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TRIBUNAL
do SANTO OFÍCIO
da
RIAPA

Ninguém escapará
à JUSTIÇA do
Comandante Guélas!
Guélas Strategic Studies
Núcleo Especializado de Informação

Ratinho Blanco ( "antena" )
Técnico de HUMINT (Human Inteligence), pesquisa informação através de fontes humanas.
Descobrimos
todas as Fraudes! |
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Loja Ligóia
A mais influente loja guélista de Paço de Arcos
|
1ª Secção

|
| Pasta |
Processo |
| 1 |
Incidentes
em Matosinhos |
| 2 |
O
Processo "Casa das Pias" |
3 |
Julgamento
do 25 de Abril de 1974 |
4 |
Julgamento
do Senhor Luis Rainha |
5 |
Diálogos Secretos
- I
Com o Filho Secreto
do Arafat o senhor
Ratinho Blanco
|
6 |
Diálogos Secretos
- II
Entre Carvalhas
e Cunhal
|
7 |
Diálogos Secretos
- III
Entre Paes
do Amaral e Marcelo
|
8 |
Conversas Secretas
Com
os Agentes Cavaleiro,
Zé do Fotógrafo
e Ligóia.
|
9 |
Escutas Telefónicas
Feitas pelo S.I.R
|
10 |
Envelope 9
Apenso V
O verdadeiro conteúdo
das Disquetes
|
11 |
Documento
apreendido no "Diário" de um cliente do Parque
Eduardo VII em que acusa o repórter Kricas de trabalhar
para a rede de Pedófilia |
12 |
A
Verdade sobre Camarate |
13 |
Ficheiros
Secretos |
14 |
A
Golpada dos Manos Sá |
15 |
O
Processo "Oeiras Local" |
16 |
Reformados
de Luxo |
17 |
Inquérito à
ausência dos Deputados na
sessão da Páscoa
OPERAÇÃO
"MANJEDOURA"
|
18 |
As
Trovas do Cerejo |
19 |
O
CASO ASCENSO |
20 |
O Processo "Casa
das Pias" da França do séc. XV
|
21 |
O
Caso Qana |
22 |
As
Festas Secretas dos Famosos |
23 |
O
Fim do Kim |
24 |
|
25 |
Eufémia,
uma Camponesa do Cais do Sodré |
26 |
Delgado,
a vítima de Alegre & Companhia |
27 |
Aristides,
o Embaixador Traficante |
28 |
Pantera
Negra / Pantera Branca |
29 |
Augusto
Pinochet Ugarte -
O Salvador do Chile |
30 |
A
Ciência do Enforcamento - Manual |
| 31 |
Diálogos Secretos
- IV
Entre o João
e o Domingos
|
32 |
Anita,
a arguida do Bloco |
33 |
A Flotilha de Terroristas |
34 |
|
35 |
A
Quadrilha do Janeca |
36 |
Gang dos McCann |
37 |
A
Doença de
Minamata. |
38 |
O
Ateliêr dos "Encantadores
de Cobras" |
39 |
O
Caso do Inglês Morto |
|
"Espelho de duas
faces
plana e curva
numa te afirmas
noutra te negas
em ambas te crês"
Pierre Pomme-de-Terre

|
  

(clique
nas imagens)
«Bendita seja
a dor. Amada seja a dor. Santificada seja a dor... Glorificada
seja a dor!» «Se sabes que essas dores - físicas
ou morais - são purificação e merecimento,
bendi-las.» «Contigo, Jesus, que agradável
é a dor e que luminosa a obscuridade!» «Não
esqueças que a Dor é a pedra de toque do Amor.»
Marquês de Sande
 

 
Se quiser fazer uma
pesquisa aos nossos congéneres dos EUA
vá ao Departamento
de Estado
|

Tenente Proveta
S.I.R.
Serviços de
Informações da RIAPA
Um Paço Arquiano
ao Serviço duma Causa
Quando a Segurança
da Pátria está em risco Proveta
é a solução!
"Vê
como um Todo, pensa como um Todo,
ouve como um Todo"
Marreco
|
POLÍCIA DO PENSAMENTO
O Curso de Policia
do Pensamento é dirigido por Sua
Excelência
o General Tubarão
tendo como fim detectar
os excessos da Esquerda Ressabiada.
Uma das mais sérias preocupações
dos Inquisidores são as
Ideias, as Palavras
e as Imagens.
O Tribunal Inquisitorial
funciona com carácter
permanente na R. das Pias, nº3A, Terrugem, sendo as
penas cumpridas de imediato.
O maior crime é a Blasfémia
contra a RIAPA.
É dever de todos os Cibernautas denunciar os Comunas,
os Anti-Semitas
e os Heréticos
(os que dizem mal do Comandante Guélas).
Os Inquisidores
são a guarda avançada dos
Dogmas da Riapa.
São os Policias do Pensamento.
PENAS
De
Carácter Espiritual
Grau
1 - passar 30 dias com o irmão
do Milhas, o Taka e o Grilo, numa Tertúlia Intelectual
num banco do jardim, com o João Gordo a olhar para eles
do outro lado da rua.
Grau 2 - Visitas
de Cortesia da RIAPA ao
Blog a que o condenado pertence, e dormir durante um mês
com os pés do Conan
a servirem de almofada.
Grau 3 - excomunhão
da Net.
De Carácter
Material
Grau 1
- visitas do Grilo nos comentários
do Blog condenado, durante os dias estipulados pelo juiz.
Grau 2 - FOGUEIRA
- o condenado é entregue ao Ánhuca,
que acende um isqueiro BIC
e lança para a chama o báfo.
"Os
Blogs de Esquerda corroem a Sociedade, sendo eles uma barreira
e um elemento inibidor"
Comandante
Guélas
Congregatio de Propaganda
Fide
A Polícia
de Investigação e Defesa da RIAPA
Vem
Manipular e Massificar
para controlares a Net. O Comandante
Guélas quer criar estruturas e
adoptar condutas na Net.
Programa
do Curso
1º
Ano - Aprender a Identificar
o Comuna e a vesti-lo
com as roupas da Getrudes que estão na Casa do Algarve;
dar aos Blogs Comunas
noções básicas de higiene iguais às
do Ratinho Blanco.
2º
Ano - Aprender a Identificar o Inimigo,
que deverá ser sempre Comuna
e de preferência um Comuna-Caviar.
3º
Ano - Depois de saber Identificar o Comuna-Caviar,
e saber vesti-lo com as roupas da Getrudes do Algarve, vais
aprender a servi-lo na Casa de Passe da
Valéria.
Estabelece-se
assim um Sistema de Articulação
entre os principais colaboradores do Comandante
Guélas, assentes em reuniões
e almoços de trabalho no "Tino",
com o fim de melhorar a imagem de marca do Ratinho
Blanco.
|
PASTA Nº 1
Incidentes
em Matosinhos
|
Transcrição
dos Registos Áudio da Comissão de Inquérito
sobre os Incidentes em Matosinhos

Aos Nove Dias do Mês
de Agosto do Ano da Graça de Nosso Senhor Jesus Cristo
de Dois Mil e Quatro, realizou-se o Inquérito da RIAPA
sobre os Incidentes em Matosinhos, entre dois Gangs do PS (Panascas
de Sacavém), que levou à morte do senhor Sousa
dos Frangos, mais conhecido como “O Homem da Orelha Anã”.
Foram interrogados os senhores Narciso Cu-à-Banda e Manuel
Se-Ábra. O Senhor Tenente Proveta, representante do Tribunal
do Santo Ofício da RIAPA conduziu o Interrogatório.
Registo
nº 1
General
Tubarão – Eu, Tubarão dos
Arcos, General do Exército Imperial, declaro, por Ordem
Lacrada do Grandioso Comandante Guélas, aberta a Comissão
de Inquérito do Tribunal do Santo Ofício da RIAPA.
Serão ouvidas as seguintes pessoas:
- Senhor
Narciso Cu-à-Banda (profissão indefinida)
- Senhor Manuel Se-Ábra (profissão
indefinida)
como suspeitos da morte
do senhor Sousa dos Frangos e
-
Dr. Velhinho (Psicólogo Clínico da RIAPA)
- Dr. Bajoulo (Médico Legista)
como técnicos de apoio ao Tribunal.
Tem a palavra o Senhor
Tenente Proveta.
Tenente
Proveta – Chamo o Dr. Velhinho.
Dr. Velhinho, pode explicar a esta Comissão porque é
que o senhor Narciso Cu-à-Banda tem uma voz fininha?
Dr. Velhinho – Nas análises
sanguíneas que lhe fizemos, foram detectadas muitas hormonas
femininas.
Tenente Proveta
– Este facto poderá influenciar o seu comportamento sexual?
Dr. Velhinho – Sim, ter uma forte
inclinação para pessoas do mesmo sexo. Aliás,
numa pesquisa que fizemos ao seu passado escolar, descobrimos
que lhe foi dada a classificação de “Pega de Empurrão”
(Escala Sexual do Cabrita), no Liceu, durante os “Teste Psicotécnicos”
aplicados à População Escolar.
Tenente Proveta
– Ainda se aplica essa “Escala Sexual do Cabrita”?
Dr.Velhinho – Não, depois
do 25 de Abril foi substituída pela “Escala Sexual do
Zé de Porto Salvo”.
Tenente Proveta
– Explique a esta Comissão, sucintamente, a “Escala
Sexual do Cabrita”.
Dr. Velhinho – Era constituída
por 6 parâmetros:
A – Pega de Empurrão
B – Pega à Manivela
C – Urina Sentado
D – Bufa-se sem Barulho
E – Cruza as pernas quando se senta
F – Comportamento Sexual Normal
Tenente Proveta
– Então o senhor Narciso Cu-à-Banda
apanhou a classificação mais alta?
Dr. Velhinho – Correcto. Não
deixa dúvidas quanto às suas preferências
sexuais.!
Tenente Proveta
– E em relação ao senhor Manuel Se-Ábra?
Dr. Velhinho – As análises
sanguíneas não detectaram nada, foi sujeito aos
mesmos “Testes Psicotécnicos” na altura do Liceu, sendo
classificado com um “C”.
Tenente Proveta
– Obrigado Dr. Velhinho, pode sentar-se.
Registo
nº 2
Tenente
Proveta - Chamo o senhor Manuel
Se-Ábra. O senhor foi às Peixeiras de Matosinhos
comprar peixe?
Manuel Se-Ábra – Não,
senhor Capitão, eu não compro daquele peixe. É
todo pescado no Jamor. Eu fui dar apoio ao senhor Sousa dos
Frangos.
Tenente Proveta
– Dar apoio?
Manuel Se-Ábra – Protegê-lo
das peixeiras.
Tenente Proveta
- Protegê-lo? Porquê?
Manuel Se-Ábra – Fui informado
de que as peixeiras lhe queriam fazer a folha!
Tenente Proveta
– “Fazer a Folha”?
Manuel Se-Ábra – Constava
na Concelhia do PS (Panascas de Sacavém) que ele tinha
uns enormes Túbaros, para compensar a orelha anã.
A Natureza faz estas compensações! Pensámos
que se alguém lhe devia pesar os Túbaros, seria
a Concelhia.
Tenente Proveta
– E como é que os pensava pesar?
Manuel Se-Ábra – Com as
mãos e o nariz!
Tenente Proveta
– E chegou a pesá-los?
Manuel Se-Ábra – Quando
pus as mãos também lá estavam as do Narciso
Cu-à-Banda, que me empurrou. Não tive tempo de
tirar as mãos e dei um valente puxão nos Túbaros
do senhor Sousa dos Frangos.
Tenente Proveta
– Pode sentar-se.
Registo
nº 3
Tenente
Proveta –
Chamo o senhor Narciso Cu-à-Banda. Senhor Narciso, porque
é que foi à Lota?
Narciso Cu-à-Banda – Porque
sabia que o “Cu de Senhora”, o senhor Manuel Se-Ábra,
ia lá fazer a sua campanha com as peixeiras.
Tenente Proveta
– Campanha?
Narciso Cu-à-Banda – A campanha
do “Peso dos Túbaros”. Se alguém os tinha de pesar,
tinha de ser a Câmara.
Tenente Proveta
– E chegou a pesá-los?
Narciso Cu-à-Banda – Quando
pus as mãos, também estavam lá as do Manuel
Se-Ábra. Ele deu-me um empurrão e eu caí,
não tendo tempo para as tirar.
Tenente Proveta
– Pode sentar-se.
Registo
nº 4
Tenente
Proveta – Chamo o Dr. Bajoulo,
Médico Legista do Centro de Saúde “Irmã
Quitéria Barbuda”, da Terrugem. Dr. Bajoulo, confirmaram-se
os Túbaros do senhor Sousa dos Frangos?
Dr. Bajoulo – Uns autênticos
melões, senhor capitão. É por isso que
ele andava inclinado para a frente.
Tenente Proveta
– Ambos os suspeitos disseram a esta Comissão que lhe
puxaram violentamente os Túbaros. Isso pode ser a causa
da morte?
Dr. Bajoulo – Eles não tinham
somente as mãos nos Tubaros, estavam abraçados
a eles. Aqueles Túbaros numa situação normal
chegavam aos joelhos e quando o “presunto”, perdão…o
senhor Sousa dos Frangos me foi entregue, vinha com eles a arrastar
no chão. Os meus auxiliares chamaram-lhe logo “o passarinho
ui ui com a orelha anã”. Os suspeitos de certeza que
só os largaram quando se aperceberam que o homem estava
frio.
Tenente Proveta
– Obrigado pelos seus esclarecimentos, que foram muito úteis.
Registo
nº 5
Tenente
Proveta – Senhor Narciso
Cu-à-Banda, afinal não foram só as mãos.
Tem alguma coisa a declarar?
Narciso Cu-à-Banda – Eu
sou um obcecado por Túbaros. Na minha infância,
quando ia para a quinta dos meus avós, adorava os bois
de cobrição. Eu sou um homem doente que necessita
de tratamento. Peço clemência ao Comandante Guélas.
Tenente Proveta
– Fico contente com a sua confissão, será tomada
em conta. E o senhor Manuel Se-Ábra, tem alguma coisa
a declarar?
Manuel Se-Ábra – Eu tenho
um apetite por tenrinhos e quando soube que o Narciso ia pesar
os Túbaros ao senhor Sousa dos Frangos, não quis
ficar atrás em termos políticos. Peço ajuda
à Comissão, salvem-me do Monomamalhudo do PS,
que me anda a desencaminhar outra vez para o Restelo.
Tenente Proveta
– Dr. Velhinho, o senhor Se-Ábra está um
pouco confuso!
Dr. Velhinho – Está completamente
confuso. Fala de coisas que parecem reais, mas que não
têm ligação com este caso.
Tenente Proveta
– Declaro encerrada esta Comissão, a sua Acta
será entregue ao Exmo. Comandante Guélas que proferirá
uma decisão.
Registo
nº 6
General
Tubarão - Em nome do Exmo Comandante
Guélas, Potestade da Net, declaro os senhores Narciso
Cu-à-Banda e Manuel Se-Ábra culpados da morte
do senhor Sousa dos Frangos, sem o terem desejado. Serão
internados na Clínica de Saúde Mental “Irmão
do Milhas”, rua das Pias, nº 44, 2890-153, Cantinho das
Putas Velhas, Fontainhas. Durante o tempo de internamento estarão
sempre acompanhados pelo irmão do Milhas.
|
PASTA
Nº 2
PROCESSO CASA
DAS PIAS

   
|
|
PROCESSO
CASA DAS PIAS

Segundo
o Correio da Manhã de hoje, “Alípio Ribeiro, director
nacional da Polícia Judiciária (PJ), mandou instaurar
um processo disciplinar aos inspectores que investigaram o processo
de pedofilia da Casa Pia, Rosa Mota e Dias André, que,
em Tribunal, acusaram o director Artur Pereira de interferir na
investigação para proteger Carlos Cruz.
Ainda segundo o jornal, “O Tribunal da Relação de
Lisboa considerou ilegais as buscas e apreensões à
Redacção do ‘24Horas’ no âmbito do caso ‘Envelope
9’. Rodrigues Simão e Telo Lucas
(relator), dois dos três juízes que assinam o acórdão
da 3.ª secção, tiveram também intervenção
na libertação e na não pronúncia de
Paulo Pedroso no âmbito do
megaprocesso de pedofilia da Casa Pia.
Simão presidiu ainda ao colectivo
que confirmou a decisão da juíza de instrução
de não levar o ex-deputado a julgamento e, a par de Telo
Lucas, decidiu soltar Jorge Ritto
em Abril de 2004.•
Ontem, os mesmos desembargadores deram parcial provimento ao recurso
dos jornalistas do ‘24horas’ e declararam
a nulidade das buscas e das apreensões efectuadas no âmbito
do inquérito ‘Envelope 9’ instaurado pela Procuradoria.”

