e Costa foi acusado de
favorecimento de empresas. Em 1990, o então secretário
de Estado é confrontado com um despacho assinado por
si a aceitar o perdão de juros e multas à Cerâmica
Campos que tinha uma dívida fiscal no valor de
429 744 contos (2,1 milhões de euros) e acabou por pagar
somente 182 mil contos (910 mil euros). O caso foi investigado,
no ano seguinte, por uma Comissão Parlamentar presidida
por Rui Machete, actual presidente
do Conselho Superior da SLN, e acabou por ilibar Oliveira e
Costa. A Caves Aliança foi
outra empresa a quem foram perdoados cerca de 70 mil contos
(350 mil euros).
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Pasta 41
O obscuro Islão e o "monte de sarilhos do Policarpo

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Cena 1
O irmão mais novo da paquistanesa Mukhtar Mai foi acusado de ter namorado uma rapariga dum clã superior. O tribunal da aldeia reuniu-se e decidiu a pena: Mai iria ser violada pelos homens do clã superior. E foi!
Cena 2
A franco-marroquina Touria Tioulin foi violada por três rapazes no Dubai. Foi presa e condenada sendo acusada de ter tido "relações sexuais fora do casamento".
Cena 3
Alexandra, licenciada em História, casou-se com um marroquino e converteu-se ao islão. O marido deu-lhe a primeira ordem: lavar-se com a mão esquerda e comer com a direita. Segunda ordem: deixar de sorrir para as pessoas. Terceira ordem: não olhar mais para os homens. Primeiro acto: agrediu-a na cabeça por nãpo ter gostado da sopa que ela lhe fez. Segundo acto: deu-lhe violentos pontapés quando ela não concordou que ele enviasse dinheiro dela para sustentar a família em Marrocos.
Cena 4
Maria casou-se em França com um argelino que todos os dias a deixava trancada em casa e salgemada à torneira da banheira.
Cena 5
Lucinda casou-se com um marroquino e um dia, quando estava sentada à mesa para o almoço, cruzou as pernas debaixo da mesa e bateu sem querer com o pé na perna dum dos nove cunhados. O marido apercebeu-se da cena, puxou a mulher pelos cabelos, atirou-a ao chão com pontapés e arrastou-a pelos cabelos até ao quarto. Fechou a porta do quarto, deu dois estalos no bebé de dois meses que tinha começado a chorar, e continuou a bater na Lucinda.
Cena 6
A Constituição iraniana define que a vida de uma mulher vale metade da vida de um homem. No Paquistão uma mulher que tenha sido violada, tem de arranjar quatro testemunhas para o provar, ou considera-se que cometeu adultério.
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Pasta 42

Taricas, o "Cavalo de Tróia" islâmico
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A pouco e pouco o Islão, sem ter um centro de tomada de decisões, vai invadindo o mundo ocidental cristão, sem que os nossos políticos e estrategas se apercebam. Mas ao TSOR ninguém engana!
Por detrás das mesquitas, com lideranças religiosas visíveis, dos estados, do culto popular, escondem-se os ninhos onde nascem os terroristas, as Taricas. São organizações tipo ordens religiosas, que se dedicam a exercícios espirituais para além dos rituais obrigatórios. O Islão está povoado destes ninhos. Remontam ao tempo de Maomé. Um dia perguntaramºlhe o que é que ele pensava destas práticas e o artista respondeu que eram "excelentes pessoas". A partir deste momento estas organizações esotéricas ramificaram-se por todo o Islão. As taricas não se dedicam à actividade política, mas elas são a fonte da unidade espiritual e cultural do Islão. E é lá que tudo tem início. Quem chefia estes ninhos são os Sheikhs, um título honorífico que significa "pessoa mais velha", e que passa para um sucessor nomeado por ele. As taricas têm uma autoridade espiritual tremenda sobre a população (no shiismo há outras organizações independentes das taricas). É destas organizações que surgem as ideias e as tendências, que dão origem às guerras espirituais e culturais. Há organizações islâmicas que actuam no Ocidente há mais de um século, exercendo uma influência na élite intelectual, reorganizando-a em termos islâmicos. É uma acção por cima. Ahgora veio o ataque por baixo, que são os emigrantes e com eles os terroristas.
Georges Gurdjieff, um místico greco-arménio, chegou ao Ocidente no começo do século vinte e através da sua acção conseguiu destruir espiritualmente os líderes intelectuais, deixando-os desorientados em relação à sua cultura ocidental moderna, cientifista e materialista. Tinha começado a influência oriental, que deu origem ao movimento popular "Nova Era" nos anos 60. A brecha aberta por Gurdjieff meio século atrás deu os seus primeiros frutos. Os vários movimentos artísticos no modernismo, que todos pensam serem criações puramente ocidentais, mais não são do que correntes influenciadas Gurdjieff. O arquitecto mais influente dos EUA, Frank Lloyd Wright, que revolucionou a arquitectura no país, era discípulo de Gurdjiefb, obedecendo a instruções directas dele.
Idries Shah, um inglês de origem indiana prosseguiu o trabalho de destruição da elite intelectual ocidental, sem que os políticos, mais preocupados em roubarem o estado, se apercebessem do perigo do efeito destas armas na guerra cultural.
As taricas mandam os seus agentes, uns detroem e os outros reprogramam a cabeça dos intelectuais, agora em termos islâmicos. Em 1920 destacaram-se dois agentes do inimigo, René Guénon e Frithjof Schuon. O primeiro propôs a substituição da cultura europeia pelas doutrinas orientais seguidas pela sua tarica. Ninguém lhe ligou, mesmo quando fez uma conferência na Sorbonne intitulada "A Metafísica Oriental" (10 pessoas na assistência). Quarenta anos depois o pensamento de Guénon tomou o controle do Departamento de Estudos Religiosos da Universidade de Paris, continuando a proliferar.
É a este nível, da unidade espiritual da tradição islâmica, que este avassalador movimento, sem comando político, vai tomando conta do mundo ocidental. Mas tem pela frente o TSOR e o seu chefe máximo o Tenente Proveta, que lhe dá uma permanente guerra espiritual sem limites, até à vitória final da Razão e dos Bons Costumes!
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Pasta 43
Freepot - Carta Rogatória

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Carta Rogatória
Assunto: Freeport PLC, R J McKinney e outros
O Director-Geral da Serious Fraud Office [Departamento de Investigação de Fraudes
Graves] apresenta os seus cumprimentos às Autoridades Judiciárias Competentes de
Portugal e tem a honra de informa-las sobre os factos que se seguem e de lhes apresentar
este pedido de assistência judiciária relativamente a uma investigação criminal que está a
ser realizada pela Serious Fraud Office e pela Polícia da Cidade de Londres.
Nos termos da Secção 1 (3) da Criminal Justice Act 1987 [Lei sobre a Justiça Penal de
1987 (“ a Lei de 1987 ”)], O Director-Geral da Serious Fraud Office (‘' O Director-
Geral”) pode investigar crimes suspeitos em Inglaterra, no Pais de Gales e na Irlanda do
Norte que lhe pareçam, por motivos razoáveis, envolver fraude grave ou complexa. O
Director-Geral pode instaurar acções judiciais relacionadas com tais actos de fraude (
Secção 1 (5) da Lei de 1987).
Os advogados designados da Serious Fraud Office têm todos os poderes do Director-
Geral no tocante à investigação e à acusação de actos de fraude grave ou complexa, (
secção 1 (7) da Lei de 1987 ). O abaixo-assinado é um dos advogados designados desta
forma e tem poderes para emitir este pedido de assistência.
Ao abrigo do Direito Inglês, o Reino Unido pode oferecer reciprocidade a Portugal por
virtude da Crime (International Co-operacion Act ) 2003 [Lei sobre a Cooperação
Internacional de 2003] (“ Lei de 2003”), pela qual o Secretário de Estado do Ministério
do Interior pode exigir a um tribunal que este recolha provas para qualquer investigação
criminal que seja conduzida na República de Portugal.
Nos casos de fraude grave ou complexa, a assistência que pode ser oferecida ao abrigo da
Lei de 2003 é alargada à utilização pelo Director-Geral dos seus poderes ao abrigo da
secção 2 da Lei de 1987.
O Director-Geral tem agora o direito, em certas circunstâncias, de exercer os seus
poderes internos, por indicação do Secretário de Estado efectuada através da Autoridade
Central do Reino Unido para Assistência Judiciária Mútua, para obter informações a
pedido de autoridades estrangeiras. Encontram-se expostas na secção 2 (2) e (3) da Lei
sobre a Justiça Penal de 1987 as respectivas disposições, da seguinte forma:
2 (2) – O Director-Geral pode, mediante aviso escrito exigir que a pessoa cujos negócios
devem ser investigados (“ a pessoa sobre investigação”) ou qualquer outra pessoa que
ele tenha motivo para crer que tenha informações relevantes, responde a perguntas ou,
em alternativa, forneça informações em relação a qualquer assunto relacionado com a
investigação num momento indicado, ou de imediato.
2 (3) – O Director-Geral pode, mediante aviso escrito, exigir que a pessoa sob
investigação, ou qualquer outra pessoa, apresente num local que seja assim indicado
quaisquer documentos especificados que o Director-Geral considere que se relacionam
com qualquer assunto que diga respeito à investigação, ou quaisquer documentos de
uma descrição especificada, que lhe pareçam assim se relacionar.
Pessoas sob investigação
A Serious Fraud Office e a Polícia da Cidade de Londres estão a realizar uma
investigação por suspeita de crimes. A investigação relaciona-se com uma que está a ser
levada a cabo pelas Autoridades Portuguesas por alegações de suborno e corrupção
associadas com o desenvolvimento do local da Freeport em Alcochete.
Os cidadãos do Reino Unido, que se sabe estarem ligados ao caso e que estão por
conseguinte a ser presentemente investigados, vêm indicados a seguir:
1. Sean Collidge
2. Gary Russell
3. Jonathan Rawnsley
4. Rick Dattani
5. Charles Smith
6. William (Billy) McKinney Jnr
Existem motivos razoáveis para crer que as pessoas acima referidas tenham cometido
crimes de Suborno e de Corrupção em contravenção das leis de Inglaterra e do País de
Gales. Os crimes específicos que estão a ser considerados vêm expostos no Anexo “1” à
presente.
Além disso, os cidadãos abaixo indicados, que não são do Reino Unido, são considerados
como estando sob investigação no sentido de terem solicitado, recebido ou facilitado
pagamentos que sejam relevantes aos crimes indicados no Anexo”1”.
7. José Sócrates
8. José Marques
9. João Cabral
10. 10 Manuel Pedro
Resumo dos Factos e das Alegações
O destinatário da presente já se encontrará familiarizado com os factos subjacentes às
respectivas investigações em Portugal e no Reino Unido.
No entanto, resumidamente, a investigação relaciona-se com as seguintes circunstâncias:
A investigação centra-se no desenvolvimento comercial de um local onde se encontrava a
antiga fábrica designada por “Firestone” perto de Alcochete, junto à zona de protecção
ambiental limítrofe à ponte Vasco da Gama.
Em 1989, uma empresa do Reino Unido denominada R J McKinney obteve a préaprovação
do projecto; o respectivo funcionário é William (Billy) McKinney Jnr. Uma
empresa sedeada em Portugal, a Smith & Pedro, foi utilizada como a agente local para
facilitar a concessão da aprovação. Os mandantes da Smith & Pedro eram os senhores
Charles Smith e Manuel Pedro, mais o seu empregado João Cabral. As circunstâncias que
levaram à concessão da aprovação fazem parte integrante das investigações.
Esta aprovação foi em última análise concedida por José Marques, o então Vice-
Presidente do Instituto da Conservação [da Natureza]. A Polícia Judiciária portuguesa
declarou à Serious Fraud Office e à Polícia da Cidade de Londres que o facto de a
aprovação ter sido alguma vez concedida, dada a existência da zona de protecção
ambiental, levanta uma forte suspeita de corrupção no procedimento de aprovação.
Em 2000, a participação RJ McKinney foi cedida a outra empresa do Reino Unido, a
Freeport PLC. A Freeport procurou obter a Avaliação do Impacto Ambiental favorável
necessária para o desenvolvimento do local num espaço comercial e a retalho
multifunções a ser denominado “Freeport”.
Os mandantes da Freeport relacionados com o desenvolvimento do local da Firestone
eram Sean Collidge (Presidente do Conselho de Administração), Gary Russell (Director
Comercial) , Jonathan Rawnsley (Director de Empreendimentos), Rick Dattani
(assistente), sedeado em Portugal, do Jonathan Rawnsley).
A Freeport contratou os serviços da Smith & Pedro para auxiliar na obtenção das licenças
e aprovações locais, incluindo a Avaliação de Impacto Ambiental.
O primeiro e o segundo requerimento para apreciação em matéria de Avaliação de
Impacto Ambiental foram reprovados pelo Ministério do Ambiente de Portugal no
decurso do ano 2000. Charles Smith alega durante uma inquirição pela Polícia da Cidade
de Londres que a Smith & Pedro foi abordada entre estas duas apresentações de
requerimento relativamente ao pagamento de um suborno considerável para assegurar a
aprovação.
No dia 17 de Janeiro de 2002, os representantes da Smith & Pedro e da Freeport reuniram
com entidades portuguesas, incluindo o então Ministro do Ambiente, José Sócrates, para
discutir uma terceira apresentação para apreciação em matéria de Avaliação de Impacto
Ambiental. Os participantes nesta reunião foram Sean Collidge, Gary Russell, Charles
Smith, Manuel Pedro, José Sócrates e outros funcionários municipais e públicos
portugueses.
Foram discutidas nesta reunião as dificuldades relacionadas com a Avaliação de Impacto
Ambiental apresentada.
Foi alegado que neste mesmo dia, o Ministro do Ambiente, José Sócrates, reuniu
posteriormente com Sean Collidge, Gary Russell, Charles Smith e Manuel Pedro. Nesta
reunião distinta, José Sócrates efectuou alegadamente um pedido que seria equivalente a
um suborno para assegurar que a Avaliação de Impacto Ambiental apresentada fosse
favorável. Alega-se que foi chegado a um acordo no sentido de que a Freeport efectuaria,
por intermédio da Smith & Pedro, pagamentos a terceiros, relacionados com José
Sócrates.
Estas alegações resultam colectivamente da Carta Rogatória da Procuradoria Geral da
República do Montijo, de 12 de Agosto de 2005, apoiada por uma lista de emails
extraídos de computadores apreendidos aos escritórios da Smith & Pedro pela Polícia
Judiciária portuguesa. Esta lista foi posteriormente fornecida pela Polícia Judiciária à
Polícia da Cidade de Londres.
Em acréscimo, as alegações são declaradas por Charles Smith numa reunião realizada
com Alan Perkins (um ex-funcionário da Freeport) e com João Cabral no escritório da
Freeport em Portugal, no dia 3 de Março de 2006. Alan Perkins gravou um vídeo da
reunião sem o conhecimento de Charles Smith. Esse vídeo encontra-se em anexo a um
depoimento colhido pela Polícia da Cidade de Londres, que foi divulgado às autoridades
portuguesas por meio da Assistência Judiciária Mútua.
Há que referir que Charles Smith negou posteriormente as alegações específicas de
corrupção numa inquirição sob aviso efectuada no dia 17 de Julho de 2007 pela Polícia
da Cidade de Londres.
Nas semanas que se seguiram ao dia 17 de Janeiro de 2002, o Ministério do Ambiente
aprovou uma lei a alterar os limites da reserva natural que impactava sobre o local da
Freeport, e o Ministro do Ambiente apresentou um relatório favorável em relação à
Avaliação de Impacto Ambiental.
A Terceira Avaliação de Impacto Ambiental foi aprovada em 17 de Março de 2002, dia
das Eleições Nacionais que resultaram em que esse mesmo Ministro perdesse o seu lugar.
Posteriormente, a Freeport efectuou 3 ou 4 pagamentos em parcelas de GBP 50.000 à
Smith & Pedro. Charles Smith, no vídeo de 3 de Março de 2006, alega que se trata de
pagamentos de subornos, com o intuito de satisfazer o acordo de 17 de Janeiro de 2002, a
partir dos quais efectuou uma série de pagamentos em numerário a um primo de José
Sócrates.
A Serious Fraud Office e a Polícia da Cidade de Londres foram informadas pela Polícia
Judiciária numa reunião realizada no dia 9 de Julho de 2008 de que tinham sido obtidas
provas de uma série de saques em numerário que se julga estarem relacionados com esta
alegação.
Além disso, foram efectuadas alegações menos específicas de que foram pagos montantes
mais importantes (até GBP 5 milhões) a uma empresa de advogados em Portugal ligada
a José Sócrates, como pagamentos de subornos a partir de fontes do Reino Unido. A
Serious Fraud Office e a Polícia da Cidade de Londres foram informadas destas
alegações na nossa reunião de 9 de Julho de 2008.
A Polícia da Cidade de Londres e a Serious Fraud Office já prestaram informação e
material às Autoridades Portuguesas por meio de Assistência Judiciária Mútua no
seguimento de uma Carta Rogatória, datada de 12 de Agosto de 2005, da Procuradoria
Geral da República do Montijo.
Em resumo, o material fornecido é o seguinte:
i) Material bancário relacionado com as contas da Freeport junto do Barclays.
ii) Material bancário relacionado com a conta de Francesca Smith junto do
HSBC.
iii) Depoimento de Alan Perkins e documentos de apoio associados.
iv) Transcrições de inquirições sob aviso de Jonathan Rawnsley e Charles Smith.
O autor da presente pode fornecer pormenores adicionais relativos à investigação do
Reino Unido, ao material fornecido e às alegações associadas.
Assistência Solicitada
1. Índicie dos Inquiridos
Queira por favor fornecer um índice ou uma lista de todos os indivíduos que foram
inquiridos relativamente à investigação da Freeport PLC e R J McKinney e outros .
Queira por favor confirmar junto de cada um dos indivíduos se uma transcrição ou outro
registo de inquirição se encontra disponível.
2. Buscas
Queira por favor confirmar as moradas nas quais foram efectuadas buscas ou a quem
(com excepção dos bancos) foram formalmente entregues mandados judiciais obrigando
a apresentação de material relacionado com a investigação da Freeport PLC e R J
Mckinney e outros.
Queira por favor confirmar as datas das buscas ou da entrega formal dos mandados de
apresentação.
3. Índice do Material
Queira por favor fornecer um índice ou uma lista de material, de computadores e de
outro material digital (material que não seja dos bancos) acumulado como resultado das
buscas, dos mandados de apresentação ou de outro modo relacionados com a
investigação da Freeport PLC e R J McKinney e outros.
4. Índice de Material Bancário
Queira por favor fornecer um índice ou uma lista de material bancário acumulado
relativamente à investigação da Freeport PLC e R J McKinney e outros.
5. Material de Vigilância
Queira por favor fornecer uma lista das intercepções telefónicas ou outra vigilância
intrusiva realizada relativamente à investigação da Freeport PLC e R J McKinney e
outros.
6. Provas Principais
Queira por favor fornecer uma colecção dos documentos de prova centrais identificados
a esta data que seriam utilizados para, ou em preparação das inquirições a serem
realizadas pela Polícia da Cidade de Londres e pela Serious Fraud Office no Reino Unido
no tocante à investigação da Freeport PLC e R J McKinney e outros.
Solicita-se que esta colecção inclua especialmente comunicações físicas, electrónicas ou
interceptadas que possam fornecer provas de pagamentos de subornos ou acordos para
efectuar os pagamentos de subornos que são objecto da investigação
7. Acesso a Material e às Testemunhas
No seguimento do Pedido (6), de modo a facilitar a investigação em curso no futuro,
queira por favor dar autorização para que os representantes da Polícia da Cidade de
Londres e da Serious Fraud Office tenham futuramente acesso à colecção completa dos
depoimentos de testemunha e do material objecto dos pedidos supra, devendo ser
acordado numa data futura.
O âmbito do acesso que será solicitado pode ser esclarecido após a Serious Fraud Office
e a Polícia da Cidade de Londres terem analisado os índices e o material solicitados nos
Pedidos de (1) a (6) supra.
8. Assistência do Reino Unido pendente
Queira por favor fornecer dados dos Bancos, das contas bancárias e dos códigos de
agência das contas bancárias de R J McKinney no Reino Unido que seriam solicitados
por Portugal por meio da Assistência Judiciária Mútua.
9. Material Bancário e de Planeamento pendente
Queira por favor prestar esclarecimentos actualizados sobre qual o material bancário,
para além daquele proveniente do Reino Unido, que é identificado como necessário para
completar qualquer cadeia de provas relativamente a quaisquer transacções que possam
indiciar corrupção.
Queira prestar esclarecimentos actualizados sobre qual o material de planeamento que é
identificado como necessário para completar qualquer cadeia de provas relativamente a
quaisquer procedimentos que possam ser corruptos.
10. Material Detido pela Decherts
Encontra-se junto no Anexo “2” um índice de material detido pela Decherts
Solicitors [ empresa de advogados] no Reino Unido. Além disso, a Decherts Solicitors
detém imagens digitais do servidor da Freeport PLC.
A Serious Fraud Office procurará obter a entrega deste material de forma voluntária ou
por mandado judicial de apresentação.
Queira identificar os artigos constando do índice de materiais dos quais Portugal
procuraria obter a entrega ou o acesso por meio de Assistência Judiciária Mútua.
Queira indicar uma lista de termos de busca que Portugal mandaria aplicar ao material
digital através de Assistência Judiciária Mútua, ou se é solicitada uma cópia completa da
imagem.
11. Meios de comunicação social
Encontra-se no Anexo “3” um email datado de 21 de Novembro de 2008, do
senhor Rui Araújo.
A política da Polícia da Cidade de Londres e da Serious Fraud Office
relativamente aos meios da comunicação social é actualmente a de não efectuar
comentários, ou de declarar que ‘ não nos é possível comentar” no tocante a
quaisquer pedidos de informação recebidos.
Agradecia que esclarecesse quais as medidas, se as houver, que estão a ser
tomadas relativamente à divulgação não autorizada de informação.
Agradecia que esclarecesse qual a política actual dos departamentos do Ministério
Público e da Polícia em Portugal em matéria dos meios de comunicação social
relativamente a este caso.
Contactos junto da Serious Fraud Office
Caso as autoridades judiciárias de Portugal necessitem de dados ou informações
adicionais relativamente aos pedidos acima efectuados, o autor da presente terá
todo o prazer em fornecê-los.
Restrição de utilização das provas obtidas ao abrigo de uma Carta Rogatória
A Secção 3) 7) da Lei de 1990 dispõe que as provas obtidas por virtude de uma
Carta Rogatória não serão utilizadas para quaisquer fins que não sejam
especificados na Carta, sem o consentimento da autoridade do país ao qual foi
efectuado o pedido.
Ao abrigo do Direito inglês, as provas obtidas de outra jurisdição mediante a
utilização de uma Carta Rogatória não podem ser utilizadas para quaisquer outros
fins senão aqueles especificados na Carta Rogatória sem o consentimento
autoridade à qual se destina. Isto foi interpretado como impedindo a utilização de
tais provas em qualquer requerimento de restrição de bens de um réu ou para
confiscar tais bens em caso de condenação, a menos que o requerimento para a
obtenção de tais provas especifique que se destina a utilizar as provas para tais
fins.
O Director solicita, por conseguinte, o fornecimento de documentos e de provas
para fins das suas investigações e para utilização como provas em acções penais e
naqueles processos acessórios ou afins julgados pelos tribunais penais.
O Director da Serious Fraud Office envia às Autoridades Judiciárias Competentes
de Portugal os seus antecipados agradecimentos e aproveita a oportunidade para
renovar os protestos da sua mais elevada consideração
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Pasta 44