Varela,
o Procurador que arquivou o processo de
Cascais, na mesa de honra da candidatura do PS local às
eleições autárquicas.
"Artur
Costa, juíz conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça
vai ser o próximo PGR", confidenciou-nos uma fonte
fidedigna, o informador do TSOR (Tribunal do Santo Ofício
da RIAPA) Ratinho Blanco, na esquina da "Casa do Adro",
e continuou. - "De início pensei que era o menino
Artur, mas esse está a treinar o Vila Franca. Também
surgiu o nome do Carvalho, mas eu avisei-os que esse era cliente
habitual nas festarolas clandestinas, feitas pelo Hórus
na Quinta do Leacoke" e eu ameacei-os pôr a boca no
trombone. É que eu tenho um filho a estudar na Casa Pia,
e até agora está com o cu inteiro".
Escuta
telefónica entre o Pedroso e o Simões
Asqueroso
- O cruz é que lá continua
com as suas campanhas (referindo-se às manipulações
na comunicação social e a compra de espaço
em publicações). Comprou a capa da revista "Focus".
Juiz - Ele comprou
muito mais do que isso, comprou toda a revista.
Pedroso - A estratégia
dele é descredibilizar os putos e de se atirar à
Catalina.
Outras...
Paulo
Asqueroso - Eh pá, já fiz o contacto... Disse
que ia falar imediatamente com o procurador do processo, com o
Guerra"
António Bosta
- "Pá, talvez o teu irmão... seja a altura
de procurar o Guerra"
João
Asqueroso - "O João
Guerra está incontactável... ’Tá numa reunião...
Mas penso que é aquela que nós sabemos"
Paulo Asqueroso
- "O procurador-geral disse ao António que achava
que já tinha ido tudo para o TIC". Tens de amansar
o Guerra para ele ficar como os outros, que arquivam de cada vez
que nós mandamos. Quantos aos miúdos, estou-me cagando,
sempre foram descartáveis.
E mais...
Senhora
Matos - Estou?
Asqueroso - Inspectora?
Senhora Matos -
Dr.
João, já falei com a Antónia. Pode ligar-lhe.
Antónia
- Sim?
Asqueroso - Daqui
fala o
Janeca o irmão daquele que partiu a bilha ao seu filho.
Dou-lhe 1000 contos e o petiz cala-se!
O Moita
e o Cus
O Cus
contratou o Moita, antigo inspector da PJ, para perturbar a investigação.
Este tentou um encontro de negócios entre o novo patrão
e o namoradeiro.
O
Protector do Cus
Transcrição
dos Registos Áudio do Interrogatório aos "Comedores
de Franguitos de Belém", que
levaram ao aparecimento de miúdos com o CU
em Forma de Couve-Flôr, na região
de Belém.
Audição
nº 1
A RIAPA
torna público este Interrogatório em nome do Interesse
Nacional e da Democracia do Exmo. Comandante Guélas, com
o objectivo de travar a tentativa de golpe palaciano sobre a independência
do poder judicial, orquestrada pela "Rede
de Comedores de Franguinhos de Belém",
que domina o Estado Português e pretende dominar a RIAPA.
AVISO:
Contém Cenas de Sexo Explícito entre um Adulto e
uma Criança !
Aos 11
Dias do Mês de Setembro do Ano da Graça de Nosso
Senhor Jesus Cristo de Dois Mil e Quatro, realizou-se o Interrogatório
dos senhores António Sapão
de Ferro e de Paulo Asqueroso,
mandado instaurar pelo Exmo. Comandante
Guélas, Potestade da Net, em virtude
destes indivíduos terem sido vistos na companhia de "Franguitos
de Belém", durante vários
anos.
Registo
nº 1
General
Tubarão - Eu, Tubarão dos
Arcos, General do Exército Imperial, declaro, por Ordem
Lacrada do Grandioso Comandante Guélas,
aberto o Interrogatório do Tribunal
do Santo Ofício da RIAPA. Tem a palavra
o Senhor Tenente Proveta.
Tenente Proveta -
Por Ordem Lacrada do Grandioso Comandante
Guélas são apresentados, no
Tribunal do Santo Ofício da RIAPA,
dois indivíduos de nomes António
Sapão de Ferro e Paulo
Asqueroso, com profissões indefinidas,
com a acusação de "Abuso
de Franguitos de Belém". Foram
convocadas as seguintes pessoas:
- Professor
Doutor João da Quinta (Técnico de Apoio ao Tribunal)
- Jornalista
Escoto (Jornalista Oficial da RIAPA)
- Senhor
BóBó (Denunciante)
- Franguinho
nº 1 (nome oculto)
- Franguinho
nº 2 (nome oculto)
- Franguinho
nº3 (nome oculto)
Registo
nº 2
Auto de
Inquirição de Testemunhas
Tenente
Proveta - Chamo o Franguinho nº 1.
Tu conheces estes senhores, o António Sapão de Ferro
e o Paulo Asqueroso?
Franguinho nº 1
- Conheço o Asqueroso!
Tenente Proveta -
De onde os conheces?
Franguinho nº 1
- Da "Churrascaria dos 3 Frangos" e do
Consultório do Dr. Perdiz.
Tenente Proveta -
E o que iam vocês fazer à "Churrascaria dos
3 Frangos" e ao "Consultório do Dr. Perdiz"?
Franguinho nº 1
- Na Churrascaria o tio Asqueroso dava-me explicações
de Sociologia e no Consultório o tio Perdiz inspeccionava-me
o pandeiro, à procura de ovos.
Tenente Proveta -
Sociologia na tua idade?
Franguinho nº 1
- (risos)...festas...no meu franguinho...queria que eu fizesse
festas no dele...pôs-mo na boca...foi-me ao pandeiro...e
largou leite.
Tenente Proveta -
Fica Registado e Lacrado para Memória
da História Paço-Arquiana
o seguinte Depoimento:
"O
senhor Paulo Asqueroso ordenou ao Franguinho nº 1 que manipulasse
o seu pénis, ao mesmo tempo que ele manipulava o pénis
do Franguinho. Quando o seu pénis estava erecto, introduziu-o
na boca do Franguinho, aí o tendo friccionado. De seguida
introduziu o pénis erecto no ânus do menor aí
o tendo friccionado até ejacular".
Tenente
Proveta (continuação) - Franguinho
nº 2, conheces estes senhores?
Franguinho nº 2
- Conheço os dois!
Tenente Proveta -
Quem são?
Franguinho nº 2
- Aquele gordo com a cara do Jába é o tio Sapão
e o com cara de Ánhuca é o tio Asqueroso, a quem
nós chamamos o "Cuecas de Buda".
Tenente Proveta -
Tens a certeza que são eles?
Franguinho nº 2
- Com caras daquelas, é impossível
haver outras! O Jába é conhecido pelo "Pinga
Pouco", pois demorava-se até cuspir. Babava-nos as
costas todas. O "Cuecas de Buda" tem uma cabeça
em forma de cubo e uma voz de "joaninha". Dizia-nos
sempre que se nós dissessemos alguma coisa, ninguém
iria acreditar, pois ele tinha uma namorada deputada e andava
quase sempre de mão dada com ela. Não a beijava,
pois ela poderia sentir o sabor das nossas sardas.
Tenente Proveta -
O senhor António Sapão de Ferro também dava
explicações?
Franguinho nº 2
- Em grupo, gostava e gosta de turmas!
Tenente Proveta -
Turmas?
Franguinho nº 2
- Queria sempre 3 a 4 Franguinhos. Era um glutão!
Tenente Proveta -
Senhor Bóbó, confirma esta versão do Franguinho
nº 2 ?
Senhor Bóbó
- Sim, era a mim que ele telefonava a pedir "Franguinhos
de Belém" e "Pizzas Gregas"...
Tenente Proveta - "Pizzas Gregas"?
Senhor Bóbó
- Enganei-me, "Pizzas Gregas" eram para outros!
Tenente Proveta -
Relembro ao senhor Bóbó que está no Tribunal
do Santo Ofício da RIAPA, e tudo o que fica gravado tem
de ser explicado. Quer que eu chame o Comandante
Guélas ?
Senhor Bóbó
- Não, não, eu explico. Há um senhor que
é Artista de Rádio e Televisão, que tem um
Barco e que costuma fazer cruzeiros com um amigo, o MontaChicos.
Quando chegam às ilhas gregas, atestam o paquete de "Franguinhos
gregos". Agora vão mais para os lados
das ilhas do Seixal. A Revista "Novos Bimbos" fotografou-os
com os "Franguinhos Gregos" ao colo e eles tiveram de
chegar a um acordo: o Senhor da Rádio e da Televisão
prometeu apresentar de borla o programa da entrega de prémios
dessa revista, durante 10 anos.
Tenente Proveta -
Fique Registado e Lacrado para Memória
da História Paço-Arquiana
o seguinte Depoimento:
"O
senhor Bóbó confirmou que o senhor António
Sapão de Ferro entrava em contacto com ele a pedir que
lhe levasse sempre 3 ou 4 Frangunhos de Belém".
Tenente
Proveta - E o que tem a dizer do senhor
Paulo Asqueroso ?
Senhor Bóbó
- Ele veio depois, trazido pelo padrinho Sapão. Acho que
ele foi abafado primeiro. O Asqueroso gostava muito de recitar
poemas quando estava a abafar um Franguinho.
Tenente Proveta -
Senhor Bóbó, algumas vezes ouviu os Franguinhos
referirem marcas anatómicas do Senhor Paulo Asqueroso ?
Senhor Bóbó
- Numa das nádegas tem uma mancha acastanhada. Os Franguinhos
diziam, a gozar, que a namorada não lhe limpava o cu. Chamavam-lhe
o "Cuecas Borradas".
Tenente Proveta -
E mais alguma coisa ?
Senhor Bóbó
- Eles diziam que ele era simpático e que tinha a sarda
curta. Doia-lhes menos do que certos cagalhões.
Tenente Proveta -
Sabia que o senhor Paulo Asqueroso tinha um aparelho nos dentes
?
Senhor Bóbó
- Até podia estar de máscara e tubo. Os quartos
estavam praticamente às escuras e os putos estavam de costas.
Tenente Proveta
- Franguinho nº 1, para além da marca, serias capaz
de identificar o senhor Paulo Asqueroso
por outro sinal ?
Franguinho nº 1
- A voz, tem voz de gaja e se estiver de costas conheço-lhe
a cabaça.
Tenente Proveta -
Chegaste a ter explicações em Elvas ?
Franguinho nº 1
- Sim, eu e o Franguinho nº 3.
Franguinho nº 3
- Não era em Elvas, era num Castelo no Alentejo e havia
lá muitos explicadores. Iamos num Citroen Méhari
Amarelo.
Tenente Proveta -
Carro amarelo ? E onde se encontravam ?
Franguinho nº 3
- Com o Charlot, junto ao cinema de Paço de Arcos. O explicador
morava aí ao pé.
Franguinho nº 1
- O rapaz era sobrinho dum ministro da altura. Estava sempre a
falar do tio gordo e óculos, que era ministro do Cavá.
Tenente Proveta -
Um ministro de óculos e gordo ?
Senhor Bóbó
- Gordo e também asqueroso. Agora tem uma Escolinha em
Luanda. Prefere "Morcegos de Luanda".
Tenente
Proveta - Fica Registado e Lacrado para
Memória da História Paço-Arquiana
o seguinte Depoimento:
"O
Franguinho nº 3 nunca foi a Elvas, mas sim a um Castelo no
Alentejo, com um indivíduo ainda não identificado,
que tinha na altura um carro da marca Citroen - Mehari, côr
amarela".
|
PROCESSO CASA
DAS PIAS

Transcrição
dos Registos Áudio do Interrogatório aos "Comedores
de Franguitos de Belém", que
levaram ao aparecimento de miúdos com o CU
em Forma de Couve-Flôr, na região
de Belém.
Audição
nº 2
A RIAPA
torna público este Interrogatório em nome do Interesse
Nacional e da Democracia do Exmo. Comandante Guélas,
com o objectivo de travar a tentativa de golpe palaciano sobre
a independência do poder judicial, orquestrada pela "Rede
de Comedores de Franguinhos de Belém",
que domina o Estado Português e pretende dominar a RIAPA.
Aos
13 Dias do Mês de Setembro do Ano da Graça de Nosso
Senhor Jesus Cristo de Dois Mil e Quatro realizou-se o Interrogatório
dos Senhores Paulo Asqueroso, António
Sapão de Ferro e
Manecas Abrunho, mandado instaurar
pelo Exmo. Comandante Guélas,
Potestade da Net, em virtude dos dois primeiros indivíduos
terem sido vistos a rondar a capoeira do terceiro, na região
de Belém.
Registo
nº 1
General
Tubarão - Eu, Tubarão dos
Arcos, General do Exército Imperial, declaro, por Ordem
Lacrada do Grandioso Comandante Guélas,
aberto o Interrogatório do Tribunal
do Santo Ofício da RIAPA. Tem a
palavra o Senhor Tenente Proveta.
Tenente Proveta
- Por Ordem Lacrada do Grandioso Comandante
Guélas foram apresentados, no Tribunal
do Santo Ofício da RIAPA, três
indivíduos de nomes António
Sapão de Ferro, Paulo Asqueroso
e Manecas Abrunho, os dois primeiros
com profissões indefinidas e o terceiro
Vice-Provador de uma capoeira de Franguinhos, em Belém,
com a acusação de "Abuso de Franguitos. Foram
convocadas as seguintes pessoas:
- Professor
Doutor João da Quinta (Técnico de Apoio ao Tribunal)
- Senhor
Ratinho Blanco (Escuta da Casa do Adro)
Registo
nº 2
Auto
de Inquirição de Testemunhas
Tenente
Proveta - Chamo o senhor Ratinho Blanco.
O senhor confirma que está sempre junto à "Casa
do Adro" ?
Ratinho Blanco - Praticamente
todos os dias, só saindo para ir beber um leitinho branco.
Tenente Proveta - Detectou
movimentações suspeitas?
Ratinho Blanco - Uma
carrinha com franguinhos parava sempre junto ao Pingo Doce e
levava ora 1 ave ora 3 aves, para dentro de um carro preto.
Tenente Proveta - Conseguiu
ver a cara dos ocupantes desse carro ?
Ratinho Blanco - Todos
os conheciam. Só não via quem não queria.
Quando entrava só uma ave, era aquele senhor (e apontou
para o Asqueroso), quando iam 3 era o outro (e apontou para
o Sapão).
Tenente Proveta - E
o senhor Abrunho, viu-o alguma vez ?
Ratinho Blanco - Uma das vezes
que fui mijar junto ao "Chalé da Merda", viu-o
a papar um franguinho atrás do contentor.
Tenente Proveta - Algumas
vezes os viu juntos ?
Ratinho Blanco - Vi
e ouvi o Sapão e o Asqueroso.
Tenente Proveta - E
o que é que ouviu?
Ratinho Blanco - O
Asqueroso já sabia que o Tribunal do Santo Ofício
o iria prender.
Tenente Proveta - Tem
a certeza?
Ratinho Blanco - Sim,
sim, até falou em «alerta amarelo», porque
o Embaixador Rotto estava a ser seguido pelo Comandante Álhi.
A palavra passe era «vão bombardear o Embaixador
R».
Tenente Proveta - Então,
alguém o andava a informar ?
Ratinho Blanco - O
Alpeida Santos através do
Costa Monhé.
O primeiro andava na altura a vender erva ao pessoal da limpeza.
Tinha trazido o produto de Moçambique e guardava-o na
Fundação do Patife.
Tenente Proveta - Fica
em registo o seguinte:
"O
senhor Paulo Asqueroso foi prevenido que estava a ser escutado
e que iria ser detido brevemente pelo Tribunal do Santo Ofício
da RIAPA. Recorreu aos serviços de um fora-da-Lei já
muito referenciado no mundo da marginalidade, o senhor Alpeida
Santos, que usou como intermediário um indivíduo
de cor, o Costa Monhé".
Ouviu
mais alguma coisa?
Ratinho
Blanco - Pediu ao Costa Monhé para
revelar os nomes dos outros "Comedores de Franguinhos".
Tenente Proveta - Obrigado,
pode sentar-se.
Registo
nº 3
Tenente
Proveta - Chamo o senhor António
Sapão de Ferro (...). O senhor telefonou à Peixeira
Ana durante o inquérito ?
Sapão de Ferro - Eu
não conheço nenhuma Ana com essa profissão.
Tenente Proveta - E
com o apelido Gomes ?
Sapão de Ferro - Conheço
uma lá no partido que tem voz de peixeira, mas o produto
que trafica e consome é outro.
Tenente Proveta - O
senhor confirma que lhe telefonou e disse que "estava cagando
para os franguinhos" e pedia-lhe ajuda para "baralhar
os ditos" ?
Sapão de Ferro - Nego
esse telefonema.
Tenente Proveta - Senhor
Ratinho Blanco, o que é que tem a dizer a isto ?
Ratinho Blanco - Não
foi um telefonema, foi na Praia Velha enquanto a peixeira Gomes
contava umas sardinhas de franguinhos trazidos de Belém,
3 para ser mais preciso, que é a conta que o Sapão
gosta. O senhor Ferro aproximou-se, ela disse-lhe qualquer coisa,
e ele afastou-se e gritou, "estou-me cagando para esses
franguinhos e tu tens de me ajudar senão meto a boca
no trombone, e já sabes que também te lixas".
Tenente
Proveta - Fica em registo o seguinte:
"Fica
registado que o senhor António Sapão de Ferro
mentiu a este Tribunal e que pediu ajuda a uma peixeira de apelido
Gomes, para o ajudar a ilibar-se deste escabroso processo. O
testemunho do cidadão Ratinho Blanco foi fundamental
para desmascarar os propósitos do Gang do PS (Panascas
de Sacavém).
Chamo
o senhor Manecas Abrunho(...). O senhor sabe porque é
que o seu nome consta neste processo ?
Manuel Abrunho - Não
sei como é que um macho tão grande como eu pode
estar aqui acusado de andar metido com franguinhos. Que nojo!
Tenente Proveta - O
seu nome foi referido na fase de inquérito, no Attelier
de Costura, na Sala de Interrogatórios
"Irmão Janeca", pelo Embaixador Rotto.
Manuel Abrunho - Pelo
Rotto, sacana ! Perdão, quem é o Rotto ? Confundi-o
com o Carlos Cus,...o Cus não...também não
sei quem é....estou um pouco nervoso por estar aqui,
eu que sou um macho dos antigos, que só gosta de ovelhas....franguinhos...mulheres,
porra !
Tenente Proveta - É
melhor acalmar-se, senhor Abrunho. Está um pouco confuso.
Conhece ou não o senhor Rotto ?
Manuel Abrunho - Cruzei-me
com ele uma vez em Nova York...
Tenente Proveta - ...
em Nova York ?
Manuel Abrunho - ...
isso é a deixa para o Carlos ... estou muito nervoso
... eu sou muito macho, sou o vice-provedor, exijo respeito.
Tenente Proveta - Faço-lhe
lembrar que o senhor está no Tribunal do Santo Ofício
da RIAPA, e aqui as únicas pessoas que fazem exigências
somos nós, os Inquisidores.
Manuel Abrunho - Perdão,
perdão, a culpa é do Duarte, que me intimidou.
Tenente Proveta - Duarte
?
Manuel Abrunho - O
C. Duarte do SIEDM (Serviços Inteligentes de Escutas
e Dietas de Miúdos), que é amigo íntimo
do Rotto. Foi na casa que ele (Duarte) tem em Cascais, e que
empresta regularmente ao Rotto, que eu me cruzei com o embaixador
num chá Tuperwere.
Tenente Proveta - Pode
sentar-se. Fica registado o seguinte:
"O
senhor Manuel Abrunho conheceu o embaixador Rotto num chá
numa casa emprestada pelo C. Duarte do SIEDM".
Chamo
o senhor Professor João da Quinta.
|
PROCESSO
CASA DAS PIAS
DOCUMENTOS

Nº
1
(enviado
por carta pelo senhor Balatuca)
PEDÓFILIA
1
A Rede
Pedófila chegou a usar uma agência
de modelos (duma brasileira) como modo para o tráfico
para o estrangeiro de menores casapianos. Essas crianças
saíam do país como modelos, de tenra idade, para
fazerem desfiles em cidades como Milão
e Nova Iorque. Embaixadores,
ex-embaixadores e pessoal diplomático engrossavam a lista
de clientes dessa agência, tendo todos em comum a passagem
pela cidade norte americana num determinado período.
Os valores em causa eram muito elevados, segundo elementos da
Brigada Balatuca.
2
O senhor
Silvino já identificou ao S.I.R.
um dos produtores dos filmes realizados num barracão
das Galinheiras, também utilizado por uma conhecida banda
musical para os seus ensaios. Os
filmes entraram no mercado dos EUA e os seus autores ganharam
muito dinheiro.
3
Segundo
a Brigada Bigornas,
Silvino já lhes revelou que o Mota
ia buscar jovens casapianos à Casa
Pia e entregava-os ao patrão numa casa da Avenida das
Forças Armadas, onde ocorreriam jogos de escondidas.
Nº
2
(trabalho
de sociologia feito por uma aluna duma Escola Secundária,Tita
dos Pés Sujos )
Relatório
41
Tenente
Proveta
Bilderberg
"O
Pedófilo Português tem um perfil que se enquadra
nas categorias definidas mundialmente: sociável, ocupa
uma posição privilegiada na sociedade e desempenha
frequentemente actividades que facilitam o contacto com as crianças
(...). O pedófilo procura, frequentemente, a situação
de exercer a função de substituto paternal pata
ter a condição de praticar a sua perversão(...)"
"Os
poderosos têm hábitos muito estranhos, incluindo
todas as perversões sexuais que se possam imaginar. Chegam
a realizar rituais pagãos, satãnicos e sacrifícios
humanos, sendo um dos preferidos o sacrifício de crianças(...).
Um documentário deste mês ("Martial Law 9/11:
The Rise of the Police State"), revela fotos e vídeos
de sacrifícios humanos realizados em encontros secretos
de vários membros de elite global, alguns deles pertencentes
a Sociedades Secretas como os Bilderberg.
Os portugueses pertencentes a esta sociedade são: ....".
Nº
3
(enviado
por carta pelo morador de Santo Amaro de Oeiras, junto à
estação de comboios, o senhor Milhas)
Memórias
da Casa Amarela
A Fufa,
o Ex-Marido, o Motorista
e a Pateta
O ninho,
situado no topo, já estava pronto para receber a mamalhuda
estrangeira, a sua folgosa amante. O marido não se importava,
porque no R/C tinha lá os seus franguinhos, trazidos
expressamente de Belém. Não havia nada no mundo
mais eficaz, do que juntar prazer com negócios. A agência
tinha sido criada para isso! Os franguinhos mais bonitos iriam
depois para umas festas no estrangeiro e enquanto eles saiam,
para não mais voltarem, entravam as verdinhas directamente
para as carteiras. Quanto ao Motorista,
ficava com as sobras, pois ele também não era
muito exigente e tinha o rabo bem apertado. Os fornecedores
da fufa tinham várias proveniências: Belém,
Setubal, Caxias, etc.. As aventuras iam de vento em popa até
que, pouco a pouco, o cerco foi-se apertando e o Ex-Marido
ficou em pânico. A Fufa já
tinha optado definitivamente pela Mamalhuda
e ele agora precisava urgentemente de entrar em cena. A escolhida
foi a Pateta,
tão desesperada estava para arranjar emprego. O casamento
foi rápido e as revistas foram muitas. Era o Macho de
sempre a mostrar-se ao país. Pela calada lá chupava
um Franguinho semanalmente, ao mesmo tempo que se esfregava.
|
PASTA
Nº 3
25 de Abril de 1974

|
Arguido:
Revolução do 25 de Abril
1974
A Revolução
do 25 de Abril de 1974 e o posterior desmembramento de
Portugal, foram julgados pelo TSOR,
reunido no Pombal da Quinta
de S. Miguel dos Arcos.
Foi lida a leitura de acusação, apresentados depoimentos
e provas. No rol dos acusados estiveram Mário
Só-Ares,
Álvaro Cónhaque, Otelo
Saraiva do Cará-lho,
Rosa Coitadinho e muitos outros
facínoras. A audiência Paço
Arquiana teve 1 juíz de
Caxias (o Alpedrinha) e 1 juíz
de Cascais (o Bigornas) e justificou-se
devido à impunidade com que se é comuna
em Portugal. Estiveram envolvidos, como depoentes ou como jurados,
nomes conhecidos da vida política, jurídica e
cultural Paço Arquiana.
A tribuna que proferiu o veredicto condenatório, incluiu
destacadas figuras Paço
Arquianas da Maioria
Silênciosa, como o Bigornas,
o Serapito, o Tubarão,
o Monas, os juristas João
Gordo e Pacheco, e os procuradores
Milhas, Grilo
e Janeca. Dois sacerdotes, capitão
Porão e Daniel,
jornalistas e artistas integraram também o painel de
quatro dezenas de jurados.
No
texto de acusação apresentado pelo procurador-geral
adjunto do TSOR, os revoltosos
do 25 de Abril de 1974 foram responsabilizados
"à luz do Direito Paço Arquiano e da Constituição
do Comandante Guélas"
pela ajuda que deram à "preparação
para o caos, a banditagem, a roubalheira e o terrorismo".
Em concreto apontou-se ao senhor Só-Ares
o seu papel no assalto aos bens angolanos, principalmente marfim
e diamantes, a cedência de território nacional
aos terroristas; ao senhor Alpeida Santos
apontou-se o roubo de dinheiros públicos durante a debandada
moçambicana e a combinação com os terroristas
de lhes entregar os bens dos outros caso conseguisse trazer
os seus para casa; ao senhor Rosa Coitadinho
apontou-se a cedência das bases militares nacionais para
o apoio ao trânsito das tropas inimigas. Neste caso a
pena foi atenuada devido ao facto de ter sido enrabado quando
da prisão pelos terroristas. O Alpeida
Santos foi também acusado de ser o chefe dos "malfeitores
e salteadores do Ultramar".
O senhor Vasco Gongas foi acusado
de ter trazido os serviços da quadrilha para território
nacional. Foram 14 os depoimentos que sustentaram a acusação.
Ao
senhor Mário Tonqué
foi-lhe relembrada a sua alcunha de o "Nazi
do Dembo", e condenado
a 100 dias ininterruptos com o Janeca,
tendo por obrigação dormir com ele na mesma cama,
para assim relembrar-se das noites no capim com os miúdos
nativos.
O senhor
Piçaarado Correia foi condenado
por possuir na sua actual propriedade bens
roubados no assalto à casa do Tenreiro
em 1974. O senhor Gracias Pereira
foi condenado por possuir bens roubados
à Embaixada da Espanha
em 1975 e por propaganda de ideias satânicas (comunismo)
e vida de rico. Foi-lhe apreendido o iate,
que irá servir para habitação social de
três famílias carênciadas da Lapa.
Em
Porto Salvo, como iniciativa paralela,
houve um concerto que juntou o Grilo,
o Clã Janeca e o Curtis.
A iniciativa concluiu-se com uma mesa redonda em que participou
o tio Pinochet e a exibição
do documentário "Como dar
cabo de comunistas com uma dose
de Litopol".
O Tribunal
Mundial sobre o 25 de Abril de 1974 em Portugal, teve
julgamentos em diversas capitais, começou em 2003 e terminou
em Dezembro de 2004, na Curva dos Pinheiros,
com condenações exemplares:
- Isabel
do Caco foi considerada terrorista
perigosa e responsável por diversos assassinatos
e por ter afirmado a um jornal em 1975 que "a revolução
precisava de mais sangue".
- Maria
José da Morgue foi condenada por ter um aspecto
xungoso e tomar poucos banhos, dando um mau aspecto à
magistratura.
"A
opinião do Só-Ares
era tão volúvel, que mudava em função
dos preços do marfim nos
mercados internacionais. Anos mais tarde mandou, desesperado,
o filho à Jamba, para trazer
o marfim escondido".
|
PASTA
Nº 4