Corrupção
Os célebres "ajustes directos"
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1) gastar mais de 10.000,00 euros num GPS para um instituto público - quando nos dizem que não há dinheiro para baixar as propinas aos alunos. http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=14722
2) Aquisição de:1 armário persiana; 2 mesas de computador; 3 cadeiras c/rodízios, braços e costas altas - pela módica quantia de 97.560,00 EUROS(!!!) http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=8073
3) Em Vale de Cambra, vai-se mais longe... e se pensam que o Ferrari do Cristiano Ronaldo é caro, esperem para ver quanto custa um autocarro de 16 lugares para as crianças : 2.922.000,00 € É isso mesmo: quase 3 milhões de euros???
4) No Alentejo , as reparações de fotocopiadoras também não ficam baratas:
Reparação de 2 Fotocopiadores WorkCentre Pró 412 e Fotocopiador WorkCentre PE 16 do Centro de Saúde de Portel: 45.144,00 € http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=10781
5) Ao menos em Alcobaça , a felicidade e alegria as crianças fala mais alto: 8.849,60€ para a Concentra em brinquedos para os filhos dos funcionários da câmara!
Crianças... se não receberam uma Nintendo Wii no Natal, reclamem ao Pai Natal, porque alguém vos atrofiou o esquema! http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=10878
6) Mas voltemos ao Alentejo, onde - por uns meros 375.600,00 Euros se podem adquirir: " 14 módulos de 3 cadeiras em viga e 10 módulos de 2 cadeiras em viga Ora... 14x3 + 10x2 = 62 cadeiras... a 375.600,00 euros dá um custo de... 6.058,00 Euros por cadeira!
Mas, pensando bem, num país onde quem precisa de ir a um hospital passa mais tempo sentado à espera do que a ser atendido - talvez justifique investir estes montantes no conforto dos utentes... http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=10663
7) Em Ílhavo, a informática também está cara, 3 computadores e mais uns acessórios custam 380.666,00 €
Sem dúvida, uns supercomputadores para a Câmara Municipal conseguir descobrir onde andam a estourar o orçamento.
8) Falando em informática, se se interrogam sobre o facto da Microsoft ser tão amiga do nosso País, e de como o Bill Gates é/era o homem mais rico do mundo... é fácil quando se olham para as contas: Renovação do licenciamento do software Microsoft: 14.360.063,00 €
Já diz o ditado popular: Dezena de milhão a dezena de milhão, enche a Microsoft o papo!
(Já agora, isto dava para quantas reformas de pessoas que trabalharam uma vida inteira?)
9) Mas, para acabar em pleno, cagar na capital fica caro meus amigos! A Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa gastou 5.806,08 € em 9072 rolos de papel higiénico!
Ora, uma pesquisa rápida pela net revelou-me que no Jumbo facilmente encontro rolos de papel higiénico (de folha dupla, pois claro! - pois não queremos tratar indignamente os rabos dos nossos futuros doutores) por cerca de 0,16 Euros a unidade...
Mas na Faculdade de Letras, aparentemente isso não é suficiente, e o melhor que conseguiram foi um preço de 0,64 Euros a unidade!
É "apenas" quatro vezes mais do que qualquer consumidor consegue comprar - e sem sequer pensarmos no factor de "descontos" para tais quantidades industriais. http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=1297
Num País minimamente decente, eu deveria poder exigir que me devolvessem o valor pago em excesso, não?
Mandava o link para a Faculdade de Letras de Lisboa, e exigia que me devolvessem os 4.000 e tal euros pagos a mais.
(Se comprassem no Jumbo, teriam pago apenas 1.451 euros pelo mesmo número de rolos de papel higiénico.)
como por exemplo, os mais de 650 mil euros gastos em vinho tinto e branco < [Hiperlink, clique aqui para abrir] em Loures. Leitores de Loures, não têm por aí nada onde estes 650 mil euros fossem melhor empregues???
Mais no "portal da transparência": http://transparencia-pt.org/
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Pasta 45
Os Chulos da Nação

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Pasta 46

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Corrupção
Contratos entre Amigos
"Em causa estão dois contratos, celebrados em 2005 e 2007, no âmbito dos quais João Pedroso recebeu uma pequena fortuna, apesar dos trabalhos pedidos ao advogado não terem sido cumpridos. Em causa estava a compilação de legislação dispersa sobre a Educação e a criação de um manual sobre direito da Educação, entre outros serviços.
O não-cumprimento do contratado levou a tutela a rescindir o contrato no final de 2008, exigindo a devolução de metade dos valores pagos. O CM sabe que Pedroso requereu o pagamento em prestações dos honorários.
Nos recibos passados por João Pedroso, a que o CM teve acesso, a indicação da actividade exercida pelo advogado varia: em alguns é jurista, noutros é professor/jurista e até surge como professor/jurisconsulto.
O contrato de Pedroso com o Ministério da Educação já foi, aliás, motivo para a instauração de um inquérito pela Universidade de Coimbra, instituição na qual o irmão de Paulo Pedroso dá aulas em regime de exclusividade."
Voz do Povo
1
Como é possivel, neste País, a Ministra da Educação pagar `cabeça, isto é, antes do trabalho estar concluido, pagar adiantadamente ao sr dr Pedroso e agora este, como diz não ter dinheiro, quer devolver em suaves prestações. Isto. só numa Republica do 3º mundo. E não há ninguem que ponha termo a isto.Eu, se dever algo ao estado, tenho que pagar a pronto, o outro, por ser pessoa importante, dão-lhe todas as facilidades. Deve ser bastante pobre, para possuir dois escritórios de advogado em Aveiro, na Av Lourenço Peixinho, professor em exclusivo na Universidade de Coimbra, etc.
Haja vergonha e decoro. Parabens Dr Balbino pela sua coragem. É pena não muitos assim
Joao Martins | 05.03.09 - 7:01 pm | #
2
Esse indivíduo, João Pedroso, conseguiu uma avença do Hospital público de Viana do Castelo ( e salvo o erro, Viseu), para tratar de assuntos jurídicos.
A avença é para ficar e João Pedroso em pessoa ou fazendo-se representar por outros ( pelo menos uma advogada, segundo contaram outros advogados), já presta serviços.
Não se sabe qual a remuneração. Ninguém diz...
Este é um facto, não é uma invenção.
Em Viana do Castelo há mais de 200 advogados, alguns sem trabalho.
A Administração do hospital público ( toda socialista e de pendor caciqueira), foi buscar este génio da advocacia, a Aveiro!!!
Não conseguiram um advogado mais perto do que isso...
A pregar aos peixes | 05.03.09 - 1:15 pm | #
3
Ele em Aveiro tem um escritório de advocacia, num dos edifícios mais caros da cidade. É de conhecimento público e ele próprio o diz à boca cheia. Contudo, está como docente em exclusividade na Universidade de Coimbra!!
Sim, se a exclusividade é violada pelos trabalhecos manhosos (e agora enjeitados) para a ex-professora primária Lurdes Rodrigues, não o é menos pelo exercício da advocacia.
PS: no PS em Aveiro não o queremos para nada, como demonstrámos quando mandámos à fava a candidatura dele à Distrital.
Aberto Souto | 05.03.09 - 7:26 pm | #
4
Ó Aberto Souto, realmente isso é demais.
Ele está como advogado inscrito com escritório na Rua Latino Coelho em Lisboa, mas pelos vistos já tem filial na terra natal.
E a receber que nem um leão, apesar da exclusividade!
João Pedroso
Cédula:2436 Distrital:Coimbra Morada:R Latino Coelho, 14 - Rc Dto
Código Postal:1050-136 LISBOA
Comarca:Lisboa
Telefone:213163260
Fax:213163261
Fax Registado:213163261
E-Mail OA:joaopedroso-2436c@adv.oa.pt
E-Mail:pak.advogados@mail.pt
http://www.oa.pt/Servicos/PesqAd...%c3% a3o+pedroso
Na Rua Latino Coelho | 05.03.09 - 7:33 pm | #
5
O Paulo Pedroso tem mamas maiores que as de uma rapariga de 16 anos.
Foi abusado pelo pai. O Joao Pedroso nao passa de outro paneleiro que em Aveiro todos conhecem.
vlad drakula | 17.06.07 - 10:52 pm | #
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Pasta 47
O Processo da Lurdes ou como se chega a Catedrática com o 5º Ano do Liceu

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A Dr.ª Maria de Lurdes tirou o antigo 5.º ano (actual 9.º ano) e ingressou no Magistério Primário
( dois anos de curso ).
Deu aulas na Primária até se inscrever no ISCTE (com o 5ºano + 2 anos de Magistério Primário!).
No ISCTE, ao fim de 5 (CINCO) anos de estudos em curso nocturno (ou seja...tinha o 9º ano, mais 3 anos corresponde ao 12º e com mais 2 anos...), saiu com um DOUTORAMENTO que lhe permitiu dar aulas (?!) nesse ISCTE, por acaso onde o Sr. Engenheiro fez uma pós-graduação (mestrado?) a seguir à "licenciatura" da Universidade Independente.
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Pasta 48

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Embora o seu curriculum seja, por ora, insuficiente para preencher um
alto cargo de Estado, entendemos que, pela sua natureza, perfil e
reconhecidos serviços prestados à Nação, deverá ser condecorado com a
Grã Cruz da Ordem do Infante D. Henrique, por serviços relevantes a
portugal, no país e no estrangeiro, pelos serviços de expansão da
cultura portuguesa, sua história e seus valores.
Este gajo foi julgado e condenado em tribunal militar por andar a
vender munições ao Paigc que matavam os nossos soldados na Guiné. Foi
também condenado por roubar as rações do exército para lucro próprio.
Foi desgraduado de capitão para soldado e expulso, com desonra, do exército.
Foi, depois do 25 de Abril, readmitido e promovido a Major pelo
Conselho da Revolução.
Foi cônsul honorário da Guiné-Bissau tendo usado este título para falsificar
certidões de nascimento de jogadores e potenciais jogadores de futebol
que comprava e vendia como escravos.
Roubou 40.000 contos ao BCP com uma transacção com um cheque em USD
sacado sobre um banco que não existia.
E isto dos programas para os reformados é que é inacreditável?
Inacreditável é o apoio dos sucessivos líderes do PPD/PSD até ao
advento da liderança de Marques Mendes, inacreditável é o apoio explícito
(embora embaraçado) de Sócrates.
Inacreditável é o processo Apito Dourado demorar tanto tempo.
Inacreditável é este gajo não estar na prisão.
Inacreditável é ele receber uma pensão do nosso exército, como Major
na reserva. Lembro que Major é um Oficial Superior.
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Pasta 49
O Mistério do Veado Alemão

Viajando numa auto-estrada alemã o condutor acertou num veado a 180 Km/hora e o bicho de 68Kg desapareceu. Por sorte no carro atrás ia o Tenente Proveta deste tribunal, que resolveu o mistério.
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Pasta 51
A Nova Educação do Zézito

Exclusivo
Os futuros livros escolares do Zézito para o 1ºciclo
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Pasta 52
Segundo fontes fidedignas de Paço de Arcos, uma senhora sueca foi a responsável pelo desfazer da relação conjugal de um VIP, que fugiu com ela para outra vila da Costa do Estoril.
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É fabricada na Suécia e de silicone... é feita em vários tamanhos, que variam entre o 1,50m.
e o 1,75m. A textura da pele tem cerca de 99,8% de semelhanças com a pele humana. Tem
uma durabilidade de 2 anos, sob um regime de uso constante e diário; é totalmente regulável;
basta 'colocá-la' na posição que se desejar e pronto.
Possui 100 sensores espalhados pelo corpo. Só na zonas erógenas, tem 30. Cada sensor faz com
que ela se mexa levemente para algum lado; há 20 combinações diferentes.
Ao ser penetrada, emite um som leve e macio que ressoa maviosamente nos nossos ouvidos. Traz a
sonorização metida na garganta e reconhece 16 ordens diferentes "extremamente personalizadas",
até uma distância máxima de 2 metros da própria boneca (o Português é uma das línguas que vêm incluídas).
Quando há algum tipo de pulsação dentro das suas zonas erógenas, emite uns leves gemidos estimulantes.
Além de tudo isto, ainda fica "húmida" com facilidade... basta uma leve passagem com a mão sobre
qualquer dos seus sensores. E o mais importante, tem uma "senha de utilização". Há uma instrução na caixa,
que aconselha a guardar a senha muito bem guardada...

As principais características, são:
- 3 entradas operacionais (vagina, ânus e boca);
- possibilidade de trocar a cabeça (para variar...) ;
- pode-se escolher a altura e o peso (7 tamanhos disponíveis) ;
- as medidas (anca-peito), cor da pele, dos olhos, do cabelo ou dos pelos púbicos (que até podem ser rapados),
o tamanho das unhas, e até a cor do bâton, podem ser alteradas.
*É só vantagens...
* NÃO É ELÉCTRICA (o que é um alívio!... Já viu se ela na "hora H" tivesse um curto-circuito?!)
* Não fala (há alguma coisa melhor???)
* Não fica menstruada;
* Não engravida;
* Não vê telenovelas, nem se chateia se estamos a ver futebol na TV;
* Não compra roupa nem sapatos;
* Não tem mãe!!! * (ISTO É IMPORTANTÍSSIMO);
* Não vai ao cabeleireiro, à esteticista ou ao Spa;
* Não tem dores de cabeça;
* Não nos acompanha nos copos com os amigos; e...
* Não engorda nem envelhece!!!

Sabemos que o Zézito já contactou o fabricante para lhe fazer um Reinaldo e uns Noddys para os amigos deixarem os putos da Casa Pia em paz. Os putos de verdade brincam com os Magalhães e os políticos escolhem segundo as suas tendências.
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Pasta 53

Anibal ou a tranquibérnia do presidente !
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"nunca comprou ou vendeu nada ao BPN ou a qualquer das suas empresas"
Fonte oficial da Presidência da República


105.378 acções da SLN.
Lucro: 147,5 mil euros!
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Pasta
54

Casas
da Linha
No rasto dos Fantasmas
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Casa das Pedras
Mandada
construir em 1904 pelo comandante e capitão-de-fragata
Manuel de Azevedo Gomes. Foi desenhada pelo arquitecto
italiano Nicola Bigaglia para ser casa de férias. É
toda revestida de pedras, seixos e conchas trazidas da costa.
A mulher do capitão viveu lá até aos 90
anos, assim como a filha, D. Alice. Dizem que está assombrada.
O Janeca e o Taka
afirmaram ao nosso jornal que após fumarem um charro,
vendido pelo Grilo, viram, no jardim de inverno, a Alice em
cuecas a cantar o "Eh
Motorista" com o Charlot.

Casa do Dr. Cebola
O Janeca
e o Taka, após fumarem um
charro, vendido pelo Grilo, numa
das ameias, viram uma menina a brincar em cima dum muro junto
à falésia. Tentaram voar com ela, mas infelizmente
não cairam, porque o charro era de má qualidade
e despertaram. Tinham sido duas reformas a menos!

A Casa de Chá
O antigo
proprietário, o pescador Rompedias, sempre jurou que
a casa nunca iria sair da família. Como saiu, o Rompedias
está todo lixado e permanece lá. O Janeca
e o Grilo juraram que falaram com
ele, após terem fumado um charro vendido pelo Grilo,
e o Rompedias pediu ajuda ao colega de profissão, o Titó.

Casa
do Cavaleiro
A nossa
casa, onde o Janeca e o Taka,
após terem fumado um charro vendido pelo Grilo,
afirmam ter visto uma roda de carroça
descer a encosta e entrar pelo telhado duma casa.
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Pasta 55

O Desertor Gay
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Perfil de um Candidato Gay
Poeta
“é um poeta assim-assim”
Agustina
Elogio aos Pedófilos
No anúncio de disponibilidade Manuel Alegre evocou um pedófilo:
«Mas mesmo um ingénuo devia perceber que a veneranda figura [Teixeira Gomes] que se refugiou em Bougie (e não, por exemplo, em Nice) tinha razões de um peso particular. Em 1924, o norte de África, como Gide amorosamente descreveu, era o paraíso dos pedófilos. Teixeira Gomes queria rapazinhos. E, de quando em quando, virgens de 11,12 anos, para como ele disse, lhes “colher as primícias”. Costumes.»
Vasco Pulido Valente
Desertor
"Estou pronto para o combate"
Poderá um DESERTOR DO EXÉRCITO PORTUGUÊS ser Presidente da República o qual, por inerência de cargo, é investido Comandante Supremo das Forças Armadas?
Parasita
Quantos mandatos Manuel Alegre foi deputado da nação ? Em quantos circulos eleitorais distintos ele foi eleito. Fez diferença? Não me parece, nunca vi uma ideia original construtiva de Alegre,só fumaça!!!
Sem nenhuma área de especialização técnica ou de conhecimento a não ser sobre como sentar na AR durante 30 anos e nunca fazer nada.
Paradoxalmente mais um acumulador de reformas de três meses de trabalho que lhe dão 3.200 euros fora a que terá agora que se “reformou” de sentador de cadeira.
Ladrão
Alegre que explique do que vivia na Argélia e porque roubavam os passaportes ao imigrantes portugueses.
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O Homem sem qualidades
Seguindo uma tradição jornalística da gloriosa vila de Paço de Arcos, uma Mesa Triângular, a RIAPA foi pedir a opinião do Dr. João da Quinta e da Dra. Quitéria Barbuda acerca do Candidato Alegre (gay para os amigos).
RIAPA - "Gosto de virgens de 11 a 12 anos para lhes poder desfrutar as primícias" - Teixeira Gomes, ex-caixeiro viajante de figos e amendoas secas. escritor menor, Presidente da República (1923 / 25)
Quitéria Barbuda - Alegre escolhe este pedófilo compulsivo como seu mentor, chamando-lhe "Presidente-Poeta". Reve-se nele. Por alguma razão esteve na recepção vergonhosa a um pedófilo!
RIAPA - Alegre considerou a libertação de Pedroso na escadaria da Assembleia da República como um "novo 25 de Abril".
Dr. João da Quinta - A Pedofilia permanece como uma componente indissociável do Socialismo.
RIAPA - O que representa o candidato Alegre?
Quitéria Barbuda - A miséria moral na corrida a Belém.
Dr. João da Quinta - Um indivíduo palavroso e vazio, de quem nada se pode esperar.
RIAPA - E a candidatura?
Quitéria Barbuda - Uma União Incestuosa Mística, misturada com uma demagogia violenta, que se sente presente no candidato.
Dr. João da Quinta - Apresenta-se como um reformador de consciências, mas não passa de um predador afundado na obsessão de seguir a linha de uma besta pedófila.
RIAPA - Concluindo?
Quitéria Barbuda - É um abutre que abrange todas as gamas da ignomínia.
Dr. João da Quinta - Imbecil instintivo, palhaço carismático.
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Mãos Sujas de Sangue
" Conheço este problema pessoalmente. Estava em Luanda, quando Alegre se pirou. Mais tarde, quando entrei prá “guerra” o meu Batalhão foi colocado em Nóqui, lá em cima, encostado ao Zaire, junto à fronteira com Matadi. Nessa região ouvia-se através dos famosos rádios portáteis Hitachi, com uma boa onda média, a voz de Matadi e a voz da Argélia, emissores criados por desertores que, através de infiltrados nas forças armadas, denunciavam as n/operações. Muitas das emboscadas que sofremos resultaram da traição desses “grandes filhos da puta “. Uma das vozes que se ouvia era a desse pulha, Pateta Alegre. Lembro-me que 48 horas após se ter instalado um posto de observação, um grupo de combate, um canhão, um radar no cimo do morro de Noqui, donde nós observávamos toda a movimentação de aproximadamente, 2.000 “turras” concentrados numa sanzala no outro lado da fronteira, ouviu-se a voz do Alegre a denunciar a nossa posição. Andámos a levar porrada na estrada entre S.Salvador e Nóqui durante mais de 4 meses. Numa das viagens sofremos 9 ataques. Um dia, em Nóqui, junto ao Rio, onde se situava o nosso aquartelamento, o então Tenente-Coronel Isaltino, mandou tocar a formar. Formou-se o Batalhão e o corneteiro tocou a sentido, fez-se silêncio chegou o Tem.Coronel e disse: o furriel Marta (mulato) dê um passo em frente. O sacana era o informador. Fazia-o através dum preto que era vendedor das célebres colchas congolesas, em Nóqui. Nesta guerra a Pide teve um papel muito importante. Informávamo-nos dos movimentos desses traidores. Bem…. não sei se estás a ver… o cabrão não foi linchado porque foi imediatamente evacuado para Luanda. Cerca de 2 anos depois, estava eu ainda na guerra ouvi a voz deste traidor nas rádio Maatadí. Tinha fugido das cadeias de Luanda. Sofri no corpo os efeitos da atitude desses traidores.
Paulo Chamorra"
PS: E quer este desertor ser CHEFE SUPREMO DAS FORÇAS ARMADAS, Que belo exemplo para as tropas e País.
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E mais...
Nos finais de 1968, dois alferes, o Lamy e o
Lopes, do AB3 Negage, descolaram para um voo de rotina num Do27.
Ao regressarem à base o cacimbo estava cerrado e o avião
acabou por colidir com um morro, tendo os dois falecido no impacto.
À noite na camarata da BA7 Aveiro ouviu-se na "Rádio
Portugal Livre", emitida da Argélia, a voz do traidor
Manuel Alegre a regozijar-se por mais uma "vitória
dos combatentes da liberdade de Angola", apesar do inimigo
não ter tido qualquer actuação neste acidente.
Será que algum alemão que tivesse colaborado com
os ingleses ou franceses, ou algum japonês que tivesse colaborado
com os americanos, teria algum futuro político no seu país
no pós-guerra? Quando é que vamos parar de aceitar
que traidores, refractários e desertores dominem a política
em Portugal?
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Pasta 56