Julgamento
do Senhor Luis Rainha
|
Transcrição
do Registo Áudio da Sessão do Julgamento do Réu
Luis Rainha pelo Tribunal do Santo
Ofício da RIAPA
Aos Sete Dias
do Mês de Setembro do Ano da Graça de Nosso Senhor
Jesus Cristo de Dois Mil e Quatro, realizou-se o Julgamento
do senhor Luis Rainha, mandado
instaurar pelo Exmo. Comandante Guélas,
Potestade da Net, em virtude desse
indivíduo ter escrito, durante largos meses, comentários
anti-semitas, de carácter nazi. O senhor Tenente
Proveta, representante do S.I.R
(Serviços de Informação
da RIAPA) , foi buscar
o Réu ao Campo de Reeducação de Porto Salvo,
onde se encontra a cumprir pena por ter sido considerado um
"Comunista Primário do Seixal".
Registo
nº 1
General Tubarão
- Eu Tubarão dos Arcos, General do Exército
Imperial, declaro, por Ordem Lacrada do Grandioso Comandante
Guelas, aberto o Tribunal do Santo Ofício da RIAPA. Tem
a palavra o senhor Tenente Proveta.
Tenente
Proveta
- Por Ordem Lacrada do Grandioso Comandante Guelas é
apresentado, no Tribunal do Santo Ofício da RIAPA,
um indivíduo de nome Luis Rainha e profissão indefinida,
com a acusação de "Anti-Semitismo de Carácter
Nazi". Foram também convocadas as seguintes pessoas:
-
Dona Ana Albergaria (Denunciante)
-
Senhor Jorge Palinhos (Cúmplice)
-
Professor Doutor João da Quinta (Técnico de Apoio
ao Tribunal)
-
Jornalista Escoto (Jornalista Oficial da RIAPA)
É chamada a Sra. Dona
Ana Albergaria para ser questionada pelo Tenente Bigornas.
Registo
nº 2
Tenente Bigornas
- "Custa-me ver um judeu a ser cuspido na cara só
porque é judeu. Custa-me ver um negro, um árabe,
um muçulmano, etc., não conseguir arranjar emprego
só porque são aquilo que são" - a
senhora confirma que esta citação foi escrita
por si?
Ana Albergaria -
Sim, senhor tenente, confirmo.
Tenente Bigornas
- Que a senhora não é "anti-semita",
o Tribunal confirma-o. Mas "racista", temos dúvidas.
Ana Albergaria -
Racista, eu?
Tenente Bigornas
- Calma, calma, Dona Ana. Porque é que chama negro, a
um preto? Tem medo de dizer "preto"? Nos países
anglo-saxónicos "Black his beautiful", e "niger"
é um insulto. O contrário de "Branco"
é "Preto", e não é "Negro".
Há quem lhes chame "Africanos" e a maior parte
deles nas ceram na Europa. Não será isso um "Racismo"
envergonhado? Faz-me lembrar aqueles "esquerdistas de geração
espontânea" que sempre chamaram "Preto"
aos pretos, mas que em 1974, devido a problemas de consciência,
passaram a chamar-lhes "não-brancos", como
o célebre revolucionário Mário Tomé.
Ana Albergaria -
Acho que não, mas dizer "Preto" custa-me!
Tenente Bigornas
- Fica registado em Acta que existem indícios de "Racismo"
contra a senhora. Agora debrucemo-nos sobre o Réu Luis
Rainha. O que tem a dizer sobre ele, que seja importante para
este Tribunal?
Ana Albergaria -
Esse senhor é um dos homens que me faz temer o retorno
das Trevas.
Tenente Bigornas
- "Retorno das
Trevas"? Não estará a exagerar
ao dizer que o Réu é um "Demónio"?
Ana Albergaria -
Parte Demónio, parte Prometeu. Sempre
que leio artigos escritos por esse senhor, sinto um friozinho
na espinha...São muito raras as vezes que ele não
levanta o dedinho contra os judeus...
Tenente Bigornas
- ...se ele tivesse vivido na Alemanha nazi, pensa que teria
sido o "homem dum forno"?
Ana Albergaria -
Por tudo e por nada o réu justifica o injustificável
e desculpa o indesculpável. Está sempre a destilar
veneno contra os judeus. Dá-me a impressão que
fica contente de cada vez que morrem judeus em atentados. Nunca
li nada dele a condenar os terroristas palestinianos, nem os
atentados. Portanto, se lhe dessem as condições,
penso que seria capaz de ir mais longe. Já disse em palavras
o que fará em actos, se tiver oportunidade. Mas vem logo
gritar contra as acções militares do Estado de
Israel. Sendo assim, está com os monstros que colocam
bombas nos autocarros repletos de crianças judias. Qual
é a diferença entre esses autocarros a arderem
com gente lá dentro e os fornos crematórios de
Hitler? Nenhuma diferença!
Tenente Bigornas
- Pode-se sentar, dona Ana. Chamo o Professor Doutor João
da Quinta.
Registo
nº 3
Tenente Bigornas
- Senhor Professor, o senhor é o responsável pelo
Estudo "Detecção de Perturbações
Psiquiátricas na Comunicação através
da Internet", que está a decorrer na RIAPA?
João da Quinta
- Sim, coordeno o Estudo. Já divulgámos
dois blocos de resultados, e continuamos em pesquisa.
Tenente Bigornas
- Quanto tempo é que pensa que demorará este Estudo?
João da Quinta
- O tempo que o Exmo. Comandante Guelas quiser.
Tenente Bigornas
- E os resultados são definitivos?
João da Quinta
- Sim, já não há mais nada a acrescentar.
Por isso são divulgados. Mas, mesmo assim, vamos estar
sempre atentos, para aperfeiçoamentos.
Tenente Bigornas
- E os resultados do estudo são viáveis? Estamos
a avaliar personalidades!
João da Quinta
- O Método Tahan é infalível, e o estudo
envolve 10 investigadores da área comportamental.
Tenente Bigornas
- E para que serve o estudo?
João da Quinta
- Para tentar descobrir o porquê de tanta intolerância
e ódio na Net, principalmente na áres dos Blogs,
e vinda de uma Esquerda ressabiada. É uma Esquerda com
tendências Nacionais-Socialistas, depois do fracasso do
Social-Fascismo. São pessoas emocionalmente desiquilibradas
e que necessitam de tratamento psiquiátrico. A obsessão
delas são os judeus, estão tal e qual os alemães
na altura da subida de Hitler ao poder.
Tenente Bigornas
- E o senhor Luis Rainha já foi estudado?
João da Quinta
- Sim, já o estudámos e os resultados já
foram divulgados na RIAPA INTERNACIONAL.
Tenente Bigornas
- E detectou algum comportamento desadequado no Réu?
João da Quinta
- Vários! Na Área das "Atitudes" foi
confirmada a "Pouca Maturidade Emocional e Intelectual"
do Réu; na Área das "Emoções"
foi confirmado o "Descontrole Emocional" e reconfirmado
agora nos artigos escritos por ele; nas "Obsessões"
foi também confirmado na altura e reconfirmado agora
com os argumentos de uma Fonte Externa, a senh
ora
Ana Albergaria; na Área da "Sociabilidade",
foi confirmado a "Intolerância", a "Intolerância
à Opinião de Terceiros", que foi reconfirmada
agora com Atitudes Visíveis (escritas, neste caso!) e
a "Sobrevalorização de Acontecimentos Externos".
Isto tudo Correlacionado leva-nos a uma mistura explosiva -
Analfabeto Emocional tipo B!
Tenente Bigornas
- E o que é "Analfabeto Emocional tipo B"?
João da Quinta
- É quando um indivíduo chega ao fundo de si mesmo;
nós dizemos "chegar ao chão de si"!
Para ter uma noção, senhor Tenente, avaliámos
Hitler e Estaline, e eles foram classificados "Analfabeto
Emocional Tipo A". A Escala vai de "A" (mais
alta) a "F" (vestígios). O senhor Luis Rainha
está na fronteira entre os dois. Tivesse ele o poder
de Hitler ou Estaline e ...
Tenente Bigornas
- Como se detecta isso?
João da Quinta
- A banalidade raramente engana!
Tenente Bigornas
- É assustador! Eles estão no meio de nós.
João da Quinta
- Se os regimes não lhe fizerem frente, a História
poder-se-à repetir.
Tenente Bigornas
- Obrigado senhor Professor. Pode sentar-se. Chamo o senhor
Jorge Palinhos.
Registo
nº 4
Tenente
Bigornas - Senhor Jorge Palinhos, o senhor
escreveu que, e passo a ler, "o anti-semitismo é
uma peste intrínsecamente europeia, directamente relacionada
com a simpatia pela causa palestiniana". O senhor contraiu
essa doença?
Jorge Palinhos -
Anti-semita, eu? Claro que não. Eu até tenho amigos
judeus!
Tenente Bigornas
- O senhor Luis Rainha escreveu que "o pior é quando
uma religião se sabe proprietária de uma 'Terra
Prometida'. Que comentário faz a isto?
Jorge Palinhos -
É uma frase atribuida a alguém que se revolta
com as injustiças que se cometem contra os palestinianos.
Tenente Bigornas
- Mas, o que é que isto tem a haver com os palestinianos?
Jorge Palinhos -
O senhor Tenente sabe que é ao problema entre os Palestinianos
e os Israelitas, a que se refere este julgamento do meu colega.
Tenente Bigornas
- Mas, detecta algum sinal de anti-semitismo na escrita do seu
colega?
Jorge Palinhos -
É apenas um ponto de vista.
Tenente Bigornas
- E o senhor concorda com ele?
Jorge Palinhos -
De uma maneira geral, sim. Os Judeus dizem-se proprietários
de uma "Terra Prometida".
Tenente Bigornas
- Mas, há mais Religiões que se dizem proprietárias
daqueles lugares. E os senhores só atacam os Judeus!
Pode sentar-se, será tirada uma Certidão do senhor
para uma Investigação. Chamo novamente a senhora
Ana Albergaria.
Registo
nº 5
Tenente
Bigornas - O Senhor General Tubarão
ainda tem algumas dúvidas e vai questioná-la.
Tenente Proveta
- Dona Ana Albergaria, a senhora pensa que foram os Brancos
Ocidentais que inventaram a discriminação pela
cor da pele?
Ana Albergaria -
Sim, concordo.
Tenente Proveta
- Antes de haver
escravatura na Europa, já havia escravatura em África,
feita pelos próprios. Os ciganos raramente casam com
não-ciganos. Acha que foram os brancos que inventaram
isto? As mulheres ciganas vão à Escola até
ao 4º ano e depois não as deixam estudar mais. Foram
os Brancos que decidiram isto? Já imaginou como é
que seria o mundo sem os Brancos? Os Brancos sairam de África
e eles recuaram 50 anos em termos de Desenvolvimento. Os Pretos
de África estão a morrer de Sida, vítimas
da sua própria ignorância. Já morreram mais
Pretos em África nestes últimos 30 anos, do que
durante toda a História da Escravatura. Os Brancos também
são os culpados?
Ana Albergaria -
Tem razão General, mas aonde quer chegar?
Tenente Proveta
- A discriminação é feita por pessoas de
todas as cores e não por povos. E há gente que
se auto-discrimina, que é o caso dos ciganos,
que na sua maioria são anti-sociais, vivem à margem
da Lei. São eles os seus próprios negreiros.
Ana Albergaria -
Concordo!
Tenente Proveta
- Acha que os Árabes são discriminados pelo Ocidente?
Ana Albergaria -
Sim, o Ocidente discrimina-os!
Tenente Proveta
- Não serão mais eles que se auto-discriminam?
Ana Albergaria -
O que é que o Senhor General quer dizer com isso?
Tenente Proveta
- Quero dizer que a Religião Muçulmana está
desajustada do Desenvolvimento e isso é que cria os conflitos.
E eles apontam-nos as culpas.
Ana Albergaria -
Não tenho nada a acrescentar.
Tenente Proveta
- Fica registado que existe alguma confusão nos seus
valores e convicções. Senhor Tenente Bigornas,
não tenho mais perguntar para fazer.
Tenente Bigornas
- O julgamento do senhor Luis Rainha chegou ao fim, o Exmo.
Comandante Guelas, a Potestade da Net, dará o Veredicto,
que será lido pelo Exmo. Senhor Tubarão, General
do Exército Imperial do Comandante Guelas.
Registo
nº 6
Tenente
Proveta - Em nome do Exmo Comandante
Guélas, Potestade da Net, declaro
o Réu Luis Rainha
culpado de "Anti-Semitismo Primário de carácter
Nazi". A pena a aplicar será a "Fogueira
do Santo Ofício da RIAPA",
instalada na Terrugem, Rua do Manelinho, Sítio do Ánhuca,
nº 27, 2549 - 585 Aldeia dos Milhas.
|
PASTA Nº 5
Diálogos Secretos
- I
Com o Filho Secreto
do Arafat o senhor Ratinho Blanco
 
|
RIAPA
- RatoArafat,
quando é que
soube quem era o seu pai?
R.A. - Quando
ia à casa de banho do "Adro" e me via ao espelho,
a minha cara fazia-me lembrar alguém. De início
julgava que era o Milhas.
RIAPA - E
quando é que soube a verdade?
R.A. - Quando
o Milhas me telefonou a ameaçar e a fazer-me ver as vantagens
de aceitar ser filho daquele presunto árabe.
RIAPA - Está
contente?
R.A. - Claro
que estou, agora já bebo à borla na "Casa
do Adro". Ameacei-os chamar o Hamas para lhes dar cabo
do café.
RIAPA - E
qual é a sua relação com
a Suhia?
R.A. - Nem
para o bro... serve. Prefiro a mulher do coveiro.
|
PASTA Nº 6
Diálogos Secretos
- I I
Entre Carvalhas
e Cunhal
 
|
A RIAPA
lançou-lhe um Isco
com 12 anos e pôs-lhe
um Microfone no
Pandeiro
Caralhas
- Está bom ò paizinho do
povo explorado pela burguesia?
Cunhal - ...brr..vo...reforma...agrá..po..
Caralhas - Vejo
que o nosso líder está óptimo,
não concorda camarada Jerónimo?
Jerónimo - Um
mimo, está um mimo!
Caralhas - Então
o que é que o paizinho me aconselha?
Cunhal - rrrr..rrr..vo..po..reforma..grária..
Jerónimo - Está
a dizer para te demitires e me elegeres.
Caralhas - Tu és
muito inteligente Jerónimo, não sei porque é
que és analfabeto!
Jerónimo - O
Salazar é que é o culpado e a burguesia. Para
o povo sou um Catedrático!
Caralhas - Bem,
depois desta longa conversa, muito esclarecedora, vou-me embora.
Adeus paizinho do povo!
Cunhal - rrrr..rrr.vo..po..reforma..grária...
Jerónimo - Vai,
vai que eu ainda tenho de ligar o paizinho à ficha.
Ó Sopeira Camarada Barbuda?
Omelete Santos -
Já vou! Estou aqui a limpar a trampa que o Paizinho fez
no chão. Que mania que ele tem de cagar no chão.
Jerónimo - Foram
os anos da Clandestinidade.
Omelete Santos -
Deviamos-lhe pôr uma fralda.
Jerónimo
- Cala
essa boca Fascista. A fralda é um objecto burguês.
Ele vai continuar a cagar para onde estiver virado. Ficas avisada
que quando eu tomar conta do Partido, todos vão voltar
às origens do povo trabalhador.
Omelete Santos - Não
me digas que vou passar a cagar nos campos e a limpar o cu aos
calhaus?
Jerónimo - Vou
partir as casas-de-banho burguesas do Partido. E mais nenhuma
camarada vai tirar pêlos.
Omelete Santos - Ah
isso já faço eu! Tenho uma bela barba. Olha o
Paizinho, está em pé para o discurso ou para a
cagadela?
Cunhal - rrrrr..rrrr..vo..refor...pum,pum.
|
PASTA Nº 7
Diálogos Secretos
- I I I
Entre
Paes do Amaral e Marcelo
 