Mesa Triângular
Entrevista Fatal
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As provas de independência, de grandeza e de sentido de Estado dão-se nos momentos difíceis.
Grande Entrevista ao Tenente Proveta do TSOR e ao Dr. João da Quinta do CEJQ
RIAPA – O Zézito, mente?
Proveta – É um mentiroso compulsivo muito perigoso, que nos obrigou a mudar a sua classificação para pré-terrorista (Pasta 50) (Pasta 34)
João da Quinta – É um caso patológico, estamos perante um demente que chegou à chefia do Estado. Aconteceu isto com muitos reis.
RIAPA – E as provas?
Proveta – O TSOR há muito tempo que anda a denunciar este indivíduo, as investigações já foram publicadas.
João da Quinta – Já relatórios psiquiátricos (Estudo 18) (Estudo 24)
RIAPA – Então podemos deduzir que é um indivíduo perigoso?
Proveta – Imagine a Máfia a chegar ao poder em Itália.
João da Quinta – Veja o que o Kim faz na Coreia do Norte.
RIAPA – E qual é o papel das Forças Armadas nisto tudo? O 28 de Maio teve como causa um ambiente parecido.
Proveta – A GNR está nas mãos do Gang do Zézito e recuperou a força que tinha na Primeira República, em que se dava ao luxo de liquidar os opositores, a mando do governo. Os outros têm medo.
João da Quinta – Sinto que o povo está a atingir um ponto de ruptura. O Zézito e o Gang arriscam-se a ter o mesmo fim que o Ceausescu.
RIAPA – Virem bater panelas para a rua como na Sérvia do Milosevski não seria uma solução?
Proveta – Com o Zézito não teriam muita sorte, porque ele gosta de paneleirices
João da Quinta – Excitaria-o ainda mais!
RIAPA – A propósito, e para arrumar de vez com o assunto, ele tende para que lado?
Proveta – Nunca ninguém indagou pela causa do divórcio . A mulher apanhou-o na cama com…o outro. O nome de Diogo não surgiu por acaso . Basta só indagar as relações familiares. A propósito, sabiam que ele namorou com um Paço Arcoense conhecido na Praceta?
João da Quinta – É o chamado Recalcado Activo Barbado Onanista (RABO). A característica principal destes pacientes é a sua teimosia machista. Não recuam, para assim mostrarem o seu machismo…gay!
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Pasta 57
Caso das Escutas ao Zézinho
Pontos nos iiii
Palavra ao Jurista Proveta
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O despacho sobre a não existência de elementos para abrir um inquérito com os elementos abundantes nas escutas para o abrir é inexplicável jurídica ou moralmente.
Evidentemente, se as escutas com o PM foram conduzidas ao presidente do STJ é porque continham algo de relevante para ser apreciado por quem o poderia fazer.
Se o PM fosse apanhado a falar do tomatal do seu vizinho, ninguém iria conduzir tais escutas ao mais alto nível.
O crime de atentado ao Estado de direito pune os atentados ao pluralismo e liberdade de imprensa como em geral a todos os direitos, liberdades e garantias.
Se algum político usar os seus meios de poder para com isso manipular, ou tentar manipular, a tendência editorial dalgum órgão de imprensa cometerá nos termos da lei que criminaliza actos dos titulares de órgãos políticos um atentado ao Estado de direito.
Houve uma interferência com interesses políticos na liberdade editorial dum dos mais ouvidos órgãos da comunicação social.
Se com tais indícios fortes nem abertura de inquérito se quis fazer, ninguém percebe agora para que servem tantas explicações sobre um inquérito que nunca se quis abrir.
Quando os máximos responsáveis pela prossecução criminal perante tantos elementos que apontam para um crime e nem inquérito se dignam abrir eles próprios são o corpo do delito.
Noronha Nascimento não deixou que se abrisse inquérito contra o PM porque decidiu que não dava autorização para as escutas.
Um Estado comandado por tal tipo de gente é uma ditadura. |
Pasta 58

A estranha pensão de guerra do Vasco
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O leitor de um semanário informava ontem, dia 31 de Março de 2009, que «apesar de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, “número dois” do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já aposentado», considerando-se também a sua «contagem do tempo de serviço [...] outro privilégio raro», designadamente porque «três anos foram para o serviço militar» e daquele «recebe ainda mais € 900 de outra reforma, por ter sido ferido em combate em Moçambique já depois do 25 de Abril».
Acaso não seja “mentira do 1º de Abril”, imprescindível se torna saber, ao certo:
1. Em que Unidade das FA’s portuguesas prestou serviço militar aquele senhor Vasco Franco;
2. Em que precisos local, data e circunstância terá «sido ferido em combate em Moçambique»;
3. Se está inscrito na ADFA.
4. E onde pode ser consultado o processo que apreciou os alegados “ferimentos em combate” e, por tal, lhe concedeu a citada pensão vitalícia de 900€ mensais.
APESAR de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde, o socialista Vasco Franco, número dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências de Jorge Sampaio e de João Soares, está já reformado! A pensão mensal que lhe foi atribuída ascende a 3.035 Euros (608 contos), um valor bastante acima do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado - técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário da República» - apesar de as suas habilitações literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio, equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é outro privilégio raro, num país que pondera elevar a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da Segurança Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos passados só ali cumpriu sete de dedicação exclusiva; três foram para o serviço militar e os restantes 20 na vereação da Câmara de Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro.
Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário. Já depois de ter entregue o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador da Sanest, com um ordenado líquido de 4.000 Euros mensais (800 contos).Trata-se de uma sociedade de capitais públicos, comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo, cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador é reduzido em 50% - para 2.000 Euros - a partir de Julho, mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista reformado. A somar aos mais de 5.000 Euros da reforma e do lugar de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 Euros de outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique já depois do 25 de Abril (???????? Algum turra que não ouvia rádio nem lia jornais???????), e cerca de 250 Euros em senhas de presença pela actuação como vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que auferia no activo, ganhando agora mais de 1.200 contos (6.000 Euros) limpos. Além de carro, motorista, secretária, assessores e telemóvel.
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Pasta 59