|
Escuta nº 1
Pães do
Amaral – Então cunhadito, que cara é
essa? Estás um bocado amarelo.
Martelo Rabo-Belo
– É só azares. Eu que queria tanto ser Primeiro-Ministro,
ninguém me liga. O Santana Flopes, além de ter
as miúdas todas, caiu-lhe de bandeja o lugar. E nem Professor
é.
Pães do Amaral
– Quanto ao sexo oposto, tu sabes qual é o teu problema.
Aquela coisa da Suiça nunca foi bem explicada.
Martelo Rabo-Belo
– Eu pensei que esse assunto já estava enterrado. Isso
é uma forma de Liberdade de Expressão. Tu prometeste-me
que Censuravas isso, que apagavas da memória colectiva.
Pães do Amaral
– E apaguei! Só ficou na minha, é um assunto de
família. Mas, talvez alguém se lembrasse se tu
atingisses o Poder. Do Flopes só falam das miúdas,
mas isso é uma Mais-Valia. Não viste o elogio
que o Lula fez das acompanhantes do Flopes?
Martelo Rabo-Belo
– Que azar que eu tenho. Julgava que quando fosse Professor
a minha sorte mudasse.
Pães do Amaral
– Ó cunhadinho, esqueceste-te da alcunha que tinhas quando
andavas na Escola? Eras o Cu-de-Senhora, o Cu-de-Senhora!
Martelo Rabo-Belo
– Mas isso foi há 40 anos atrás.
Pães do Amaral
– Mas os teus colegas ainda estão vivos e também
querem o lugar. Para tu teres alguma esperança, eles
têm de morrer primeiro e levar com eles o Cu-de-Senhora.
Ficas a ser definitivamente o Professor, o Pai da Nação,
a Reserva Moral e não o Homem da Suiça e o Cu-de-Senhora.
Martelo Rabo-Belo
– Tenho de ser mais incisivo nos meus comentários. Tenho
de os pôr à beira do precipício e depois
empurrá-los. Vou pedir a receita ao Se-Ábra e
ao Narciso Cu-à-Banda. Eles conseguiram dar cabo do Sousa
dos Frangos. Vou fazer com que o Santana Flopes veja o meu programa
na Lota de Matosinhos!
Pães do Amaral
– Aqui não. Tu estás neste canal para Comentar
tudo e não para tratares da tua vida política.
Eu aconselho-te a ires descansar. Tu estás a ficar grogue
e a minha cunhada não merece ter um monga na cama.
Martelo Rabo-Belo
– Não me deixas dizer mal do Flopes?
Pães do Amaral
– Deixo-te dizer mal de todos. E não só do Flopes.
Tu estás aqui para Comentar e não para tratares
das tuas frustrações. És sempre o mesmo.
Já o meu tio me dizia que foste sempre, desde pequeno,
um Invejoso. Querias sempre os brinquedos dos outros. Agora
já és um adulto.
Martelo Rabo-Belo
– Vou-me embora dizer mal do Flopes para outra freguesia! Vais
ver o incêndio que eu vou atear na paróquia! Os
Comunas vão-se pôr a berrar que nem uns asnos.
Escuta nº 2
Martelo Rabo-Belo
– Vou já telefonar ao Carvalhas!
Pães do Amaral
– Acalma-te ò Martelo, pensa primeiro, deixa-te de birrinhas,
já não tens idade para isso.
Caralhas – Tou
Xim…..
(ao telefone)
Martelo Rabo-Belo
– Caralhas?
(ao telefone)
Caralhas - …é
Pra Mim! (Mé,mé,mé,mé,é,é…
vozes de fundo)
(ao telefone)
Martelo Rabo-Belo
– Sou eu, o Martelo!
(ao telefone)
Caralhas (ao telefone)
– O Fascista do Martelo? O amigo dos Americanos e dos Exploradores
da Classe Operária?
Martelo Rabo-Belo
(ao telefone) – Já vi que estás rodeado pelo Comité
Central. Então, ouve. Já almoças-te?
Caralhas – Não!
(ao telefone)
Martelo Rabo-Belo
(ao telefone) – Então encontramo-nos no sítio
do costume: o Gambrinos. Tenho uma bomba para ti. Daqui a meia-hora.
Já podes insultar-me!
Caralhas (ao telefone)
– Fascista, eu não falo com exploradores da classe operária.
Martelo Rabo-Belo
– Éh,éh,éh….Eu sou um génio.
Pães do Amaral
– Martelo, Martelo, precisas de descansar…Tu estás cheio
de stress.
Martelo Rabo-Belo
– Eu vou dar cabo do Flopes, que me tirou o lugar de Primeiro…mas
ele que se cuide, que eu vou ser Presidente, Presidente. Vou
telefonar ao Pateta Alegre.
Pateta Alegre
– A mim ninguém me engana!
(ao telefone)
Martelo Rabo-Belo
(ao telefone)– Calma Pateta, calma, sou eu o Martelo!
Pateta Alegre
(ao telefone) – Desculpa, desculpa, julgava que era o Só-Cartas.
Ainda ando um pouco nervoso com a campanha para o PS (Panascas
do Samouco).
Martelo Rabo-Belo
(ao telefone)– Tenho uma bomba para ti. Mas tens de vir ao Gambrinos.
Pateta Alegre
(ao telefone) – Óptimo, estava com saudades de ir a um
espaço popular. Adoro estar com o povo e andar no meio
dele, vestido com uns trapinhos. Até já.
Martelo Rabo-Belo
– Éh, éh, éh…..Que belo incêndio.
Aposto que o Sem-Paio me vai chamar a Belém!
Pães do Amaral
– O Sem-Paio chamar-te a Belém por causa de uma invenção
tua? Mas julgas que ele é o Kumba Ialá?
Escuta nº 3
Trim, Trim, Trim
...
Martelo Rabo-Belo(ao
telefone) - Alô, daqui fala o Mártir, o primeiro
político expulso de uma empresa privada. Quem fala?
Pateta Sem-Paio(ao
telefone)
- Professor
Rabo-Belo, daqui fala o Presidente!
Martelo Rabo-Belo(ao
telefone)
- O
Presidente de todos os Portugas.
Pateta
Sem-Paio(ao telefone)
- De
todos? Deixe-se de dar graxa, que eu não o apoio para
o meu lugar. Quero convocá-lo para uma Reunião
de Estado. É um escândalo o despedimento de um
político por um privado. Nem quando a empresa entra em
falência e os trabalhadores vão para a rua, o político
é despedido. O ordenado de um político é
vitalício!
Martelo Rabo-Belo(ao
telefone) - Obrigado Presidente Sem-Paio, e
outras coisas..
Pateta
Sem-Paio(ao telefone)
- ...deixe-se de veneno, o senhor já não
está na manjedora. Veja lá se eu desligo o telefone.
Martelo
Rabo-Belo(ao telefone)
- Desculpe, desculpe,
é o hábito. Amanhã às nove estou
aí!
Martelo Rabo-Belo
- Yes! Sou o melhor, vou dar cabo do Flopes. Vou telefonar ao
Zeca Mangalho!
Zeca Mangalho(ao
telefone)
- Daqui
fala o Deputado dos Blogs.
Martelo Rabo-Belo(ao
telefone) - É o Mártir, é o Professor Rabo-Belo.
Quero-te contar....
Zeca Mangalho(ao
telefone) - ...agora não Martelo, agora não que
eu também estou com o problema da Casa Clandestina...Amanhã,
telefona-me amanhã.
Martelo Rabo-Belo(ao
telefone) - Ok amigo, espero que resolvas o problema, adeus
amigo.
Martelo Rabo-Belo
- Comuna...ainda te lixo com a Casa Clandestina!
Escuta
nº 4
Pães
do Amaral - Acalma-te querido cunhadinho.
Eu só te disse para descansares, e pelos vistos tinha
razão.
Martelo
Rabo-Belo - Eu só me acalmo quando
for Presidente ! Vou telefonar ao Sapão de Ferro. De
Cabalas percebe ele.
Pães
do Amaral - Cabalas ? Toda a gente sabe
que não houve cabalas nenhumas e que ele é, é
um grande artista! O Mestre das Cabalas és tu, cunhadito.
Sapão
de Ferro(ao
telefone) - "tou-me cagando para
o segredo de justiça", daqui fala o ex-General Sem
Medo.
Marcelo
Rabo-Belo(ao telefone) - Sou eu Sapão,
o Comentador que foi Censurado pelo Flopes.
Sapão
de Ferro(ao telefone) - Não me
fales desse, tirou-me o lugar.
Marcelo Rabo-Belo(ao
telefone) -Tirou-te o lugar ? Tirou o lugar foi a mim !
Sapão de Ferro(ao
telefone) - A ti ? Tu nunca passarás de Comentador de
meia-tijela.
Marcelo Rabo-Belo(ao
telefone) - Não é altura para bocas. Proponho-te
uma Aliança.
Sapão de Ferro
(ao telefone) - Aliança ?
Marcelo Rabo-Belo(ao
telefone) - Tu ajudas-me para a Presidência e eu safo-te
da "Casa Pia" com um indulto Presidêncial.
Sapão de Ferro(ao
telefone) - Tu és um sortudo. Safaste-te da Suiça.
Combinado, eu aceito. Adeus, que vou comer um "franguinho",
perdão um ....adeus!
Marcelo Rabo-Belo
- Indulto Presidencial ? A um comedor de "Franguinhos"
? Espera sentado.
|
PASTA Nº 8
Conversas
Secretas
Com
os Agentes Cavaleiro,
Zé do Fotógrafo e Ligóia.
|
"Vi
a foto do arguido mediático a mexer no sexo de um jovem"
- Teresa Costa
Agente
Alpedrinha - Na foto podemos ver claramente
o mediático senhor, na companhia
do Rotto, do Camisolão
e de putos, todos
misturados, participando numa bela orgia (e mostrou-ma).
Quitéria Barbuda -
E pretende divulgá-la ?
Agente Zé do Fotógrafo -
O Paulino, prostituto no Parque Eduardo VII em 1979, deu-me
5 fotos onde se veêm alguns desses senhores mediáticos,
em actos sexuais com menores, principalmente esse senhor. A
defesa dele não tem ponto por onde se pegue, façam
os amigos dele o folclore que fizerem.
Quitéria
Barbuda - O que é que vão
fazer com essa informação ?
Agente Ligóia - No momento
certo o Circo irá por si próprio pegar fogo. Tão
machos que eles eram. E elas também vêm para o
baile. Tão puritanas e tão boas mães.
Agente Cavaleiro
- E ainda faltam acrescentar os nomes dos nossos Superiores
que tentaram boicotar a investigação
!
Quitéria Barbuda -
Tentaram abafar o caso ?
Agente Cavaleiro
- O meu armário foi arrombado, roubaram-me as fotografias
e um superior meu na altura, que agora escreve livros e novelas,
patrocionados pelo pedófilo mediático, lixou-me
a carreira.
Quitéria Barbuda
- Roubaram-lhe as fotografias ? E sabe quem fez isso ?
Agente Ligóia
- Esse meu superior era na época especialista em Assaltos
e Furtos Qualificados. Muita coincidência, não
é ? E tinha dois amigos, que estavam na altura a concorrer
para o mesmo cargo, que têm agora o mesmo discurso político,
que também têm o rabo preso.
|
PASTA Nº 9
Escutas
Telefónicas
Feitas pelo S.I.R