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No RELATÓRIO SOBRE O GOVERNO DA SOCIEDADE, da Caixa Geral de Depósitos, referente a 2008 (publicado em Abril de 2009), que segue em anexo (pags. 504-542), em PDF, pode observar-se no quadro da página 540 que:
Armando António Martins Vara, vogal do Conselho de Administração, terminou o seu mandato em 09/01/2008. Portanto,conforme se informa: em 2008, por ter trabalhado 9 dias na CGD como vogal da Administração, Armando Vara teve direito a uma remuneração base de 23736,95 ? (à média de cerca de 2637,44 ? por dia), tendo por conseguinte recebido uma verba superior ao vencimento mensal a que teria direito (18550,00 ?) se tivesse trabalhado, em condições normais, todo o mês. Depois, em 16 de Janeiro de 2008, seguiu para a Administração do BCP, acompanhando Santos Ferreira e Vítor Lopes Fernandes, também administradores cessantes da CGD.
Além do vencimento total de Janeiro de 2008, Vara também deve ter recebido algum "prémio de produtividade" e/ou alguma outra "alcavala", ou então houve algum motivo de justa causa.
Santos Ferreira
Refere-se nessa página 540 que terminaram também o mandato em 09/01/2008 os seguintes administradores (indicando-se também os respectivos vencimentos base nesses 9 dias):
Carlos Jorge Ramalho Santos Ferreira (presidente, que recebeu 33648,42?, à média de cerca de 3738,71 ? por dia), António Manuel Maldonado Gonelha (vice-presidente, com 28601,14 ?), José Joaquim Berberan Santos Ramalho (vogal, com 22691,31 ? [este também com os apelidos Santos e Ramalho terá algum parentesco com o Santos Ferreira?]), Vitor Manuel Lopes Fernandes (vogal, com 23553,17 ?) e Maria Celeste Ferreira Lopes Cardona (vogal, com 23553,17 ?).
Todos estes administradores receberam, assim, em 9 dias, verbas superiores aos vencimentos mensais a que tinham direito, pois na página 521 há a seguinte informação:
"6.1. ESTATUTO REMUNERATÓRIO FIXADO EM 2008
Mesa Assembleia Geral
Presidente ? Senha de presença no valor de 897,84 euros;
Vice-Presidente ? Senha de presença no valor de 698,32 euros;
Secretário ? Senha de presença no valor de 498,80 euros.
OS PREDADORES DOS DINHEIROS PÚBLICOS
Conselho Administração
Administradores Executivos
Presidente ? Remuneração de 26.500,00 euros, 14 vezes por ano;
Vice-Presidente ? Remuneração de 22.525,00 euros, 14 vezes por ano;
Vogais ? Remuneração de 18.550,00 euros, 14 vezes por ano.
Conselho Fiscal
Presidente ? Remuneração de 5.300,00 euros, 14 vezes por ano;
Vogais ? Remuneração de 3.975,00 euros, 14 vezes por ano."
Somos também informados na mesma página 540 que, ainda em 2008, Armando Vara recebeu, também da CGD, 23742,72 ? de férias não gozadas (Que grande trabalhador!! Nem parou para gozar férias!! Mas não teve fins de semana prolongados?), naturalmente referentes ao mês de férias de 2007. Tal, somado com o normal subsídio de férias (14.º mês de vencimento), representa mais do que uma duplicação do ordenado mensal de férias a que ele tinha direito. Por outro lado também recebeu 117841,03 ? de Participação nos Lucros/Prémios de Gestão (referentes, naturalmente, a 2007 e pagos em 2008), o que representou cerca de mais de 6 ordenados mensais extra, além dos 14 normais e do subsídio de férias extra. Em suma, podemos concluir que o ano de 2007 foi muito bom para Armando Vara que ganhou globalmente na CGD, nesse ano, o equivalente a cerca de 21,63 ordenados mensais nas funções que lhe estavam atribuídas. Note-se que neste total não se contabilizou o que lhe foi devido e já respeitante expressamente a 2008. Mas ele tinha outras "alcavalas", conforme se pode observar no quadro da página 540 (relativamente à atribuição de um cartão de crédito da empresa, à aposentação, etc.).
Uma outra curiosidade referente a Armando Vara, que vem nessa mesma página 540: em 2008 teve direito a 961,87 ? de Gastos de utilização de telefones (com a indicação de: Reporta a custos com comunicações móveis e de dados). Devem ter sido gastos relativos aos tais 9 dias na CGD (ainda que talvez possa ter tido direito a retroactivos de 2007), pois, conforme podemos observar, o vogal da Administração Rodolfo Lavrador, em todo o ano de 2008, teve direito a 12151,93 ? de Gastos de utilização de telefones (o que dá para este uma média de 1012, 66 ? por mês!!).
Assim se confirma que Armando Vara é um compulsivo utilizador de telemóveis(depois não se queixe de ter altas probabilidades de ser apanhado em escutas!!).
Mas atenção:
Armando Vara duplicou o seu salário quando mudou da CGD para o BCP!!
No BCP Vara passou a vice-presidente do Conselho de Administração Executivo.
Mas também recebeu outro prémio da CGD.
Armando Vara foi promovido na Caixa um mês e meio depois de ter saído para a administração do BCP!!
O ex-administrador da CGD e ex-quadro da instituição, com a categoria de director, foi promovido ao escalão máximo de vencimento, ou seja, o nível 18, o que terá reflexos para efeitos de reforma.
A promoção, do escalão 17 para o 18, foi decidida pelo conselho de administração a 27 de Fevereiro de 2008, já pela administração de Faria de Oliveira, que ascendeu ao cargo após a saída de Carlos Santos Ferreira e dos administradores Armando Vara e Vítor Manuel Lopes Fernandes para a administração do maior banco privado.
Tendo sido admitido na CGD em 17 de Setembro de 1984, de acordo com informação oficial fornecida pela Caixa, "Armando Vara desvinculou-se da CGD no dia 15 de Janeiro de 2008". A acta da reunião da administração de 27 de Fevereiro de 2008 refere que, "na sequência da cessação de funções de administrador da CGD do dr. Armando António Martins Vara, quadro da instituição com a categoria de director, o conselho deliberou a sua promoção ao nível 18 e os seguintes ajustamentos remuneratórios: remuneração de base - 18 E ; II IT de 47 por cento; RC E RER no valor de 2000 euros e 3000 euros, respectivamente". Esta alteração terá um efeito positivo na reforma em montantes que dependem do momento e da forma em que acontecer.
A instituição esclareceu que, "como é prática comum do grupo, todos os administradores quadros da CGD, quando deixam de o ser, atingem o nível 18 em termos de graduação interna". Fonte oficial da instituição acrescentou ainda "que o Conselho de Administração da Caixa Geral de Depósitos cumpriu, desta forma, o estabelecido internamente, agindo retroactivamente, numa das primeiras reuniões do conselho de administração, após alteração da estrutura governativa da instituição, como sempre é feito".
* os predadores dos dinheiros públicos
Já agora, vejamos o que, de relevante, se encontra neste Relatório sobre o Governo da Sociedade 2008 quanto a princípios éticos e, portanto, no reflexo que tal projecta no que se refere ao respeito e ao atendimento que deve merecer qualquer cliente.
Nas páginas 510-511 consta:
"2.1.1. CÓDIGO DE CONDUTA
Em Fevereiro de 2008, a CGD aprovou o Código de Conduta da Instituição, que contempla e sistematiza os princípios gerais e as regras de conduta aplicáveis a todos os colaboradores e órgãos sociais, e que devem reger a actividade da empresa.
O Código de Conduta encontra-se publicado no Sistema de Normas Internas, acessível através da Intranet por todos os colaboradores, bem como no site da CGD, estando assim igualmente acessível ao público em geral."
A seguir, observamos ainda na página 511 deste relatório da CGD:
"2. CUMPRIMENTO DE LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO
Toda a actividade da CGD é norteada pelo cumprimento rigoroso das normas legais, regulamentares, éticas, deontológicas e boas práticas, existindo um sistema de controlo interno para monitorizar esse cumprimento.
Neste contexto, a CGD adopta um comportamento eticamente irrepreensível na aplicação de normas de natureza fiscal, de branqueamento de capitais, de concorrência, de protecção do consumidor, de natureza ambiental e de índole laboral."
Na página 525 podemos ler o seguinte:
"Ética
A CGD actua segundo princípios éticos, que se concretizam no respeito pela legislação, pelas normas internas e códigos de conduta voluntários. Neste contexto, a CGD desenvolve um
conjunto de acções internas, de que são exemplo as acções de formação aos vários quadros, sobre a aplicação de normas e legislação de cariz fiscal, de branqueamento de capitais, de concorrência, de protecção do cliente, entre outras. A promoção do bem-estar ambiental e social no desenrolar das actividades do Grupo CGD, incentivando o respeito pelo Ambiente e promovendo a igualdade de oportunidades entre todos os colaboradores, constituem também vectores essenciais nos padrões éticos existentes. Foi neste enquadramento que, em Fevereiro de 2008, o Código de Conduta da CGD foi aprovado, sendo aplicável a todos os colaboradores e a todos os membros dos órgãos sociais. Este documento contempla e sistematiza todos os princípios gerais que devem ser seguidos, de forma a que a Caixa seja, e continue a ser, um banco exemplar."
Neste mesmo relatório, na página 528, pode ler-se o seguinte:
"7.5. NOMEAÇÃO DE UM PROVEDOR DO CLIENTE
Na CGD, para além da existência e disponibilização do livro de reclamações, o direito de reclamação dos clientes e dos cidadãos em geral, bem como a apresentação de sugestões, pode ser exercido em qualquer ponto da Rede Comercial, ou através do serviço Caixadirecta Telefone ou no Espaço Cliente no sítio www.cgd.pt, estando as regras de gestão e tratamento das reclamações claramente definidas em Ordens e Instruções de Serviço internas.
A CGD dá particular ênfase à gestão e tratamento das reclamações, na dupla perspectiva de melhoria de serviço ao cliente e de controlo interno
As reclamações e sugestões são tratadas e acompanhadas, com o máximo rigor e celeridade, por uma estrutura dedicada, o Gabinete de Apoio ao Cliente, criado em 2008 e que funciona na dependência directa do Conselho de Administração. Este Gabinete garante a centralização, a análise, o tratamento e a resposta a todas as reclamações e sugestões, qualquer que seja o canal de contacto e o suporte utilizado pelo Cliente. Para tanto, e quando necessário, recorre a outras áreas internas da Caixa ou a Empresas do Grupo, salvaguardando a segregação de funções e a independência relativamente ao órgão da estrutura que possa constituir o objecto da reclamação.
Neste contexto, a CGD entendeu que não se justificava a nomeação de um Provedor do Cliente."
* os predadores dos dinheiros públicos
Quem quiser saber mais alguma curiosidade referente a este relatório da CGD, faça o respectivo download, abra-o e utilize nalgumas páginas uma visibilidade de 150% ou até de 200% (como a 540 em que figura o quadro sobre REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS SOCIAIS).
Este relatório passou, inesperadamente, a ter uma importância superior à que os seus autores naturalmente previam, devido ao escandaloso caso "Face Oculta", pois permite algumas sugestivas informações sobre um dos principais protagonistas deste processo (Armando Vara) e, por tabela, sobre outras personalidades.
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Biografia do “Pena Branca”
Parte Primeira
Envolvimento em actividades ilícitas lideradas por Débora Raposo, uma professora aposentada, acusada de ter "dado o golpe" de centenas de milhares de contos à agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo e que acabou condenada a seis anos de cadeia. Esteve também envolvido com um gang internacional na qualidade de advogado, sócio e procurador de uma sociedade offshore registada algures num paraíso fiscal. O juiz de instrução concluiu que a acusação de que o “Pena Branca” se envolvera “com um gang internacional” tinha sustentação. Foi demitido em 2003, do Governo Regional dos Açores, em que era secretário regional, na sequência de ligações a um escândalo de pedofilia no arquipélago (há um pormenor nas imagens que escapou à maioria das pessoas: o modo de andar do ladrão – foram os putos da garagem do Farfalha que lhe deram puseram a alcunha). O grupo a que o “Pena Branca” está ligado domina tudo nos Açores. Carlos César é primo direito do gerente da CGD de Vila Franca do Campo, a quem estragaram a vida, embora o tribunal tenha julgado que o gerente da CGD não beneficiou de um centavo! Carlos César tinha o primo direito preso e mesmo assim foi forçado a dar relevância ao “Pena Branca”? Porquê? Os grupos parlamentares na AR têm de ter na sua posse o relatório final da PJ de Ponta Delgada, nomeadamente sobre o “Pena Branca”. Mesmo o caso do barco de cruzeiro construído nos estaleiros navais de Viana do Castelo tem de ser investigado para se perceber quem tinha interesse em boicotar o negócio! O “Pena Branca” tem alguma empresa de transporte marítimo inter-ilhas dos Açores? O barco dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo prejudicava o negócio do Casino de Ponta Delgada? Quem tem interesse nisso? E este mafioso foi eleito para o Conselho Superior de Segurança Interna.
Quem é o Procurador maricas que tinha o namorado preso em Boa Nova, Ponta Delgada, e que safou o "Pena Branca", contra a posição da Polícia Judiciária? Onde estão os milhões de euros desviados da C.G.D. de Vila Franca do Campo?
Parte Segunda
O deputado da vírgula
Ricardo Manuel de Amaral Rodrigues, jurista de profissão, ocupa actualmente o cargo de vice-presidente da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República. É membro do Conselho Superior do Ministério Público eleito pela AR e membro da Comissão Parlamentar Permanente. Pertence à Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, integrando a Comissão de Inquérito sobre a situação que levou à nacionalização do BPN e sobre a Supervisão Bancária Inerente. É ainda presidente da Subcomissão de Justiça e Assuntos Prisionais. Coordena vários grupos de trabalho, entre os quais se destacam o da protecção de vítimas de violência doméstica, o do regime jurídico de inventário, o dos dados do sistema judicial, o do código de execução de penas e o da lei do cibercrime
Em Novembro de 2003, era Ricardo Rodrigues secretário regional da Agricultura e Pescas do governo de Carlos César, rebenta o escândalo de pedofilia nos Açores, conhecido também por «caso garagem do Farfalha». Várias figuras conhecidas de Ponta Delgada vêem o seu nome enredado no escândalo, entre elas um conhecido médico e um procurador-adjunto, (convenientemente transferido para o Tribunal de Contas do Funchal)
Ricardo Rodrigues vê, também, o seu nome implicado e, antes que a coisa atinja outras proporções, demite-se do Governo Regional. Porém, apesar do falatório, o agora deputado nunca foi constituído arguido no processo.
No início de Janeiro de 2004, são conhecidas ligações de Ricardo Rodrigues a um outro escândalo, neste caso financeiro, que envolvia uma burla tendo por alvo a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo, S. Miguel, a poucos quilómetros de Ponta Delgada.
A comunicação social passou a denunciar o que se segredava à boca pequena e, «indignado», o responsável socialista resolveu processar um jornalista que, não só referiu este caso, como também o malfadado escândalo de pedofilia. Cinco anos depois, o Tribunal da Relação de Lisboa não lhe deu razão e, espanta-se, no acórdão, por o deputado não ter sido investigado nem ter ido a julgamento, no processo de Vila Franca do Campo.
Ligações perigosas
Ricardo Rodrigues apareceu ao lado de uma loira espampanante que se apresentou nos Açores como uma milionária que estava disposta a fazer avultados investimentos na Região.
Emigrante no Canadá, dizia-se possuidora de uma considerável fortuna e teve direito a imensas atenções da comunicação social local. A seu lado lá estava Ricardo Rodrigues, como advogado e procurador da senhora. À conta disso, passeou pelo mundo. As coisas correram mal e a agência da Caixa Geral de Depósitos de Vila Franca do Campo meteu um processo à senhora por uma burla de muitos milhões de euros.
O inquérito policial que investigou Ricardo Rodrigues por crimes de «viciação de cartas de crédito e branqueamento de capitais» remonta a 1997 (nº 433/97.8JAPDL), sendo que relatórios da PJ enfatizam a sua estreita ligação à principal arguida, Débora Maria Cabral Raposo, entretanto detida e em cumprimento de pena, depois de vários anos com mandados de captura internacionais, e classificada pela polícia como «burlona e traficante de estupefacientes».
Rodrigues foi sócio e advogado de Débora, sendo que com ela frequentou os melhores hotéis e utilizou os serviços das mais conceituadas agências de viagens, tendo deixado um considerável rasto de «calotes»...
(...)O estratagema encontrado para lesar a Caixa Geral de Depósitos foi arquitectado por Débora, ex-bancária e apontada como «cérebro da operação». Esta e o gerente da CGD, Duarte Borges, (primo de Carlos César e irmão de um conhecido magistrado judicial) engendraram um esquema de acesso a empréstimos fraudulentos servindo-se de um singular expediente. Como Borges usufruía de capacidade para conceder empréstimos até 2.500 contos, apenas com a finalidade de «adquirir novilhas para recria», angariavam supostos agricultores para acederem ao crédito, a troco de algumas dezenas de contos.
Denunciado em acareação
As declarações nos autos do ex-gerente da CGD são esclarecedores: «Foi referido pelo arguido, Duarte Borges, na acareação (…), que tem consciência que enviou vários milhares de contos (da CGD, provenientes de empréstimos agrícolas) à Débora Raposo / colaboradores, tendo indicado, entre outros, o arguido Ricardo Rodrigues. Mais, referiu que a Débora e os colaboradores, onde se encontra o arguido Ricardo Rodrigues, negociavam Cartas de Crédito, com dinheiros dos empréstimos fraudulentos em vários países».
Este expediente, permitiu à «associação criminosa» prejudicar o banco do Estado num valor aproximado de 1 milhão e meio de contos, utilizados em operações de «engenharia financeira» muito duvidosas e, segundo a PJ, com ligações a redes internacionais de tráfico de droga, com quem Débora Raposo teria estreitas relações. Um dos tentáculos destas operações era o Colégio Internacional, no Funchal, cujos sócios eram Débora , Ricardo Rodrigues e a sociedade offshore Hartland Holdings Limited, uma obscura empresa com sede num apartado da Ilha de Man, no Reino Unido.
Autor da proposta (recusada) da criação da figura de um procurador especial junto da Assembleia da República
É também apelidado por deputado da Vírgula
Relacionado com o n.º3 do artigo 30 do Código Penal (CP), referente ao crime continuado.
Contestações
«Pela primeira vez em texto de lei, o legislador diz que é possível aplicar este artigo a crimes pessoais, quando se trata da mesma vítima de, por exemplo, abuso sexual, violência doméstica ou pedofilia, quando até aqui este artigo apenas se aplicava a crimes contra o património».
No entender da Associação, este artigo «têm de ser abolido». «Vem a arrepio da boa doutrina e jurisprudência, colocando mesmo em causa os direitos humanos dos cidadãos, já que se alguém foi abusado sexualmente 50 vezes pela mesma pessoa, o arguido só pode ser condenado ao máximo de oito anos, quando no anterior Código poderia chegar à pena máxima (25 anos)», referiu
Bens patrimoniais e pessoas
O antigo Código Penal só admitia a figura do crime continuado nos casos dos crimes contra bens patrimoniais. Agora os bens pessoais também são abrangidos, mas o procurador João Palma considera “inadmissível” o mesmo nível de protecção.
Alteração ‘a posterior
Os magistrados garantem que no projecto de alteração ao Código Penal não constava, na terceira alínea, a frase "salvo tratando-se da mesma vítima", e quer saber quem propôs a alteração e em que altura foi Introduzida
Actas e projectos
O desembargador António Martins desafia os políticos a divulgarem os projectos das leis penais e as actas das audições na Assembleia da República dos diversos operadores judiciários, para que sejam clarificadas as alterações introduzidas. Os magistrados garantem não ter tido acesso a parte da alteração da 3.ª alínea e António Martins sugere que sejam divulgados os trabalhos preparatórios e actas.
Consequencias no processo casa pia
Vários arguidos do processo de pedofilia da Casa Pia podem vir a beneficiar da alteração ao artigo 30, uma vez que em alguns casos são acusados de vários crimes sobre a mesma vítima.
Ricardo Rodrigues é o deputado que mais defende a posição do Governo contra o Projecto Lei que visa a criminalização do enriquecimento ilícito.
De que tem medo o PS? |
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Portugal País de homens sem HONRA e sem Vergonha que nunca julgou Rosa Coutinho e outros seus iguais.
domingo, 13 de Abril de 2008
Angola é nossa !
Holocausto em Angola' não é um livro de história. É um testemunho. O seu autor viu tudo, soube de tudo.
Só hoje me chegou às mãos um livro editado em 2007, Holocausto em Angola, da autoria de Américo Cardoso Botelho (Edições Vega). O subtítulo diz: 'Memórias de entre o cárcere e o cemitério'. O livro é surpreendente. Chocante. Para mim, foi. E creio que o será para toda a gente, mesmo os que 'já sabiam'. Só o não será para os que sempre souberam tudo. O autor foi funcionário da Diamang, tendo chegado a Angola a 9 de Novembro de 1975, dois dias antes da proclamação da independência pelo MPLA. Passou três anos na cadeia, entre 1977 e 1980. Nunca foi julgado ou condenado. Aproveitou o papel dos maços de tabaco para tomar notas e escrever as memórias, que agora edita. Não é um livro de história, nem de análise política. É um testemunho. Ele viu tudo, soube de tudo. O que ali se lê é repugnante. Os assassínios, as prisões e a tortura que se praticaram até à independência, com a conivência, a cumplicidade, a ajuda e o incitamento das autoridades portuguesas. E os massacres, as torturas, as exacções e os assassinatos que se cometeram após a independência e que antecederam a guerra civil que viria a durar mais de vinte anos, fazendo centenas de milhares de mortos. O livro, de extensas 600 páginas, não pode ser resumido. Mas sobre ele algo se pode dizer.
O horror em Angola começou ainda durante a presença portuguesa. Em 1975, meses antes da independência, já se faziam 'julgamentos populares', perante a passividade das autoridades. Num caso relatado pelo autor, eram milhares os espectadores reunidos num estádio de futebol. Sete pessoas foram acusadas de crimes e traições, sumariamente julgadas, condenadas e executadas a tiro diante de toda a gente. As forças militares portuguesas e os serviços de ordem e segurança estavam ausentes. Ou presentes como espectadores.
A impotência ou a passividade cúmplice são uma coisa. A acção deliberada, outra. O que fizeram as autoridades portuguesas durante a transição foi crime de traição e crime contra a humanidade. O livro revela os actos do Alto-Comissário Almirante Rosa Coutinho, o modo como serviu o MPLA, tudo fez para derrotar os outros movimentos e se aliou explicitamente ao PCP, à União Soviética e a Cuba. Terá sido mesmo um dos autores dos planos de intervenção, em Angola, de dezenas de milhares de militares cubanos e de quantidades imensas de armamento soviético. O livro publica, em fac simile, uma carta do Alto-Comissário (em papel timbrado do antigo gabinete do Governador-geral) dirigida, em Dezembro de 1974, ao então Presidente do MPLA, Agostinho Neto, futuro presidente da República. Diz ele: 'Após a última reunião secreta que tivemos com os camaradas do PCP, resolvemos aconselhar-vos a dar execução imediata à segunda fase do plano. Não dizia Fanon que o complexo de inferioridade só se vence matando o colonizador? Camarada Agostinho Neto, dá, por isso, instruções secretas aos militantes do MPLA para aterrorizarem por todos os meios os brancos, matando, pilhando e incendiando, a fim de provocar a sua debandada de Angola. Sede cruéis sobretudo com as crianças, as mulheres e os velhos para desanimar os mais corajosos. Tão arreigados estão à terra esses cães exploradores brancos que só o terror os fará fugir. A FNLA e a UNITA deixarão assim de contar com o apoio dos brancos, de seus capitais e da sua experiência militar. Desenraízem-nos de tal maneira que com a queda dos brancos se arruíne toda a estrutura capitalista e se possa instaurar a nova sociedade socialista ou pelo menos se dificulte a reconstrução daquela'.
Estes gestos das autoridades portuguesas deixaram semente. Anos depois, aquando dos golpes e contragolpes de 27 de Maio de 1977 (em que foram assassinados e executados sem julgamento milhares de pessoas, entre os quais os mais conhecidos Nito Alves e a portuguesa e comunista Sita Valles), alguns portugueses encontravam-se ameaçados. Um deles era Manuel Ennes Ferreira, economista e professor. Tendo-lhe sido assegurada, pelas autoridades portuguesas, a protecção de que tanto necessitava, dirigiu-se à Embaixada de Portugal em Luanda. Aqui, foi informado de que o vice-cônsul tinha acabado de falar com o Ministro dos Negócios Estrangeiros. Estaria assim garantido um contacto com o Presidente da República. Tudo parecia em ordem. Pouco depois, foi conduzido de carro à Presidência da República, de onde transitou directamente para a cadeia, na qual foi interrogado e torturado vezes sem fim. Américo Botelho conheceu-o na prisão e viu o estado em que se encontrava cada vez que era interrogado.
Muitos dos responsáveis pelos interrogatórios, pela tortura e pelos massacres angolanos foram, por sua vez, torturados e assassinados. Muitos outros estão hoje vivos e ocupam cargos importantes. Os seus nomes aparecem frequentemente citados, tanto lá como cá. Eles são políticos democráticos aceites pela comunidade internacional. Gestores de grandes empresas com investimentos crescentes em Portugal. Escritores e intelectuais que se passeiam no Chiado e recebem prémios de consagração pelos seus contributos para a cultura lusófona. Este livro é, em certo sentido, desmoralizador. Confirma o que se sabia: que a esquerda perdoa o terror, desde que cometido em seu nome. Que a esquerda é capaz de tudo, da tortura e do assassinato, desde que ao serviço do seu poder. Que a direita perdoa tudo, desde que ganhe alguma coisa com isso. Que a direita esquece tudo, desde que os negócios floresçam. A esquerda e a direita portuguesas têm, em Angola, o seu retrato. Os portugueses, banqueiros e comerciantes, ministros e gestores, comunistas e democratas, correm hoje a Angola, onde aliás se cruzam com a melhor sociedade americana, chinesa ou francesa.
Para os portugueses, para a esquerda e para a direita, Angola sempre foi especial. Para os que dela aproveitaram e para os que lá julgavam ser possível a sociedade sem classes e os amanhãs que cantam.
Para os que lá estiveram, para os que esperavam lá ir, para os que querem lá fazer negócios e para os que imaginam que lá seja possível salvar a alma e a humanidade. Hoje, afirmado o poder em Angola e garantida a extracção de petróleo e o comércio de tudo, dos diamantes às obras públicas, todos, esquerdas e direitas, militantes e exploradores, retomaram os seus amores por Angola e preparam-se para abrir novas vias e grandes futuros. Angola é nossa! E nós? Somos de quem?
Sociólogo
Não conheço o livro, mas conheço o Rosa Coutinho. Daí que me pareça inteiramente verosímil esta história tenebrosa.
M. Amaral de Freitas
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Primeira República - A “Plutocracia”