|
Questão:
Porque é que o Tó Sapão
de Ferro não foi para a "prisa",quando
todos sabiam que tinha papado "Franguinhos de Belém"
?
ESCUTA
Nº 1
Camões
- Olá Bocage, eu queria encomendar
2 garrafas de gás.
Bocage - Hoje só
te posso dar uma, porque estou muito fraquinho.
Camões - Ok
! Sabias que há um Franguinho no Processo que diz que
o Sapão lhe pediu: "quero que me faças o
mesmo que fazias ao Bóbó" ?
Bocage -
Não sei, é a primeira vez
que oiço isso, não sei.
Camões - Não
se lembra disto ?
Bocage - Não,
nunca li.
Camões - Podia
ter ouvido qualquer coisa assim. E esta história do Franguinho
ser comum ?
Bocage - É
possível. Eu estou a falar de Franguinhos de facto. Isso
não é nada, isso não é crime nenhum.
Camões - O
que nós sabemos é que esta testemunha era o tal
braço direito do Bóbó.
Bocage - Eu não
estava a falar disso há bocado. Está a falar do
Cueca, é isso ?
Camões - Sim.
Bocage - Eu não
estava a falar disso. Eu estava a falar de actos mesmo.
Camões - O
quê ? Desse eu não sabia.
Bocage - E a gente
nem precisa de saber.
Camões - Nós
sabiamos que o Sapão foi referenciado em algumas capoeiras,
mas que tenha comido Franguinhos, não sabiamos. E, afinal,
é o próprio Cueca que diz isso. Disso temos a
certeza absoluta e sabemos desde Janeiro.
Bocage - Eu também
só tenho os factos de Janeiro, não de agora.
Camões - O
que nós sabemos é que o Chico Cueca terá
dito que foi ter com o Sapo. Mas o Chico tem 17 anos, ó
Doutor.
Bocage - Pois.
Camões - Então
é pelo facto do Chico estar a fazer 18 anos por estes
dias. É por isso que o Sapão poderá ter
dito isto que disse agora. Essa é uma hipótese.
Bocage - Não
sei, eu não conheço os outros depoimentos. Eles
conhecem o Processo todo.
Camões - Quando
foi ao PIAP, o Sapão foi presente perante os Franguinhos
e leu aquilo que constava nos Processos. Porque é que
ele não foi detido ? Dê-me uma bilha de gás...perdão...uma
explicação. Havia razões para isso. Por
razões políticas ? Por Política só
?
Bocage - Eu também
fiz essa pergunta, e a explicação foi de já
não haver tempo para Procedimento Criminal, porque o
Direito de Queixa estava extinto. O Direito de Queixa caduca.
Há Caducidade própria do Crime Semi-Público,
no que diz respeito a menores. Quando atingem a maioridade e
não são tutelados por ninguém.
Camões - Mas
em Janeiro dos 3 do Ranhoso, um deles também tinha a
ver com o Sapão.
Bocage - Meu caríssimo
amigo, eu não li. Eu fiz essa pergunta ao MP e a resposta
que me deram foi: o Sapão não foi constituido
arguido porque o Direito de Queixa não foi exercido a
tempo, caducou. Foi a resposta que me deram. Eu não compreendi
porque é que não foi constiuido arguido na altura.
Nunca percebi. Nesta conformidade perguntei, e a resposta que
recebi foi esta.
Camões - Temos
uma certeza absoluta: em Janeiro pelo menos um Franguinho acusava
o Sapão e essa também acusava o Ranhoso. E se
o Sapão quando é ouvido é confrontado com
os 3, pois é, são os que já prescreveram.
Bocage - Não
é prescrever. É o Direito de Queixa. O crime é
Semi-Público e precisa de queixa.
Camões - Alguma
razão há para o Sapão dizer isto agora.
Bocage - Quando
o Processo abrir para Acusação, as pessoas vão
ler o depoimento.
Camões - Ou
então estava a decorrer alguma coisa, o tal que faz 18
anos não faz sentido, se ele também acusa o Ranhoso.
Bocage - O MP nunca
poderia ter caido nisso, porque é devastador. Acho eu.
Essa Hipótese que está a colocar na sua cabeça,
eu às vezes também a coloco, porque isso é
devastador para o MP, isso é Opção, e aqui
não há direito de oportunidade. Portanto, essa
Opção é devastadora. Se isso aconteceu,
então o MP vai desaparecer do mapa. É tão
grave, tão grave, que eu não acredito que tenha
acontecido isso. Não acredito e estou confiante de que
não foi porque já não havia possibilidade
de lhe fazer a queixa. Não vejo outra hipótese.
A outra hipótese acaba com o MP em Portugal.
Camões - Acaba
com o MP não, acaba com os Procuradores.
Bocage - Acaba com
o MP. O Souco quando a Dra. Panda saiu do jogo ficou o responsável
directo !
Camões - Tem razão.
Não estar à espera dos 18 anos é apenas...
Bocage - O Soco
sabe que a sua cabeça está em risco. Não
acredito nisso. E se aconteceu fico com a boca aberta de pasmo.
Camões -
Olhe, vamos continuar, como se diz na gíria jornalística
a "escadar", porque isto está uma história
muito mal contada.
Bocage - Estas declarações
do Sapão têm alguma coisa que me está a
escapar.
Camões - Ele
deve ter ficado sossegado por alguma razão que eu não
sei qual foi.
Bocage - Ele deve
ter alguma informação de algumas coisas que estão
a ocorrer neste momento.
Camões - Tem,
isso tem. Obrigado pela garrafa de gás!
Escuta
nº 2
Bocage
- Eu queria encomendar duas bilhas de
gás.
Camões - Só
lhe posso dar uma.
Bocage
- Ele está a mandar tiros para
o ar ?
Camões - Não.
Bocage - Ou o nome
dele apareceu mesmo nos depoimentos das testemunhas ?
Camões - Claro.
Ele sabe, ele está a falar com conhecimento.
Bocage - Ó
Dr. mas é 1, 2..?
Camões - Ah,
Ah, Ah...
Bocage - Isso é
que é interessante. Até agora sabemos que há
pelo menos 1. E já agora contamos tudo o que sabemos.
Há pelo menos um que o situou num sítio, onde
terá ocorrido isto. Não terá feito nada,
terá só visto.
Camões - E...?
Bocage - O que é
que nos aconselha, Sr. Dr., para não errarmos ?
Camões - O
que é que quer saber: 1 ou mais ?
Bocage - Sim.
Camões - Mais.
Como sabe não tem consequências criminais.
Bocage -
Porquê ?
Camões - Por
falta de legitimidade para o MP fazer a Acusação,
uma vez que já atingiram a maioridade. Penso que é
esta a explicação. E não foi deduzida oportunamente
queixa.
Bocage - Então
são factos que já se passaram há mais de
5 anos.
Camões - Não,
não, não.
Bocage - Não
?
Camões - Factos
em que os intervenientes entretanto atingiram a maioridade e
não apresentaram queixa. Como o crime é semi-público,
o MP não tem legitimidade para acusar.
Bocage - O Sapão
só não estará detido porque não
houve queixa formal das crianças.
Camões - O
MP sem a queixa não pode deduzir acusação.
Bocage - Portanto,
estes indivíduos atingiram a maioridade.
Camões - Eu
creio que é isso, já não me lembro porque
são pessoas a quem não se pode impôr acção
legal, porque já estão fora do prazo.
Bocage - Uma das
coisas que se diz aí, que começa a soar mais,
é que já foram tiradas mais certidões do
Mega Processo.
Camões - Acredito,
porque o MP, e eu já o tinha dito anteriormente, já
não tem tempo para pegar nas pontas todas que tem no
Processo. Portanto, tem de haver processos paralelos depois.
Bocage - Mas de
acordo com aquilo que se pode saber, o Sapão em princípio
estará safo disto, não haverá maneira nenhuma
de ele ser constituido arguido.
Camões - Nesta
investigação principal do processo não,
agora se surgiu mais alguma coisa entretanto, não sei.
Sinceramente não sei.
Bocage - Ele diz
também que poderá haver mais dirigentes do PS
envolvidos.
Camões - Ah,
ele diz isso ?
Bocage - Deixe-me
ver onde é que ele diz isso...não, não,
essa parte não diz. Isso sabemos nós. E depois
há aqui uma frase dele muito estranha: "aqueles
que coordenaram estas calúnias foram os mesmos que fizeram
a divulgação das escutas". Ó Dr. Camões,
por aquilo que nós sabemos, isto caiu-lhe em cima que
é uma coisa doida.
Camões - Eu
acredito que alguém no caminho do processo para a Relação,
tirou fotocópias das Contra-Alegações do
MP. Penso eu que foi isso que aconteceu, na minha visão
das coisas. Foi isso que sucedeu. Agora que o homem sabia quando
foi ouvido, acho que sim. O diálogo entre ele e ...
Bocage - O que se
diz por aí é que quando ele foi ouvido, foi apenas
na história do Segredo de Justiça. Então
isso não é verdade.
Camões - Sim,
mas digo, foi informado, ou seja, ele sabe o que existe no Processo.
Até já me disseram, e eu não sei se é
verdade ou mentira, disseram-me que o Muitos-Nabos tem o Processo
todo fotocopiado no escritório.
Bocage - O Processo
da Casa dos Franguinhos ?
Camões - Sim.
Portanto, admito como plausível tudo o que está.
Bocage - Portanto,
no fundo isto é que é preciso saber, em princípio
não poderá suceder nada ao Sapão, uma vez
que as queixas, e são várias...
Camões - ...não,
não são queixas. Portanto, os factos apurados
pelas testemunhas em relação a ele, não
podem ser levados à Acusação, uma vez que
a pessoa que os relata, não deduziu queixa nos 6 meses
subsequentes ao atingir a maioridade.
Bocage - Ah, mas
é só uma pessoa ou várias ?
Camões - Não
sei, mas creio que são para aí umas três.
O que eu acho engraçado no Sapão, na perspectiva
dele e do PS, muito sinceramente, e agora estou a falar, estou
a falar como cidadão, não estou a falar como alguém
que possa ter acesso ao Processo, porque ele deixa de estar
em segredo e se relatar no seu jornal os dois documentos, isso
é a morte física e moral de qualquer pessoa.
Bocage - Pois é!
Camões - Como
é que se subsiste a isso ? Vai dizer que é uma
calúnia, vai dizer que aquilo não é verdade.
É uma coisa que aparece logo no princípio do Processo,
aparece logo ali em Janeiro, para aí. Como é que
depois vai dizer que é uma Cabala, que é isto,
que é aquilo, que é "acoloutro".
Bocage - No fundo
está-me a dizer aquilo que nós já sabiamos.
Camões -
Os factos quando aparecem são factos com tal poder de
destruição, que ele não arrisca. O que
é que ele vai dizer, que é uma Cabala ?
Bocage - Pois não
pode dizer.
Camões - Portanto,
basicamente ele está num beco sem saída e está
a tentar ganhar mais dois meses. Mas, para quê ?
Bocage - Não
se percebe bem, talvez para minimizar os estragos em relação
ao PS.
Camões - Talvez,
mas de qualquer maneira é a crónica de uma morte
anunciada.
Bocage - Ok, um
resto dum bom domingo.
Escuta
nº 3
Bocage
– Queria encomendar 2 garrafas de gás.
Camões
– Mas eu só tenho uma.
Bocage – Não
é o que dizem
Camões
– Também há muita gente interessada em levantar
pistas falsas.
Bocage – A PJ
já reforçou os meios para esta fotografia. Já
estão reforçados os meios?
Camões
– Já ! Quando foi colocada a questão de nós
suportarmos todo o custo de toda a Investigação,
o custo humano, foi no sentido de tudo o que fosse necessário,
nem que fosse necessário ir buscar pessoas a outros departamentos.
Bocage – E isso
já foi feito ?
Camões
– Claro, nós estamos a fazer isso. Hoje fazer uma captura,
uma detenção, por exemplo, de 3 pessoas simultaneamente,
exige 50 a 60 pessoas na rua. Não é fácil
gerir isto. Isto parece tudo aparentemente fácil, mas
as críticas que foi de tarde, que foi de dia, que foi
não sei o quê, mostra que ninguém vê
o que está por detrás disso tudo.
Bocage – Mas é
que isto ninguém percebeu. Porque é que foi às
10 da noite ? Já agora, por curiosidade mórbida,
entre aspas, porque é que não foi de manhã
?
Camões
– Por 2 razões: para já o cheque da posição
do MP esteve hesitante até ao fim da tarde, por causa
da história do perigo de fuga. Não sei exactamente
a decisão, que por sinal já foi tardia. Em 2º
lugar, estamos a falar obviamente em off?
Bocage – Com certeza,
ainda continuo a ser Bocage.
Camões
– Em 2º lugar tem de entender que ter de fazer a vigilância
a cada gajo, que tinha 2 a 3 casas, tem de se estar em cada
casa, portanto a equipa que está a fazer vigilância
em determinada casa, quando vir sair a pessoa, a equipa faz
vigilância, não faz outra coisa; não se
podem queimar noutras actividades. A equipa de vigilância
de uma determinada casa, quando vê sair a pessoa abruptamente
de casa, comunica à equipa operacional, que é
a equipa que vai fazer a detenção. Portanto, depois
há aquela saída abrupta em direcção
à Auto Estrada do Sul e tivemos necessidade de alterar
o dispositivo.
Bocage – Pelo
que eu estou a perceber, foi a própria PJ quando viu
o senhor em direcção à Auto-Estrada do
Sul, terá alertado o MP para essa situação.
Camões
– Não, creio que não. Mas não posso precisar,
era tudo uma questão de minutos, não sei, sinceramente
não sei, porque eu para minha própria protecção
tenho-me afastado das decisões em concreto. Mas sei que
a disponibilidade de meios foi enorme, como deve calcular
Bocage – Vou-lhe
pedir autorização para escrever uma peça
pequena, nunca o citando, que além daquilo que vem no
Comunicado, não há qualquer atrito entre o MP
e a PJ, a PJ inclusivamente já reforçou os meios,
porque se trata de uma Investigação muito complexa,
dou o exemplo, que no caso da detenção do Carlitos
Cus e dos outros 2 senhores, tiveram cerca de 50 homens na rua;
posso escrever isto ?
Camões
– Pode, pode.
Bocage – Foi uma
Operação muito complexa e a PJ continua disposta
a ajudar o MP naquilo que for necessário…
Camões
- …é o imperativo legal, como sabe…
Bocage - …e a
libertar mais meios de outras brigadas de outras secções
da PJ, sempre que o MP assim o entender, para o bom ritmo das
investigações.
Camões
– Pode escrever isto tudo. Mas isto tem de ser sempre assim.
Isso é uma questão de bom senso.
Bocage – Mas esta
história do Jornal de Notícias de bom senso não
tem nada.
Camões
– É uma notícia de contra-informação,
de submissão, de inquietação. Mas isso
não há-de ser a última, pois não.
Bocage – Pois
não, pois não. Mais uma vez muito obrigado pelo
gás.
Camões
– Não tem de quê, tenho uma bilha muito grande.
|
PASTA
Nº 10