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2010 - Tempo de Revolução
Professor Doutor Mocho, catedrático da Universidade Terrugence Dra. Quitéria Barbuda
Capítulo 1 – a “Plutocracia”
“Reinado de Vida Nova” – Frase utilizada na proclamação da república em 5 de Outubro de 1910
Muitos monárquicos passaram a solicitar a Machado dos Santos cartões de “revolucionários civis” com o fim de obterem empregos neste “Reinado de Vida Nova”
Apareceram 3 partidos políticos:
- Democrático – Dr. Afonso Costa
- Evolucionista – Dr. António José de Almeida
- Unionista – Dr. Brito Camacho
Afonso Costa era o Chefe do Governo, e por isso uma multidão de monárquicos ingressou neste partido a fim de garantirem os empregos públicos que ocupavam. Com eles entraram os “oportunistas”, os homens das grandes “negociatas”, do “mercado negro”, ou seja, a “Plutocracia” (o equivalente agora ao Jorge Coelho, António Vitorino, Mário Soares, Armando Vara, Fernando Nogueira, Marques Mendes, Ferreira do Amaral, José Sócrates, Cavaco Silva, António Costa, Edite Estrela etc.), que se serviram do partido que detinha o poder para realizarem os seus “chorudos negócios”.
As “aldrabices” sempre fizeram parte dos parasitas, e Afonso Costa “prometeu” acabar com o analfabetismo, que na altura rondava os 70%, o equivalente ao “prometo que não vou aumentar impostos” do Zézito.
Prometeu o “barateamento do custo de vida” mas sucedeu o contrário, devido à acção da “Plutocracia” que promovia o seu encarecimento por todas as formas.
O primeiro Presidente da República, o dr. Manuel de Arriaga, apercebendo-se da falência do país, nomeou o general Pimenta de Castro para chefiar o novo Governo, concedendo-lhe largos poderes. A “Plutocracia” sentiu-se ameaçada e preparou um golpe de estado (equivalente ao atentado a Sá Carneiro), que eclodiu no dia 14 de Maio de 1914, demitindo o presidente e colocando no poder um brasileiro de nome Bernardino Machado que entregou de imediato o poder ao partido Democrático.
Capítulo 2 – O Grande Negócio – A Primeira Grande Guerra
Os negócios obscuros do gang do Zézito andam em roda viva, o TGV é disso o maior exemplo. A participação portuguesa na Primeira Grande Guerra foi da responsabilidade da “Plutocracia”, que ganhou muito dinheiro com a morte de milhares. Lançaram ao povo a maior mentira de todos os tempos: “a Inglaterra, nossa aliada, solicitou a entrada de Portugal na guerra” (o equivalente do Mário Soares ao “temos de descolonizar”)! Portugal com um exército de maltrapilhos (equivalente ao de agora) declarou guerra à Alemanha e apreendeu (roubou) os navios da Alemanha que se encontravam nos portos portugueses, criou o Comissariado dos Abastecimentos (equivalente à RTP, EDP, GALP), do qual a “Plutocracia” se apropriou, e muitos fizeram grandes fortunas. O povo passou a ter privações de toda a espécie. O pão passou a ser feito com farinha de ervilhas secas, muitas estragadas, porque a “Plutocracia” fazia grandes negociatas com o trigo (equivalente ao preço da electricidade). A quase totalidade dos merceeiros (o equivalente aos banqueiros) ingressou nos partidos, a fim de poderem praticar, com impunidade total, o “mercado negro”. Quem tivesse bastante dinheiro (o equivalente a Rui Pedro Soares, Bava, Soares) não lhes faltava nada em casa. Perante esta imundice moral e material, o major Sidónio Pais realiza a revolução de 5 de Dezembro de 1917. O povo assaltou as mercearias da “Plutocracia” e encontraram tudo os que lhes negavam vender. No Conde-Barão descobriram um armazém com grande quantidade de caixotes que diziam conter bacalhau que o Comissariado dos Abastecimentos pretendia enviar para o Exército Português que estava em França, mas ao abrirem-nos o bacalhau estava todo podre. Foi nesta altura que Sidónio Pais, numa troca de cartas com Inglaterra é informado de que este país nunca tinha solicitado a Portugal a entrada na guerra. A “Plutocracia” tinha mentido ao país! É assim ordenado o regresso das tropas de França.
Capítulo 3 – A “Plutocracia” e a Maçonaria
Os membros da “Plutocracia” vendo que os seus negócios estavam a declinar, ingressaram na Maçonaria, que decidiu assassinar Sidónio Pais em Dezembro de 1918. Foi nesta altura que se descobriu um carimbo com o nome do presidente da República, Bernardino Machado, com o qual a “Plutocracia” assinava decretos clandestinos (equivalente ao caso PT-TVI). Os monárquicos tentaram conquistar o poder, mas não conseguira. Em Santarém havia um gerente bancário de uma agência do Banco de Lisboa que, após o filho terminar o curso de Direito, filiou-o no Partido Democrático, causando a indignação entre os monárquicos da região. Respondeu-lhes:
“Que querem vocês? Tive de tratar do futuro do meu filho. Filiei-o nos democráticos que é dali que lhe pode vir um futuro”
Poucos dias depois este jovem foi nomeado Governador Civil de Santarém (agora passa-se exactamente assim).
Havia um barbeiro estabelecido na rua 1º de Dezembro, em Lisboa, que conseguiu vir a ser um funcionário do Ministério da Agricultura. Um dia o ministro João Luís Ricardo mandou comparecer este funcionário no seu gabinete e perguntou-lhe:
“Finalmente o que é que politicamente vice é? Está aqui anotado que você foi primeiro monárquico, depois democrático, a seguir sidónista, e agora é outra vez democrático?”
O zeloso “plutocrata” respondeu:
“Eu a tal respeito elucido V. Exa.Eu fui e sou politicamente sempre o mesmo. Porém, como os ministros vão mudando, eu estou sempre com os ministros.”
No dia 12 de Junho de 1914 o jornal “A República” publicou:
“Quem aparece em todas as tramóias eleitorais? O partido democrático, a gente do partido democrático (…) Quem aparece solidarizado, cúmplice de assassinatos, atentados contra a propriedade, insultos públicos, agressões, violências e desordens? O partido democrático, gente do partido democrático…”
No dia 5 de Outubro de 1920 o dr. Brito Camacho, chefe do Partido Unionista, escreve no jornal “A Luta”:
“Desacatos graves à Constituição; nenhum respeito pelas chamadas leis ordinárias; achincalhamento das instituições; censura e suspensão de jornais; prisões arbitrárias, mantidas por tempo indefinido; esbanjamento dos dinheiros públicos, para se manterem clientelas famintas…”
No dia 31 de Março de 1919 a “República” publica:
“A lição dos factos convence toda a gente de que realmente os partidos políticos faliram e de que é necessário em absoluto que se dissolvam, permitindo que se dê à política nacional uma orientação capaz de assegurar ao País e à República uma vida de progresso, de trabalho e de ordem”.
O jornalista Homem-Cristo escreveu no “Aveiro”, do dia 2 de Agosto de 1925:
“Neste País de parvos, de cobardes e de ladrões, só um governo fora dos partidos e apoiando-se no Exército poderá melhorar o profundo estado de ruína moral, intelectual e material, esta vergonha, esta desgraça a que alguns miseráveis nos arrastaram”.
“Para a esmagadora maioria dos portugueses, a revolta da tropa em 28 de Maio foi uma acção libertadora – e a chegada de Salazar ao poder foi um alívio” – Dra. Quitéria Barbuda in "O Grande Herói Popular", Revista "Espírito", nº 12, 2005.
Capítulo 4 – 28 de Maio de 1926
Proclamação distribuída por toda a Nação às 5 horas da manhã do dia 28 de Maio de 1926
“PORTUGUESES! Para homens de dignidade e de honra a situação política da Nação é inadmissível. Vergada sobre a acção duma minoria devassa e tirânica, a Nação envergonhada sente-se morrer. Eu, por mim, revolto-me abertamente; e os homens de valor, de coragem e dignidade, que venham ter comigo, com as armas na mão, se quiserem comigo vencer ou morrer. Às armas, Portugal! Portugal, às armas pela liberdade e pela honra da Nação! Às armas, Portugal!
General Gomes da Costa
A revolução triunfa, mas os problemas com a “Plutocracia” continuam. O general Gomes da Costa como político manifestava a maior ignorância e os “Plutocratas” deixaram-no cometer uma série de asneiras políticas. O Dr. António de Oliveira Salazar, ministro das Finanças, demite-se e retira-se para Coimbra. O Exército intervém e por inépcia política tira Gomes da Costa do poder, fixa-lhe residência nas ilhas, e promove-o a marechal pelo seu alto valor militar.
Toma o poder o general Carmona que verifica que a “Plutocracia” ocupava indevidamente diversos cargos públicos, nos quais só apareciam para tratar dos seus negócios.
Decreto nº 11944
“Arredar os ineptos pelo progresso dos anos é um benefício necessário para a Administração.
Art.º 1.º - É fixado em sessenta anos o limite de idade atingido, pelo qual será imposta aos funcionários civis do Estado a aposentação a que tiverem direito, na conformidade da legislação vigente.
Capítulo 5 – António de Oliveira Salazar – o carácter providencial e divino
Em Dezembro de 1923 apresentou no Congresso das Associações Comerciais e Industriais de Portugal, que se realizou em Lisboa, uma tese intitulada “Redução dos Grandes Gastos Públicos”, trabalho este que levou os meios financeiros do País a considerarem o autor como “uma grande figura para o futuro ressurgimento da Nação”. A 11 de Maio de 1932 o general Carmona convida-o para a Presidência do Conselho, ficando também interinamente com o Ministério do Exército, no qual procedeu a grandes reformas que descontentou alguns elementos. Salazar respondeu-lhes:
“Tenho todos os dias comboio para Coimbra com apenas um bilhete de ida, mas sem volta…”
Capítulo 6 – Humberto Delgado, e os anexos secretos do “Pacto de Almada”
Durante a campanha eleitoral em que foi candidato, Humberto Delgado recebeu dinheiro de um capitalista exilado no Brasil, a quem ele prometeu o exclusivo do fabrico de pneus numa fábrica a montar em Setúbal, e terminar com a “Mabor” em Portugal, caso vencesse as eleições (anexo). E auto-promover-se a marechal, o seu grande sonho! Mas perdeu e a partir daí sabia que seria responsabilizado por aqueles a quem ele prometera secretamente mundos e fundos: o partido comunista! Os comunistas começaram por achar que era um “vaidoso, que lhe faltava equilíbrio político, com uma táctica desequilibrada”, mas por fim consideraram-no um “atardado mental”.Entretanto Delgado adoeceu e os comunistas conseguiram que fosse operado no Hospital Policlínico de Roma, usando um passaporte falso com o nome de Bem Yousseff. Os problemas mentais de Delgado agravaram-se, deixando de querer estar ao serviço da Rússia, e passar para o serviço da China. Os comunistas prepararam a sua morte, quando ele precisou de ser novamente operado. Conseguiram que fosse internado na Clínica de San Ciro, em Milão, que era dirigida por um célebre médico comunista chamado Alessandro Beltramini. Mas a missão não foi avante devido a acontecimentos inesperados. Delgado foi enviado para a Argélia onde se encontravam muitos terroristas portugueses dirigidos por Mário de Carvalho, aquele que futuramente o mandou assassinar. O carrasco do general pertencia à Frente Patriótica de Libertação Nacional, organização a que Delgado se recusou pertencer, resolvendo criar outra, a Frente Portuguesa de Libertação Nacional, também com sede em Argel. Os comunistas não gostaram e quando souberam que ele pretendia ir a Badajoz avistar-se com os representantes da Oposição residentes em Portugal, prepararam o atentado. Devido às suas debilidades mentais atrás referidas, conseguiram convence-lo a entrar clandestinamente em Portugal, arranjando para isso dois “passadores”. Para que ele não desconfiasse, enviaram-lhe um terceiro “passador” que lhe “servia de guia para entrada clandestina. O “passador” foi enviado num automóvel Lincoln de 1962, que tinha o número 983880, chapa de matrícula da Virgínia, Estados Unidos, cujo proprietário era Ely Tapiero, com residência na rua Reina Vitória, nº 15, Madrid. O carro parou perto da Vila Nueva del Fresno, a sul de Badajoz, onde os comunistas lhe tinham montado uma emboscada, matando-o juntamente com a amante. |
Razões para se ser Paçoarcoense
O Comandante Guélas renega a cidadania europeia e declara-se Paçoarcoense, porque não é anti-semita. A maioria dos europeus apoiaram no passado os campos de extermínio e os seus descendentes apoiam agora os neo-mazis da esquerda, amigos dos terroristas. O problema é genético, o grande historiador de Paço de Arcos, Carlos Ponta, relembrou num seminário da Universidade Dra. Quitéria Barbuda, na famosa estancia balnear da Terrugem de Cima, que um dos grandes heróis dos muçulmanos radicais de hoje, o Mufti de Jerusalém, fez no passado um pacto com Hitler. Neste momento o anti-americanismo está suspenso, porque um preto ocupa a Casa Branca. Por isso, para os profetas da esquerda racista social-fascista só resta agora o crónico anti-semitismo, argumento usado no passado pelos europeus como causa das suas frustrações. Dá-lhes uma sensação de superioridade moral. Israel está rodeado por nazis (Europa incluída) que querem enviar novamente o seu povo para os campos de extermínio, e é por isso que terá sempre de vencer todas as guerras. E por as vencer sempre é considerado um demónio, enquanto que os terroristas são os eternos coitadinhos. A imprensa ocidental gostaria que Israel, o único Estado de Direito e democrático no Médio Oriente, fosse uma “vítima boa”, fraca e paciente, que tivesse constantemente a receber mensagens de condolências. Se Israel tivesse um exército igual ao de qualquer país europeu já não existiria. Combateu praticamente sozinho em todas as batalhas decisivas para a sua sobrevivência e as suas vitórias irritaram sempre os europeus. O Comandante Guélas nunca deixará que a vergonhosa historia europeia se repita, e por isso pôs à disposição do povo mártir judeu o seu glorioso exército, com a famosa Brigada Bigornas.