Envelope 9
Apenso V
O verdadeiro Conteúdo
das Disquetes
|
A base
de dados da facturação detalhada da PT, era apenas
numérica e os jornalistas do pasquim "24 horas"
transformaram-na numa base de dados nominativa ("telefonámos
para os próprios números para descobrir a titularidade"
- Quim Oliveira, jornalista arguido),
entrando assim em aspectos da reserva da vida privada, o que
é vedado pelo artigo 3º da Lei de Imprensa. O exame
pericial dos ficheiros, marcado para 13 de março pelo
juíz de instrução criminal, foi suspenso
e adiado por um incidente de escusa apresentado pelos arguidos
à abertura dos seus computadores. Incidente seguido de
recursos ainda pendentes. Eles irão fazer tudo para que
a verdade nunca se saiba.
O que
o Quim oliveira disse que fez com
o ranhoso do kricas é mentira.
O TSOR sabe que há números
de telefone confidenciais de casas que estão vazias e,
portanto, ninguém atende e eles nunca poderiam saber
os nomes. A listagem total dos nomes completos indica que o
pasquim "24 Horas" usou
métodos mafiosos para a conseguir. E o fio da meada começa
no jornaleiro Kricas, o prostituto
da informação ("até a mãe é
capaz de pôr a render" - General
Tubarão), mais precisamente pelo telefone que
ele utiliza, passando pelo Quim Oliveira
("um Zé ninguém agarrado" - Tenente
Proveta) e acabando no funcionário
da PT ( o Janeca), que lhes passou
a informação.
Mas
por detrás disto estão os registos telefónicos
das conversas entre os trafulhas, que constituem o objecto do
crime. O TSOR torna assim públicos os telefonemas.
Transcrições
dos contactos telefónicos de alguns gabinetes oficiais
e afins
Telefonema nº
1
Guertrudes
- Casa do Relvas, bom-dia.
Desconhecido - Eu
queria marcar uma refeição.
Guertrudes - Olá
senhor ministro, a sua voz amaricada é inconfundível.
Desconhecido (ministro) -
A senhora é muito esperta, ninguém a engana.
Guertrudes - São
muitos anos a dirigir esta Casa de Pasto muito especial.
Desconhecido (ministro) - "Casa
de Pasto"? Eu já a proibi de dizer esse nome. A
senhora é uma "Ama", ouviu bem ? Se não
eu dou ordens para lhe tirarem os subsídios. Quer-nos
lixar ?
Guertrudes - Desculpe,
desculpe senhor ministro, eu estava só a brincar.
Desconhecido (ministro) - E
se estiver alguém a escutar ?
Guertrudes - A escutar
? Então vocês não controlam isso tudo ?
O Monhé é que manda nas polícias.
Desconhecido (ministro) - O
Monhé e o Sapão de Ferro fazem o que podem, mas
o Estado de Direito ainda funciona, coxo, mas ainda funciona.
Guertrudes - Então
o que é que o senhor quer?
Desconhecido (ministro) - O
costume.
Guertrudes - Um
franguinho, um charuto e um copo de whisky.
Desconhecido (ministro) - A
senhora está «ché ché». Essa
dose é a do senhor Cus.
Guertrudes - São
tantos e com tanta tara, que eu já não tenho cabeça
para tudo.
Desconhecido (ministro) - Quero
um franguinho para lhe arrebentar o mealheiro.
Guertrudes - O senhor
dá-me cabo dos frangos todos. Quem diria, com uma cara
dessas. Traz alguém consigo ?
Desconhecido (ministro) - O
mirone do costume.
Guertrudes - O Sapão
de Ferro ?
Desconhecido (ministro) - Afirmativo.
Ele só gosta de ver comer.
Guertrudes - Mas
desta vez não fica atrás das cortinas. Na semana
passada sujou-mas todas.
Desconhecido (ministro) - Ele
paga a tara.
Guertrudes - Mas
não o suficiente. Nem para a sopinha dos ranhosos chega.
Eu fiz um buraco na parede, ele fica a ver em cima duma cadeira.
Telefonema
nº 2
Guertrudes
- Casa do Relvas, boa tarde, fala a proprietária.
Desconhecido - Diplomata
em linha, quero amassar um protegido.
Guertrudes - A "Caldeirada"
do costume ? Um "chouriço de sangue" uma "alheira".
Desconhecido (diplomata) - Um
deles tem de saber dar murros na minha careca.
Guertrudes - Esteja
descansado, o prato ser-lhe-á servido com requinte.
Telefonema
nº 3
Presidencia
- "Casa das Ervas" ?
Guertrudes - Sim,
somos nós, "Casa do Relvas".
Presidencia - Relvas
? Ervas...eu disse ervas.
Guertrudes - Tanto
faz, senhor presidente, o que vocês querem tem muitos
nomes
Presidencia - A
senhora conhece-me ? Estou a falar com quem.
Guertrudes - Com
uma ama chamada Guertrudes.
Presidencia - Guertrudes
? Não conheço. Geralmente quem me atende é
uma brazileira.
Guertrudes - A ex
do Apresentador ? Não está, pirou-se para não
ser presa.
Presidencia - Casa
vez entendo menos...Bem, adiante, eu queria uma "Ervas
da Brandoa" para ter....ter mais desejo pela Zé.
Guertrudes - Quer
ter "pau", não é senhor Presidente ?
Mas as nossas ervas só são servidas aqui no Alentejo.
Os seus amigos ficam com um tesão danado. Eles deixam
os franguinhos feitos em farrapos.
Presidência - Não,
tanta potência dá cabo de mim e da minha Zé.
Guertrudes - Mas
a primeira-dama também anda metida nisto
?
Presidencia - Adora,
mas com moderação.
Guertrudes - Isto
anda tudo do avesso. Não admira que há 20 anos
tenham conseguido esconder isto tudo.
Presidencia - Então
manda-me o chá pelo correio ?
Guertrudes - Para
Belém ?
Presidência - Um
dos meus assessores fica cá à espera.
Guertrudes - O seu
assessor também gosta ?
Presidência - Os
assessores, os guardas, todo o pessoal. Eu sou muito liberal
e republicano, gosto de sentir o povo.
Guertrudes - Neste
casa "os filhos do povo". O senhor Bóbó
vai entregar-lhe o produto directamente da fábrica.
Presidência - Bóbó
?
Guertrudes - Não
conhece o senhor Bóbó ? Mas quem é o senhor
?
Presidência - O
Jorge de Belém.
Guertrudes - Esqueça,
esqueça, isto é a "Casa do Relvas" e
não a "Casa das Ervas".
Presidência - Mas
eu cliquei na tecla "7".
Guertrudes - Tecla
"7" ? Nunca lhe ensinaram que é proibido carregar
nas teclas dos outros ? A "7" não é
a sua...o...garantiu-me que era segura.....
Presidência - Está
lá, está lá....devia ter ligado do meu
telefone pessoal e não do gabinete do....
Telefonema
nº 4
Desconhecido
- Alô, "Escolinha do André"...mostra
a catota (voz baixa para alguém ao lado).
Guertrudes
- Senhor André, há muito
tempo que não vem à "Casa do Relvas".
Desconhecido (André) - Mudei-me
para Luanda. Aqui não faltam é franguinhos e franguinhas,
já assados.
Guertrudes - O senhor
é um homem esperto. Eu vi a sua entrevista no "Expresso".
Anda muito amiguinho dos pretos.
Desconhecido (André) - O
barco qualquer dia afunda-se.
Guertrudes - Também
já diziam isso há 20 anos atrás.
Desconhecido (André) - Mas
agora....(caiu chamada).
Telefonema
nº 5
Desconhecido
- Estou ?
Secção - Secção
"Perdidos e Achados" dos urinóis de Setubal.
Desconhecido - O
que deseja ?
Secção - Falar
com o senhor Eurico.
Desconhecido - É
o próprio.
Secção - Temos
aqui uma pasta em seu nome, há vários anos, que
contém documentos oficiais do Ministério da Defesa
e fotografias de crianças nuas, rapazes de pau feito.
Desconhecido (Eurico) - É
engano eu não sou o Eurico, o meu nome é Melo....Melo
também não...De...De também não...vá
chatear outro...estou aqui tão resguardado no Norte...(desligou).
Telefonema
nº 6
Desconhecido
- Está ?
Desconhecido 1 - Kricas
?
Desconhecido - Sim.
Desconhecido 1 - É
o R. Sá. Tenho aqui a bomba.
Desconhecido (Kricas) - Tu
és lixado. Já me tinham dito que não tens
escrúpulos e usas todos os meios...
Desconhecido 1 (R. Sá) - Todos,
mesmo todos, mas tu também não ficas atrás.
Quanto é que o Cus te pagou para que tu negues um acto,
mesmo com ele a acontecer à tua frente ? Nós vimos
as fotografias e não temos dúvidas. O gajo andou
mesmo a comer putos !
Kricas - Pagou-me
bem e continua a cagar. O negócio dos putos com a puta
brazileira deu dinheiro como o caraças. Tu também
o andas a chupar bem.
R. Sá - Sem
dó nem piedade e um dia destes ainda peço para
papar-lhe a mulher.
Kricas - A peixeira
? Depois sou eu. Ela também só se casou com ele
porque senão ia para a lota. Então conta lá
a novidade.
R. Sá - Preciso
que fales com o Karlos Thomas para que ele publique, um dia
destes, não há pressa, no "23 Horas",
uma alteração que eu fiz numas disquetes, com
um "artista" que conheci na Colombia.
Kricas - E o que
é que eu ganho com isso ?
R. Sá - Fama.
Kricas - Só
? Quero uns cobres. Isto qualquer dia acaba e eu...
R. Sá - ...voltas
a ser a mesma merda !
Kricas - Deixa lá
que tu. Casaste-te com uma que se diz Dra. mas não acabou
o curso...
R. Sá - Kricas,
Kricas, vamos lá a baixar a bólinha...vamos ao
que me interessa. Preciso que fales com a Vanessa.
Kricas - ...Vanessa
?
R. Sá - ...aquela
ranhosa que escreve notícias a nosso favor em troca de
umas doses de produto e que ultimamente só tem feito
merda quando fala do Souto.
Kricas - ...Tânia,
o nome dela é Tânia...
R. Sá - ...é
um nome xungoso na mesma. Quero que ela faça um trabalhinho...
(voz
de miúdos)
R.
Sá - ...tens aí miúdos,
ó Kricas...
Kricas - ...são
sobrinhos..
R. Sá - Sobrinhos
? Tu ainda andas a papar miúdos. Isto está perigoso.
Vou mas é desligar...
|
PASTA
Nº 11
Documento apreendido
num "Diário"de um cliente do Parque Eduardo
VII
|
ACUSO!
CRIKAS,
o Repórter Contratado
Em
1979 o Parque Eduardo VII era uma
mina de ouro.
O Hórus viu as potencialidades
daqueles meninos e resolveu alugar o Palacete
existente na Quinta Leacock. Os
donos já tinham morrido e a herdeira estava a passar
dificuldades com as sequelas do 25 de Abril.
Quando o Hórus tomou conta
da área do palacete, fortificou-a. Guarda 24 horas por
dia, holofotes a cercarem a área e uma matilha de 30
cães. Havia treino de tiro ao alvo com pistolas, quase
todos os dias.
Os clientes ilustres do Parque Eduardo
VII foram avisados do novo local,
requintado e com direito de admissão, e com eles vieram
outros...muito conhecidos.
Mas as actividades não se ficaram por brincadeiras com
crianças. Apareceu a droga e os rituais satânicos.
As mulheres de túnicas vermelhas passeavam-se, por vezes,
pela entrada da quinta. Todos os quartos estavam equipados com
alarmes e vigilância.
Nas 5 fotografias entregues ao Inspector
Bigornas, pelo Paulinho do
Parque, aparece o Cornélia,
um cliente assíduo do Palacete , pertencente à
Secção I. O Padre,
pertencente à secção
II, era cliente assíduo do quarto
nº 13 do segundo andar, onde alguns anos antes o
Zé dos
Porcos levava a comida à patroa, que estava louca
desde a morte do marido, e andava à procura dele pelo
vasto palacete.
Após a mudança, foi transformado no quarto do
misticísmo, com Pedófilia
e Bruxaria à mistura. Aqui
eram atraidos todos os facínoras e monstros. O Soprano,
baixinho, com óculos e careca, perdia sempre o controle
sobre as emoções secundárias e transformava-se
num canibal sexual. Compensava depois generosamente as pequenas
presas.
Mas
o que é que o Crikas tem
a ver com isto?
A chave
chama-se Faraó, também
da secção I, colega
de brincadeiras do Cornélia.
O Faraó é muito poderoso,
já teve muitos cargos importantes e é amoral.
O Cornélia sabe que se falar,
todas as pessoas das suas relações estarão
em perigo. Então, contratou o Crikas,
um repórter falhado, capaz
de fazer tudo para sobreviver, inclusive ser correio da Rede
Holandesa. Dele só querem o nome, e que vá
publicando as histórias, que levarão ao Faraó
se o calor apertar.
O Faraó
é muito poderoso, tem Poder
para alterar um país!
Verão...
|
PASTA
Nº 12
A VERDADE SOBRE CAMARATE

|
CONSELHO
SUPERIOR DE INFORMAÇÃO
"O
CRIME QUASE
PERFEITO"
O RELATÓRIO
DA LINHA DO ESTORIL
A
Pergunta: O que diz a MINUTA
do RELATÓRIO 2A
sobre "Actividade Ostensiva no
Palacete Leacock"
?
Que
Actividade era esta ?
"Meninos, Meninas, Mulheres, Homens, Tráfico,
Jogo e
....Conspiração" - disse-nos
o Inspector Bigornas
!
Segundo fontes
da Brigada Bigornas todos
os clientes
usavam "nicknames" e
havia diariamente uma senha.
Numa
festa na noite de 26 de Novembro de 1980
a senha para a secção V
foi a seguinte:
"Vamos
à Festa do Cavaleiro atirar
a Roda da Carroça"
Numa
Festa na noite de 3 de Dezembro de 1980
a senha para a secção V
foi a seguinte:
"Nunca
peças emprestada a Mota do Macléu,
pois
arriscas-te a ficar com as peças na mão"
"
No dia seguinte deu-se o Acidente em Camarate
" -
- contou-nos o Inspector - Chefe Alpedrinha.
Numa
Festa na noite de 5 de Dezembro de 1980
a senha para a secção V
foi a seguinte:
"Hoje
vamos recolher as Latas do Peditório
e substitui-las pelas do Bakaus"
"A Instância oficial que dava
pareceres sobre a venda
de armas é substituida por outra, favorável ao
Núcleo
Iraniano de Porto Salvo" !
Os
Clientes estavam organizados por Secções
(vícios). Os
Baralhos eram constituidos
por 2 secções.
Secção
I: Branca de Neve, Cornélia, Faraó,
Magestade, Agente Secreto, Capitão Porão,
Spectator, Eunuco, Kim, Terceiro Homem, Catalão.
Secção
II: Pédagora, Spartacus, Milhas,
Grilo , Padre, Garbo, Agente Duplo,
Catalão, Mancha Negra, Soprano e Tubarão.
Porque
é que cada Secção
era constituida por
11 elementos ?
Quem
fazia parte do Grupinho "Secção
V",
a mais importante e misteriosa ?
Secção
V: Pédagora, Spartacus, Papisa,
Imperatriz,
Estrela, Mancha Negra, Soprano, Trovão, Flor-de-Lis
Barra.
"O
Filho dum destes Ilustres estava sempre bêbado no
Marginalíssimo à espera do pai"- informou-nos
o Chefe
de Brigada Henrique da Rebelva.
Quem
era o Governante que mandava o
Carro
Oficial buscar a amante a casa
?
O que
queriam dizer as iniciais LCN
numa das portas?
Continua
algures no Site (por
questões de Segurança)
Aviso: o seu rasto será
seguido se quiser saber mais !
|
PASTA Nº 13
Ficheiros Secretos
Ficheiro nº
1

Porque
é que eu apresento
aquela Festa de
Borla até 2010 ? Então,
eles fotografaram a Festança
na Grécia e
mostraram-me as provas !
|
|
Ficheiro
nº 2

S.I.R.
(Serviço
de Informação da RIAPA)
Tenente
Proveta
Alberto
Costa – Ministro
da Justiça
Um dos Factos da sua vida de que mais gosta de se gabar
é o de ter sido DESERTOR.
Um certo dia veio a Portugal uma Alta Autoridade do Governo
de Angola, responsável pela polícia, para
falar com alguém do Governo Português (Governo
de Guterres). Acabou por ser recebido pelo Ministro da
Administração Interna da altura, Alberto
Costa.
O Sr. Alberto para pôr à vontade o seu interlocutor
Angolano, pensando que assim cairia nas suas boas graças,
começou por dizer que no seu currículo tinha
a tal DESERÇÃO.
Mas o curioso aconteceu. Após a reunião,
o representante angolano foi expressar a sua indignação
e ofensa à pessoa responsável pelo encontro,
pois não tinha arranjado melhor pessoa do que um
DESERTOR.
Eis que o DESERTOR está
de volta. E logo para a Justiça!
|
Ficheiro nº
3
S.I.R. (Serviço
de Informações da RIAPA)
Tenente Proveta
Mário
Lino - Ministro das Obras Públicas
É o
autor de um Blog www.alforge.blogspot.com
E co-autor
de outro www.puxapalavra.blogspot.com
|
Ficheiro
nº 4

O
Ánhuca
de Caxias.
Há
um anos atrás construiu uma Vivenda
em Caxias
e
Declarou nas Finanças
o equivalente a um T0 na Brandoa.
Será
que já corrigiu
o "erro"?
|
Ficheiro
nº 5

Percurso
Académico do Pinto
As
Dúvidas da Nação
Na
biografia oficial do PS dizem
que o Sousa
é "Licenciado
em Engenharia Civil".
1ª
Questão - Licenciatura
O
"Diário de Notícias" de 3 de
Fevereiro dizia que "quando voltou à Covilhã,
em 1981, já tinha completado o Bacharelato com
a Licenciatura, em Lisboa". A única licenciatura
que havia nessa altura era no Técnico, onde fontes
da RIAPA nos disseram que
o Sousa nunca lá
andou.
1ª
Mentira - em 1981 o Pinto
não estaria Licenciado por Lisboa.
(não
está inscrito na Ordem dos Engenheiros)
2ª
Questão - Pós-Graduação
"Concluiu
depois uma pós-graduação em Engenharia
Sanitária pela Escola Nacional de Saúde
Pública" - C.M.
2ª
Mentira - não existe esta
pós-graduação.
3ª
Questão - Mestrado
"Terminou
recentemente um mestrado em Gestão de Empresas"
- Correio da Manhã
3ª
Mentira - Está ainda a
frequentar.
4ª
Questão - Nova
Licenciatura
Agora
dizem que a Licenciatura foi obtida em 1986 pela Universidade
Independente. A Universidade recusou-se a dar informações
ao nosso repórter Escoto
sobre as equivalências concedidas,
os exames, as notas e as datas em que se realizaram,
alegando "reserva da intimidade da vida privada",
à revelia da Lei que obrga que as notas dos alunos
sejam publicadas.
Dão
ao Registo Académico
o mesmo estatuto que à Orientação
Sexual!
Quem
não Deve não
Teme
A
Lei tem de ser cumprida, assim como a Obrigação
Política de Transparência!
|
|
PASTA
Nº 14
A
Golpada dos Manos Sá

O ParqueMilhões
não poderia ter aparecido em melhor altura para os manos
Sá. O nome do benemérito:
Domingos.
O Domingos
foi ter com o Ricardo (Ric) e disse-lhe
que queria presentear o mano Zé
com 200 mil euros. Os olhinhos
do Ric brilharam e telefonou logo
ao Zézinho:
- Mano, veio
ter comigo uma mina de ouro - e
po-lo ao corrente do sucedido.
O Golpe
foi montado. O Ric e o Zé
simularam uma "indignação",
e ficou decidido que o Ric iria fazer uma queixa
à Direcção dos Crimes Económico-Financeiros
da PJ. As autoridades montaram um esquema em concluio com os
queixosos, que culminaria com um 4º
encontro no bar do hotel Mundial, no Martim moniz, onde
o Domingos entregaria a prenda, sendo apanhado pela PJ em flagrante.
Por razões desconhecidas para a autoridade, mas óbvias
para nós, esta reunião nunca se realizou. Os maninhos
tinham calculado tudo ao milímetro: ganharam o ParqueMilhões
e o título de heróis.
O Zézinho ficou com uma carreira
política vitalícia, por ter sido considerado
pelo povo um incorruptível e o mano Ric conseguiu que
os seus escritórios fossem contratados pelo Domingos
para o defenderem. A Rita, que
trabalha no escritório do Ric, está agora a defender
o Domingos. Os 200 mil irão assim ser multiplicados por
100 ou mais!
"A
advogada da Bragaparques partilha
o escritório com Ricardo Sá Fernandes. Alega o
artigo 91º do Estatuto da Ordem dos Advogados, segundo
o qual causídicos de partes contrárias não
podem estar no mesmo escritório, para apontar o dedo
ao colega. Rita Matias entende ainda que Ricardo Sá Fernandes
não poderia encontrar-se com o seu cliente, Domingos
Névoa, sem lhe pedir autorização prévia.
Apresentou queixa contra o seu colega de escritório no
Conselho de Deontologia e no Conselho Superior da Ordem dos
Advogados ".
Expresso
27/01/2007
Areia
para os olhos
No
assalto ao escritório do Ricardo os gatunos só
levaram dois monitores de um anexo frequentado por estagiários.
|
PASTA
Nº 15
O Processo
"OeirasLocal"