“Mavi Marmara” o Barco Terrorista
Estranhos “pacifistas” com máscaras antigás, coletes antibalas, equipamentos de visão nocturna, granadas, barras de ferro, cocktails molotov, punhais com o nome das milícias Hezbollah e bandeiras do Hamas. Um dos turcos pertence ao IHH, movimento radical ligado à Jihad Mundial, registado em Istambul em 1995 (patrocinado secretamente pelo governo de Erdogan), cujos membros participaram em actividades terroristas nos anos 90 na Bósnia, disse num vídeo antes do assalto que esperava morrer como um mártir. Foi esta organização criminosa a promotora da frota terrorista. Escondidos dentro das “remessas humanitárias” iam militantes treinados para conflitos armados com armas. “O que os terroristas do Hamas querem não são tomates nem medicamentos, mas sim mísseis vindos de Gaza”, disse o Tenente Proveta do Tribunal do Santo Ofício da RIAPA (TSOR).
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Pasta 64

O tacho da mamã do Anacleto, a Noémia Louçã!
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Mãe de Louçã, 79 anos, assessora da Assembleia da República
Está sempre a falar dos "boys" mas esque...ceu-se do TSOR (Tribunal do Santo Ofício da RIAPA) !O Anacleto arranjou um tacho para a mamã Noémia, de 79 anos. E que tacho!!!
Despacho (extracto) n.º 5296/2010
Assembleia da República - Secretário-Geral
Nomeação da licenciada Noémia da Rocha Neves Anacleto Louçã para a categoria de assessora do Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda
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Pasta 65

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Em Lisboa já desconfiavam da estranha forma física do Nani, que foi confirmada pelo teste anti-doping, que acusou a presença de substâncias ilícitas no corpo do jogador da selecção. Pensando tratar-se dum lapso, levaram-no para a África do Sul. Mas a contra-análise foi fatal: além de doping o rapaz de Massamá também gosta de consumir das chamadas “drogas sociais”. Madaíl ficou em pânico, pois sabia que a Fifa iria iniciar o seu próprio rastreio anti-doping, e com o Nani descoberto arriscava-se a que todos os jogadores da selecção fossem obrigados a passar pelo mesmo crivo, e aí seria o descalabro: Bruno, Miguel, Liedson…etc., etc. Porque é que Madaíl não falou? E o médico, que noutras ocasiões sem importância veio armado em galaró? Acobardaram-se, porque sabiam que iriam ter de mentir, e isso punha-lhes em risco os seus tachos. Madaíl sabe do escândalo das saídas pedófilas que ele e os seus amigos fizeram em Macau, que a muito custo conseguiram esconder, e não aguentaria uma nova mentira, porque esta desenterrava a outra. |
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Um monstro chamado Ernesto
"Antes de Fidel chegar a Havana, no início de 1959, o "Che" já estava instalado com os seus homens numa prisão dos arredores. Ali fuzilou várias pessoas, de acordo com o que ele próprio apelidava de «pedagogia do paredão». O "Che", a quem muitos tratam como um herói, tem uma outra história. Se a conhecessem certamente a repudiariam (...). Era um sanguinário, sujo e arrogante".
Juanita Castro, irmã do Fidel e do Raul |
Pasta 67
A prova final
Chinês na Brasa

Chineses a comerem um amigo
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Pasta 68
O "Espírito Nazi" da Dinamarca!

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O mar tinge-se de vermelho com o assassinato de centenas de famosos e inteligentíssimos
Golfinhos Calderon.

Acontece todos os anos na Ilha Feroe na Dinamarca. Neste massacre participam principalmente jovens para demonstrarem que já chegaram à idade adulta!

TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade, "apoiando-a como espectador".

O golfinho Calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, aproximam-se do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.


Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos.

Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.

Sofre e não há compaixão até que este dócil ser sangra lentamente e sofre com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.

Finalmente estes nazis da ilha são adultos racionais porque já demonstraram a sua maturidade!

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Pasta 69

Salazar, as Saudades de um povo!
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27 de Julho de 2010
40 anos desde a morte de Salazar
40 anos de Poder
40 anos de Saudade
Foi com Salazar que Portugal começou a ser menos pobre, menos analfabeto, mais europeu. Antes dele e depois dele os políticos destruiram a riqueza e frustraram expectativas. A partir de 1950 até 25 de Abril de 1974 o país teve as taxas de crescimento mais altas da sua história. Os orçamentos do Dr. Oliveira Salazar eram equilibrados e a inflação era baixa. Foram os seus governos que introduziram os primeiros sistemas de protecção social e que conseguiram escolarizar, pela primeira vez, uma geração inteira. O salazarismo viabilizou uma transformação económica e social, ao contrário dos anteriores regimes que falharam. O Estado Novo foi um regime suficientemente forte para não necessitar de ser violento, como o foi durante o domínio do Partido Repúblicano, tão elogiado por Soares, Alegre e restante escória.
A 30 de Maio de 1944 Álvaro Cunhal diz que "se as oposições vencerem, não estão em condições de garantir mais liberdade aos seus adversários".
Naquele tempo uma democracia como a de hoje não era a alternativa.
Durante a 2ª Grande Guerra o génio de Salazar fez com que servisse ambos os lados, com lucro.
Após o 25 de Abril o Estado Novo contribuiu com pessol para todos os partidos, e muitos deles com papéis importantes: o vice-primeiro ministro do governo de Vasco Gonçalves, José Ribeiro, pertencia ao regime deposto.
O que Salazar dizia do seu ministro Duarte Pacheco: "bastante das esquerdas mas, como tinha grande ambição de poder, adaptou-se com facilidade".
O que disse quando soube do assassinato de Humberto Delgado por Manuel Alegre e gente do PCP: "Este assassínio é o tipo de coisas que pode desmantelar um regime". |
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O Bando da Cândida

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TSOR escutou a Procuradoria!
25 de Julho de 2010
O Triunfo dos Porcos
Maio 2010
Faria - Nós queremos interrogar o Zézito e o Boca Torta.
Cândida - E é para quando?
Faria - Estamos à espera do relatório final da PJ.
Vitor - Só assim é que poderemos formular as perguntas.
Julho 21
Recebem o relatório
Julho 12
Enviam as perguntas à Cândida
Cândida - Temos de nos reunir, quero negociar.
Faria - Tem de nos pôr o que disse por escrito. Lembre-se que o estatuto do MP obriga-a a isso, porque é nossa superior hierárquica.
Cãndida - Estou-me ca...(ruídos) para o estatuto do MP!
Reunião do Trio
Cândida - Temos de combinar o fim da investigação. A Testa de Ferro do Zézito, que tem casa à entrada de Castelo Branco, já escondeu o dinheiro dos dois estarolas.
Vitor - E o que é que propõe?
Cândida - Fecha-se, eles safam-se. e vocês podem escrever no despacho final as 27 perguntas ao Zézito. E eu também me safo.
Julho 23
"Nunca o PGR viu um despacho igual"
Pinto
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Símbolos da pedofilia
O FBI produziu um relatório em Janeiro sobre pedofilia e enviou-o ao TSOR. Nele estão colocados uma série de símbolos usados pelos pedófilos para se identificarem. Os símbolos são sempre compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores.
Homens são triângulos, mulheres corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes...) entre outros objectos.

Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representa homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. A ideia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibir em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o que mais se queira.

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O Gang do Aníbal

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"EU ERA UM MÍSERO PROFESSOR, MINHA SENHORA" – Cavaco Silva a Judite de Sousa
Era um mísero professor catedrático de economia que nada sabia de aplicações de poupanças e desse negócio sabia tanto como um qualquer trolha.
Era um mísero professor que além de vencimento de topo na carreira dos professores ainda acumulava com pensões do governo e do Banco de Portugal.
É um mísero político que tem dos professores uma visão ofensiva para toda a classe e que não hesita em ofender milhares de portugueses só para se armar em ignorante num domínio em que não pode invocar ignorância.
É um mísero político que depois de exercer os mais altos cargos durante mais de quinze anos diz que não é político para não carregar com o estigma de uma classe de políticos corruptos, muitos dos quais foram invenção dele.
É um mísero professor que tem uma luxuosa casa de férias no Algarve.
É um mísero professor que não tem a mais pequena consideração pelos professores deste país, não hesitando em promovê-los a ignorantes para invocar ignorância economia, ele que foi doutorado em York, professor universitário, técnico do Banco de Portugal, primeiro-ministro e Presidente da República.
É um mísero professor que nem tem consideração pela sua profissão e condição de professor doutorado, imagine-se em que conta deverá ter todos os outros portugueses.
«Cavaco é ainda mais sério quando está a dormir»
José Manuel Coelho
"Para estar aqui consigo tive de tomar dois supositórios Benuron" - apoiante do Cavaco.
Se as negociatas em que andou envolvido o Cavaco
se passaram como o Marques Mendes contou, estamos sob uma forma de Madoff à portuguesa, em que não existia verdadeiramente um mercado sério e honesto, na compra e venda das acções da SLN/BPN, mas apenas a manipulação de preços pelos accionistas, para artificialmente criar preços de refe...rência das tais acções. Se somarmos as contas manipuladas das sociedades em causa, é uma espécie de Madoff que não se limitavam a beneficiar alguns amigos e accionistas mas prejudicar gravemente as sociedades em causa, com os prejuízos a serem futuramente pagos pelos contribuintes portugueses. Em 2001 o senhor Aníbal e a filha compraram ...ações da SLN, empresa detentora do BPN e sem cotação na bolsa, a 1 euro cada. Nem poupanças no BPN, nem impostos. Ações da SLN.
Dois anos depois (no final de 2003) vendeu as mesmas ações à SLN Valor (que mesmo com as contas aldrabadas dava um lucro insignificante) por 2,4 euros e teve um lucro de 147,5 mil euros (209,4 para a menina).
A estranha valorização foi determinada por contrato, já que a sociedade não estava cotada na bolsa por uma administração composta por amigos.
Lucrou 140% com a vendas das acções, dele e da filha...ao Oliveira e Costa! Mais ninguém teve esse lucro.
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Pasta 73
Árabes e Democracia

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A jornalista da CBS Lara Logan foi violentada na Praça Tahir por gente que gritava “judia”, “judia”.
Na Argélia o voto secreto e universal levou à vitória dos radicais islamitas da FIS, na Palestina à do Hamas
Estas revoluções árabes são parecidas com o que se passou na Europa de 1848, quando um vago sentimento revolucionário comum percorreu o continente e pareceu unificar o que eram movimentos e reivindicações muito diferentes de húngaros, alemães ou franceses. Ou seja, em 2012 todos ficarão com um sabor amargo na boca, parecido com o que sentiam os revolucionários europeus em 1849. As ditaduras estarão de volta, pois os conflitos étnicos irão degenerar em violência inter-étnica. 1400 anos de islão, feito sempre, mas sempre de crimes…crimes…crimes….que começaram com o “profeta” sexagenário a VIOLAR UMA MENINA DE OITO ANOS (AISHA), com quem “casou”….e que se fartou de assaltar, roubar, violar e matar, de preferência cortando pescoços (no que tem sido imitado nestes séculos…).
Os países árabes nunca evoluirão para regimes democráticos porque a sua FORMAÇÃO CULTURAL assenta nesta HISTÓRIA:
- A partir de 622: banditismo organizado por Maomé desde Medina (Arábia Saudita). Batalha de Badr onde Maomé e o seu bando assassinaram 70 homens, apoderando-se de um valiosos espólio. Múltiplos assassinatos políticos contra os adversários do profeta, numerosos ataques a judeus da região;
- 627: extermínio pelo exército de Maomé da tribo judaica Bann Qurayza (600 a 900 pessoas);
- Na mesma época: expulsão dos Nadir e o seu subsequente massacre;
- 634: invasão da Síria por Abu Bakr, morte de 4.000 pessoas na defesa das suas terras entre Gaza e a Cesareia. Campanha da Mesopotâmia: 600 mosteiros destruídos, monges assassinados, árabes monofisitas convertidos ou mortos, extermínio da população de Elam e execução de notáveis em Susa;
- 634-638: invasão de Jerusalém e destruição de igrejas seguido de pilhagens, provocando um surto de fome em 639, o qual se traduziu em milhares de mortos;
- Na Arménia, massacre da população de Euchaita;
- Assíria devastada, grandes destruições na região de Daron, no sudoeste do lago Van (Turquia). Novas expedições em 642 com massacres e escravatura;
- 643: conquista de Tripoli por Amr, pilhagem, escravatura de mulheres, assim como de crianças, em proveito do exército árabe;
- 652 a 1276: envio anual de escravos da Núbia para o Cairo;
- Cartago arrasada e os seus habitantes executados, acontecendo o mesmo na Anatólia (Turquia), Mesopotâmia, Síria, Irão e Iraque;
- Fim do século VII: conquista do Egipto por Amr b. al As, massacre de todos os habitantes de Behnesa, após o de Rayum, assim como o de Fayoum, Aboit, Nikin.
700
- 704-705: Os nobres arménios são reunidos nas Igrejas de São Gregório em Naxcawan e Xram no Azaxis e incendiadas;
- 712: conquista de Sind na Índia por Muhammad b. Qasim, massacres no porto de Debal (foz do Indus), durante três dias, entre 6.000 e 16.000 pessoas mortas em Brahminabad;
- 722: destruição de conventos e de igrejas no Egipto;
- 781: saque de Efeso (Turquia), 7.000 gregos deportados;
- Século VIII: mosteiros hindus de Kizil destruídos.
800
- 832: massacre de Coptas no Baixo Egipto após a sua revolta contra um imposto discriminatório;
- 838: tomada de Amorion e escravatura dos vencidos;
- 852-855: perseguições na Arménia;
- 884: convento de Kalilshn em Bagdade pilhado e destruído;
- Século IX: conversões forçadas em Harran;
- Século IX: massacre de cristãos em Sevilha.
900
- 903: 22.000 cristãos tornados escravos em Tessalónica;
- 924: Igreja e convento de Maria em Damas destruídos, assim como milhares de igrejas no Egipto e na Síria;
- No dobrar do ano mil: pilhagens e destruições na Índia por Mahmud de Ghazni, 50.000 homens mortos após a batalha de Sommath;
1000
- 1004: Mahmud invade Multan (Paquistão). Conversões forçadas na região de Ghor;
- 1010: Mahmud invade o reino de Dawud de Multan;
- 1010 a 1013: centenas de judeus assassinados no sul de Espanha;
- 1016: judeus chacinados em Kairouan (Tunísia);
- 1033: massacre de 6.000 judeus em Fez (Marrocos);
- 1064: conquista da Geórgia e da Arménia por Arp Arslan, massacres e escravatura;
- 1066: 4.000 judeus mortos em Granada (Espanha);
- Século XI: massacre de judeus em Fez e em Granada.
- 1126: cristãos espanhóis deportados para Marrocos pelos Almorávidas;
- Por volta de 1150: perseguições em Tunes;
- 1165 e 1178: conversões forçadas de judeus no Iémen;
- 1192: no estado de Bihar (este da Índia), Muhammad Khiji massacra os monges budistas e arrasa uma grande biblioteca, destruição de templos em sarnath perto de Bénarès;
- 1198: conversões forçadas de judeus em Aden;
- Século XII: massacres de judeus na África do norte pelos Almóadas.
1200
- Por volta de 1200: perseguições de budistas;
- 1232: massacre de judeus em Marraquexe;
- 1268: massacre aquando da conquista de Antióquia (Turquia) por Baybars;
- 1291 e 1318: conversões forçadas de judeus em Tabriz (noroeste do Irão);
- Século XII: perto de Damas (Síria), a população de Safad é decapitada pelo sultão Baybars. 1300
- 1333 e 1334: conversões forçadas de judeus em Bagdade (Iraque);
- 1351: Firuz Chah dirige o norte da Índia: 180.000 escravos na sua cidade e destrói os templos hindus;
- Do século XIV ao século XVII: recolha de mais de 1/5 dos filhos das famílias da aristocracia cristã na Grécia, Sérvia, Bulgária, Arménia e Albânia, o que equivale a 8.000 a 12.000 pessoas por ano.
1400
- 1400: Tamerlão devasta Tbilissi (Georgia);
- 1403: nova expedição de Tamerlão à Georgia, massacres, destruição de aldeias e cidades;
- Início do século XV: na Mesopotâmia, massacre de 4000 pessoas em Sivas (Turquia), 10.000 em Tus, 100.000 em Saray (Turquia), 90.000 em Bagdade (Iraque) e 70.000 em Ispahan (Irão).
1600
- 1622: perseguições contra os judeus na Pérsia;
- A meio do século XVII: conversões forçadas de judeus na Pérsia;
- 1679-1680: destruição de templos em Udaipur, Chitor, Jaipur por Aurangzeb (norte da Índia);
- Século XVII: conversões forçadas na Anatólia (Turquia).
1700
- 1770 a 1786: judeus expulsos de Jeddah (Arábia Saudita), refugiando-se no Iémen;
- 1790: massacre de judeus em Tétuan (Marrocos).
1800
- 1828: massacre de judeus em Bagdade;
- 1834: pilhagem em Safed;
- 1839: conversões forçadas e massacre de judeus em Meshed (Irão);
- 1840: massacre de judeus em Damas;
- 1867: massacre de judeus em Barfurush;
- 1894, 1895 e 1896: massacre de 250.000 arménios pelos turcos;
- Século XIX: explosão de violência em Marrocos, na Argélia, Tunísia, Líbia e nos países árabes do Médio Oriente.
1900
- 1904 e 1909: 30.000 arménios chacinados em Adana;
Muitas mais façanhas desta “religião do amor e tolerância” poderiam ser descritas, basta lembrar a invasão da Península Ibérica no ano 711, ou os mais de milhão e meio de europeus feitos escravos pelos muçulmanos entre os séculos XVI e XVIII. Porém, não é necessário revisitar muito mais a história quando nos deparamos com uma Jihad na Europa em pleno século XXI. Os atentados de Madrid (191 mortos), o massacre das crianças de Beslan (331 mortos) ou mais recentemente os ataques suicidas em Londres (52 mortos), são a prova viva de que o Islão, essa religião agressiva e estranha à Europa, quer voltar a impor-se no nosso continente, resultado de uma frustração secular, já que os muçulmanos nunca aceitaram bem a derrota em Covadonga, ou a de Lepanto, ou mesmo a de Viena, só para citar algumas. |
Pasta 74
"Ordem de Captura" do COPCON em Branco
com assinatura do Otelo
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Direito Penal

Direito Processual Penal do Cidadão
Direito Processual do Inimigo
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O Direito Penal deve ser diferenciado, tendo em conta o Crime e os Delinquentes que se pretende punir. Sendo assim, terá de haver um Direito Penal que se aplique à média e baixa criminalidade e outro que se aplique à criminalidade mais complexa e organizada. O primeiro visará os cidadãos integrados no estado, que aceitam a autoridade da norma jurídica, que sanciona o crime. O segundo destinar-se-á aos Inimigos, que rejeitam a Autoridade do Estado.
Direito Penal do Cidadão - visará então os criminosos vulgares (homicidas, violadores ocasionais, burlões, autores de crimes passionais, etc.), enquanto o Direito Penal do Inimigo visará os criminosos profissionais, compulsivos e ideológicos (tráfico organizado de drogas, exploração comercial de crimes sexuais, pedofilia, criminalidade económica, terrorismo, etc.).Certos indivíduos ao praticarem certos tipos de delitos quebram o contrato social que os liga ao estado e à sociedade e, assim, devem ser tratados como inimigos. Quem comete, de forma permanente, determinados crimes que ameaçam o Estado e a Sociedade deve ser eliminado como um inimigo. O Direito Penal deverá deixar de ser retrospectivo (que pune um facto já praticado) para passar a ter um cariz prospectivo (que evita o cometimento de um crime futuro). As pessoas passarão a ser punidas pelo que são (capazes de fazer e de pensar). Não de pode defender o Terrorismo e os Terroristas e ficar impune, como ficou Mário Soares ao abandonar os portugueses nas colónias, entregando-os nas mãos dos seus amigos terroristas; ou Louça a aprovar as acções terroristas no Iraque e em Jerusalém.Assim, certos delinquentes deveriam ser objecto de custódias de segurança. O estado deverá responder com uma declaração de guerra a certo tipo de acontecimentos delituosos e não com o Direito.
Direito Processual Penal do inimigo – Deverá incentivar-se a denúncia, recompensar-se a colaboração dos arrependidos, violar-se os sigilos. Num contexto de guerra o valor fundamental é a segurança e não a Justiça. O que aconteceu na Cova da Moura foi um Acto de Guerra, e como tal deverá ser tratado. Aqui a função do direito já não é a de realizar a Justiça, mas sim a de legitimar as medidas que garantam a Segurança. Este tipo de gente não merece a protecção da Ordem Jurídica, têm de ser postos fora do género humano. Ao delinquente inimigo deverá reforçar-se as medidas cautelares e preventivas, endurecer-se as penas e a reclusão. Guantánamo é um bom exemplo, o Inimigo tem de ser abatido! Direito Processual Penal do Cidadão – ao delinquente deverá aplicar-se o clássico direito processual penal, com todas as garantias.O tribunal se condena uma pessoa que matou outra, o que é que se pretende?Reafirmar o valor da vida humana ou a autoridade da norma do Código Penal que prevê e pune o homicídio?O que é que se quer defender com a pena aplicada, o bem jurídico ofendido ou a validade da norma violada?
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Vara, o Grande Trafulha

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Toda a 'carreira', se assim lhe podemos chamar, de Armando Vara, é uma
história que, quando não possa ser explicada pelo mérito (o que,
aparentemente, é regra), tem de ser levada à conta da sorte. Uma sorte
extraordinária. Teve a sorte de, ainda bem novo, ter sentido uma
irresistível vocação de militante socialista, que para sempre lhe mudaria o
destino traçado de humilde empregado bancário da CGD lá na terra. Teve o
mérito de ter dedicado vinte anos da sua vida ao exaltante trabalho político
no PS, cimentando um currículo de que, todavia, a nação não conhece, em
tantos anos de deputado ou dirigente político, acto, ideia ou obra que fique
na memória.
Culminou tão profícua carreira com o prestigiado cargo de ministro da
Administração Interna - em cuja pasta congeminou a genial ideia de
transformar as directorias e as próprias funções do Ministério em Fundações,
de direito privado e dinheiros públicos. Um ovo de Colombo que, como seria
fácil de prever, conduziria à multiplicação de despesa e de "tachos" a
distribuir pela "gente de bem" do costume. Injustamente, a ideia causou
escândalo público, motivou a irritação de Jorge Sampaio e forçou Guterres a
dispensar os seus dedicados serviços. E assim acabou - "voluntariamente",
como diz o próprio - a sua fase de dedicação à causa pública.
Emergiu, vinte anos depois, no seu guardado lugar de funcionário da CGD,
mas agora promovido por antiguidade ao lugar de director, com a misteriosa
pasta da "segurança". E assim se manteve um par de anos, até aparecer também
subitamente licenciado em Relações Qualquer Coisa por uma também súbita
Universidade, entretanto fechada por ostensiva fraude académica. Poucos dias
após a obtenção do "canudo", o agora dr. Armado Vara viu-se promovido - por
mérito, certamente, e por nomeação política, inevitavelmente - ao lugar de
administrador da CGD: assim nasceu um banqueiro. Mas a sua sorte não acabou
aí: ainda não tinha aquecido o lugar no banco público, e rebentava a barraca
do BCP, proporcionando ao Governo socialista a extraordinária oportunidade
de domesticar o maior banco privado do país, sem sequer ter de o
nacionalizar, limitando-se a nomear os seus escolhidos para a administração,
em lugar dos desacreditados administradores de "sucesso". A escolha caiu em
Santos Ferreira, presidente da CGD, que para lá levou dois homens de
confiança sua, entre os quais o sortudo dr. Vara. E, para que o PSD
acalmasse a sua fúria, Sócrates deu-lhes a presidência da CGD e assim a
meteórica ascensão do dr. Vara na banca nacional acabou por ser assumida com
um sorriso e um tom "leve".
Podia ter acabado aí a sorte do homem, mas não. E, desta vez, sem que ele
tenha sido tido ou achado, por pura sorte, descobriu-se que, mesmo depois de
ter saído da CGD, conseguiu ser promovido ao escalão máximo de vencimento,
no qual vencerá a sua tão merecida reforma, a seu tempo. Porque, como
explicou fonte da "instituição" ao jornal "Público", é prática comum do
"grupo" promover todos os seus administradores-quadros ao escalão máximo
quando deixam de lá trabalhar. Fico feliz por saber que o banco público,
onde os contribuintes injectaram nos últimos seis meses mil milhões de euros
para, entre outros coisas, cobrir os riscos do dinheiro emprestado ao sr.
comendador Berardo para ele lançar um raide sobre o BCP, onde se pratica
actualmente o maior spread no crédito à habitação, tem uma política tão
generosa de recompensa aos seus administradores - mesmo que por lá não
tenham passado mais do que um par de anos. Ah, se todas as empresas,
públicas e privadas, fossem assim, isto seria verdadeiramente o paraíso dos
trabalhadores!
Eu bem tento sorrir apenas e encarar estas coisas de forma leve. Mas o
'factor Vara' deixa-me vagamente deprimido. Penso em tantos e tantos jovens
com carreiras académicas de mérito e esforço, cujos pais se mataram a
trabalhar para lhes pagar estudos e que hoje concorrem a lugares de
carteiros nos CTT ou de vendedores porta a porta e, não sei porquê, sinto-me
deprimido. Este país não é para todos.
P.S. - Para que as coisas fiquem claras, informo que o sr. (ou dr.) Armando
Vara tem a correr contra mim uma acção cível em que me pede 250 000 euros de
indemnização por "ofensas ao seu bom nome". Porque, algures, eu disse o
seguinte: "Quando entra em cena Armando Vara, fico logo desconfiado por
princípio, porque há muitas coisas no passado político dele de que sou
altamente crítico". Aparentemente, o queixoso pensa que por "passado
político" eu quis insinuar outras coisas, que a sua consciência ou o seu
invocado "bom nome" lhe sugerem. Eu sei que o Código Civil diz que todos têm
direito ao bom nome e que o bom nome se presume. Mas eu cá continuo a
acreditar noutros valores: o bom nome, para mim, não se presume, não se
apregoa, não se compra, nem se fabrica em série - ou se tem ou não se tem. O
tribunal dirá, mas, até lá e mesmo depois disso, não estou cativo do "bom
nome" do sr. Armando Vara. Era o que faltava!
Acabei de confirmar no site e está lá, no site institucional do BCP. Vejam
bem os anos de licenciatura e de pós-graduação!!!!! :
Armando António Martins Vara
Dados pessoais:
Data de nascimento: 27 de Março de 1954
Naturalidade: Vinhais - Bragança
Nacionalidade: Portuguesa
Cargo: Vice-Presidente do Conselho de Administração Executivo
Início de Funções: 16 de Janeiro de 2008
Mandato em Curso: 2008/2010
Formação e experiência Académica
Formação: 2005 - Licenciatura em Relações Internacionais (UNI)
2004 - Pós-Graduação em Gestão Empresarial (ISCTE) |
Pasta 77
Figuras Miticas Paçoarcoenses
Henrique da Rebelva
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Pasta 77
Os saqueadores de Londres

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Liam Bretherton, soldado do Exército Britânico, 20 anos, serviu no Afeganistão, foi detido
a roubar uma guitarra Gibson Les Paul no valor de 2000 libras de uma loja em Manchester.

Chelsea Ives, 18 anos Embaixadora dos Jogos Olímpicos 2012, que ajudará os visitantes, atirou um tijolo a um carro da polícia, pondo os agentes em fuga.
"Foi o dia mais feliz da minha vida" - confessou
 
Foto do ataque da preta tirada pelo agente Bigornas que estava em Londres numa missão.

Laura Johnson, 19 anos, herdeira de uma família milionária de Kent, acusada de roubar mais de 6000 euros em diversos produtos (2 TVs, 1 micoondas e telemóveis)

(Londres, 1940. Míudo nos escombros de uma livraria bombardeada)
No bairro de Clapham Junction, Londres, todas as lojas foram saqueadas menos…a livraria!
Nada de exageros!
Há 40 anos um jornal do bairro de Hampstead anunciou que um ladrão entrou num banco de pistola em punho e quando saiu com o dinheiro roubado deu de caras com um polícia e apontou-lhe a arma. Apareceu uma velha, meteu-se entre os dois e gritou: “O senhor não vai dar um tiro ao nosso polícia”. O ladrão deixou cair a pistola e fugiu. Foi de imediato apanhado por outras pessoas!.

Rapaz de 16 anos mata Richard Bowes de 68 anos com várias pancadas na cabeça.

Charlie Burton irá ter brevemente a visita da Brigada Bigornas!
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