RÉU:
OEIRAS LOCAL
Oeiras a Par e Passo - oeiras@mail.com (www.oeiraslocal.blogspot.com)
CRIME:
Basfémia ao Exmo. Senhor Comandante
Guélas, Potestade da Net!
Queixosa
Eu
sou uma senhora e não gosto de me meter nestas coisas
de gentinha, mas enfim, cada um é para o que nasce e
uma mulher como eu tem obrigações. Tenho muita
pena dos miúdos que fazem parte do Gang "Oeiraslocal".
Têm uma linguagem do Seixal, ainda parece que vão
com a mãe vender fruta. Acho que os ricos devem fazer
uma plástica, comprar roupinhas de marca, e deixar a
linguagem de esquerda carroceira que é tão pobrezinha.
E o pior desses queridos, não é serem pobres,
é serem pobres e parecê-lo.
Ass.:
Lili Canecas
AVISO
nº 1
Vimos por este meio
informar V.Exas. de que apresentamos queixa no Tribunal do Santo
Ofício da RIAPA (TSOR)
contra os insultos de que foi alvo o Exmo. Comandante
Guélas por parte deste pasquim!
Brigada Bigornas
| Homepage | 23.03.2006 - 782
AVISO
nº 2
Vimos
por este meio informar V.Exas. que o Tribunal do Santo Oficio
da RIAPA (TSOR) recebeu uma queixa contra o V. Blog da parte
da Exma. Senhora Lili canecas. Será assim aberto um inquérito
às Blasfémias proferidas contra o Exmo. Senhor
Comandante Guélas por alguns membros deste pasquim.
Para mais informações
sobre as penas a que poderão estar sujeitos consultar
www.tribunalsantooficio.com.sapo.pt
General
Tubarão
Brigada Bigornas | Homepage | 25.03.2006
- 146
AVISO
nº 3
Vimos
por este informar V. Exas. de que o Tribunal do Santo Oficio
da RIAPA deu início à investigação
(Pasta 15) da queixa apresentada contra o vosso pasquim, pela
senhora Lili canecas. Informamos também que temos em
nossa posse todas as Blasfémias proferidas por alguns
membros do vosso blog.
Anexo:
"Eu sou uma senhora
e não gosto de me meter nestas coisas de gentinha mas
enfim, cada um é para o que nasce e uma mulher como eu
tem obrigações. Tenho muita pena dos miúdos
que fazem parte do gang «Oiraslocal». Têm
uma linguagem do seixal, ainda parece que vão com a mãe
vender fruta. Acho que os ricos devem fazer uma plástica,
comprar roupinha de marca, e deixar a linguagem de esquerda
carroceira que é tão pobrezinha. Eo pior desses
queridos, não é serem pobre, é serem pobres
e parecê-lo"
Brigada Bigornas | Homepage | 26.03.2006
- 103 | #
BLASFÉMIAS
DETECTADAS
Blasfémia
nº 1
O
indecoroso do "riapa" foi APANHADO!
Caros Amigos(as) Bloggers,
como todos têm
percebido a motivação do Oeiras Local tem sido
pela 2ª vez confrontada com a vergonhosa prestação
do indecoroso senhor de um sítio
de nome "riapa" cuja SAPO continua a dar guarida.
Finalmente conseguimos
descobrir os IP's desse senhor:
87.196.141.205
87.196.231.153
87.196.239.234
87.196.141.243
87.196.194.211
Agradecemos desde já
a divulgação pela blogosfera dos mesmos, pois
pelo que já nos apercebemos existem imensos blogs que
têm sofrido o mesmo tipo de ataques que o blog Oeiras
Local.
Mais informamos que
por motivos pessoais, de ausência forçada (fugiu
à responsabilidade perante o Exmo. Senhor Comandante
Guélas) no estrangeiro
por cerca de 5 anos, vamos colocar em prática um dos
desígnios deste espaço Democrático: Vamos
abrir a oportunidade de passar a gestão deste espaço
para outras mãos!
Assim a quem estiver
interessado em continuar dignamente a prestar este serviço,
esta missão aos Oeirenses, agradecemos que nos envie
um email a manifestar tal interesse que logo de seguida serão
enviados os logins de acesso ao email do blog bem como o de
gestão do blog!
Gratos pela colaboração
de todos os que até aqui nos têm acompanhado,
o meu fraterno abraço
e
um sempre BEM-HAJA!!!
Joaquim José
de Carvalho e Melo.
Blasfémia
nº 2
Para
quem tem matéria mais que suficiente para incriminar
os "indecorosos" que oportunisticamente impingem,
em espaços abertos como este, uma linguagem que fere
terceiros... penso que uma queixa na polícia ou judiciária
(informem-se com um advogado!) poderá ter os seu frutos
É que estes
gajos do RIAPA ainda não perceberam que a libertinagem
tem um preço muito alto!!!
Luis Fernandes | 16.03.2006 - 749
Blasfémia
nº 3
Joaquim
José,
somente para o informar que os palermas do riapa, voltaram a
poluir vários blogs, desta vez com o IP: 213.22.164.103
Sei que já foi
apresentada queixa na Judiciária por forma a identificar
estes fulanitos, para que se possa proceder perante o tribunal
de forma mais consistente (contou-me um colaborador deste espaço,
o Vasco!)
Também tomei
conhecimento desta situação no blog que muito
visito de um deputado que com certeza irá com o poder
que lhe assiste investigar esta situação, pois
estes indecorosos (não os poderia o senhor definir melhor!)
não medem bem as palavras que utilizam.
Cumprimentos,
Luis
Luis Fonseca | 21.03.2006 - 042
|
Blasfémia
nº 4
Obrigado Luis, de facto
já tivémos uma comunicação por email
por parte do Meirelles a dar estas mesmas indicações.
Uma coisa tenho a certeza, a justiça tem que ser exemplar
com casos como este por forma a que estes espaços sejam
democraticamente respeitados por quem os frequenta.
Se não os querem respeitar, simplesmente não participem,
ou fiquem-se por espaços mais a haver com a sua índole!
JJCM | 21.03.2006 - 046 | #
Pena Aplicada
De grau
1 de Carácter Material
|
PASTA Nº 16
Chulos da
Nação
Nem tudo vai mal nesta
nossa República (pelo menos para alguns) !
Quando terminam as funções, os deputados e governantes
têm o direito, por Lei (deles!) a um subsídio que
dizem de reintegração (coitados, tem de voltar
para esta selva que é a luta pelo pão de cada
dia nos seus antigos lugares de administração
ou de profissionais liberais tão mal pagos, como sabemos)
:
- um mês de salário (3.449 Euros) por cada seis
meses de Assembleia ou governo.
Desta maneira um deputado que o tenha sido durante um ano recebe
dois salários (6.898 Euros). Se o tiver sido durante
10 anos, recebe vinte salários (68.980 Euros). Feitas
as contas os deputados que saíram custaram ao Erário
Público mais de 2.500.000 Euros!
No entanto, há ainda aqueles que têm direito a
subvenções vitalícias ou pensões
de reforma (mesmo que não tenham 60 anos!) Estas são
atribuídas aos titulares de cargos políticos com
mais de 12 anos.
Entre os ilustres reformados
do Parlamento encontramos figuras como:
Almeida Santos ......................... 4.400 Euros;
Medeiros Ferreira ......................... 2.800 Euros;
Manuela Aguiar ......................... 2.800 Euros;
Pedro Roseta ......................... 2.800 Euros;
Helena Roseta ......................... 2.800 Euros;
Narana Coissoró ......................... 2.800 Euros;
Álvaro Barreto ......................... 3.500 Euros;
Vieira de Castro ......................... 2.800 Euros;
Leonor Beleza ......................... 2.200 Euros;
Isabel Castro ......................... 2.200 Euros;
José Leitão ......................... 2.400 Euros;
Artur Penedos ......................... 1.800 Euros;
Bagão Félix ......................... 1.800 Euros.
Quanto aos ilustres
reintegrados, encontramos os seguintes:
Luís Filipe Pereira ......................... 26.890
Euros - 9 anos de serviço;
Sónia Fortuzinhos ......................... 62.000 Euros
- 9 anos e meio de serviço;
Maria Santos ......................... 62.000 Euros - 9 anos
de serviço;
Paulo Pedroso ......................... 48.000 Euros - 7 anos
e meio de serviço;
David Justino ......................... 38.000 Euros - 5 anos
e meio de serviço;
Ana Benavente ......................... 62.000 Euros - 9 anos
de serviço;
Mª Carmo Romão ......................... 62.000
Euros - 9 anos de serviço;
Luís Nobre Guedes ......................... 62.000 Euros
- 9 anos e meio de serviço.
(Estes são os mais conhecidos)
A maioria dos outros
deputados que não regressaram estiveram lá somente
na última legislatura, isto é, 3 anos, o suficiente
para terem recebido cerca de 20.000 Euros cada!!!
É ESTA A CLASSE POLÍTICA QUE TEM A "LATA"
DE PEDIR SACRIFÍCIOS AOS PORTUGUESES PARA DEBELAR A CRISE...
MAS... HÁ MAIS !!!

APESAR de ter apenas 50 anos de idade e de gozar de plena saúde,
o socialista Vasco Franco, número
dois do PS na Câmara de Lisboa durante as presidências
de Jorge Sampaio e de João Soares, está já
reformado! A pensão mensal que lhe foi atribuída
ascende a 3.035 Euros (608 contos), um valor bastante acima
do seu vencimento como vereador.
A generosidade estatal decorre da categoria com que foi aposentado
- técnico superior de 1ª classe, segundo o «Diário
da República» - apesar de as suas habilitações
literárias se ficarem pelo antigo Curso Geral do Comércio,
equivalente ao actual 9º ano de escolaridade.
A contagem do tempo de serviço de Vasco Franco é
outro privilégio raro, num país que pondera elevar
a idade de reforma para os 68 anos, para evitar a ruptura da
Segurança Social.
O dirigente socialista entrou para os quadros do Ministério
da Administração Interna em 1972, e dos 30 anos
passados só ali cumpriu sete de dedicação
exclusiva; três foram para o serviço militar e
os restantes 20 na vereação da Câmara de
Lisboa, doze dos quais a tempo inteiro.
Vasco Franco diz que é tudo legal e que a lei o autoriza
a contar a dobrar 10 dos 12 anos como vereador a tempo inteiro.
Triplicar o salário. Já depois de ter entregue
o pedido de reforma, Vasco Franco foi convidado para administrador
da Sanest, com um ordenado líquido de 4.000 Euros mensais
(800 contos).Trata-se de uma sociedade de capitais públicos,
comparticipada pelas Câmaras da Amadora, Cascais, Oeiras
e Sintra e pela empresa Águas de Portugal, que gere o
sistema de saneamento da Costa do Estoril. O convite partiu
do reeleito presidente da Câmara da Amadora, Joaquim Raposo,
cuja mulher é secretária de Vasco Franco na Câmara
de Lisboa. O contrato, iniciado em Abril, vigora por um período
de 18 meses.
A acumulação de vencimentos foi autorizada pelo
Governo mas, nos termos do acordo, o salário de administrador
é reduzido em 50% - para 2.000 Euros - a partir de Julho,
mês em que se inicia a reforma, disse ao EXPRESSO Vasco
Franco.
Não se ficam, no entanto, por aqui os contributos da
fazenda pública para o bolo salarial do dirigente socialista
reformado. A somar aos mais de 5.000 Euros da reforma e do lugar
de administrador, Vasco Franco recebe ainda mais 900 Euros de
outra reforma, por ter sido ferido em combate (!?) em Moçambique
já depois do 25 de Abril (???????? Algum turra que não
ouvia rádio nem lia jornais???????), e cerca de 250 Euros
em senhas de presença pela actuação como
vereador sem pelouro.
Contas feitas, o novo reformado triplicou o salário que
auferia no activo, ganhando agora mais de 1.200 contos (6.000
Euros) limpos. Além de carro, motorista, secretária,
assessores e telemóvel.
|
PASTA
Nº 17
OPERAÇÃO
"MANJEDOURA"
Inquérito à
ausência dos Deputados na
Manjedoura na sessão
da Páscoa

|
Queixa:
"Junto envio ao TSOR a tabela
com as faltas dos deputados entre os dias 10 de Março
e 30 de Novembro de 2005, ou seja, os primeiros 8 meses da Manjedoura
(61 sessões),
para que sejam devidamente punidos por sua Exa. o Comandante
Guélas. Aproveito também para denunciar a ausência
de 84 destas coisas
na última sessão que assinaram e foram-se embora
ou falsificaram as assinaturas, sendo isto considerado um crime."
Lena
Lentes
Tabela:
Nome |
Gang |
Faltas |
Virgílio
Costa |
PSD |
24 |
Carrilho |
PS |
23 |
Dias
loureiro |
PSD |
21 |
João
Soares |
PS |
21 |
Nuno
C. Pereira |
PSD |
21 |
Marques
Mendes |
PSD |
20 |
Paulo
Portas |
PP |
19
(1)* |
Gonçalo
Santos |
PSD |
19 |
Jerónimo
Sousa |
PCP |
18 |
Paulo
Rangel |
PSD |
18 |
Matilde
Franco |
PS |
17 |
António
Vitorino |
PS |
16 |
Luis
Ferreira |
PSD |
16 |
Marco
Costa |
PSD |
16 |
Álvaro
Castelo-Branco |
PP |
16 |
Ceia
da Silva |
PS |
15 |
Jacinto
Serrão |
PS |
14 |
José
Lamego |
PS |
14(2)* |
Pina
Moura |
PS |
12 |
Paulo
Coelho |
PSD |
14(1)* |
José
Cesário |
PSD |
14 |
José
A. Branco |
PSD |
13 |
Jorge
Neto |
PSD |
13 |
Luisa
Mesquita |
PCP |
6 |
Pires
de Lima |
PP |
13 |
João
lopes |
BE |
10 |
Ana
Drago |
BE |
6 |
Fernando
Rosas |
BE |
6 |
Francisco
Madeira |
PEV |
2 |
Heloisa
Apolónia |
PEV |
1 |
| *
Injustificadas |
Despacho
"Fica
por este meio incumbido o TSOR a proceder a uma investigação
completa aos delitos cometidos pelos ruminantes"
Comandante
Guélas
Folha
de Dados nº 1
Nome |
Gang |
Tipo
de Falta |
Jorge
Coelho |
PS |
LF |
Marcos
Perestrello |
PS |
LF |
Afonso
Candal |
PS |
LF |
Carrilho |
PS |
LF |
Mota
Andrade |
PS |
LF |
Manuel
Alegre |
PS |
LF |
Vitorino |
PS |
LF |
Pina
Moura |
PS |
LF |
José
Lamego |
PS |
LF |
João
Soares |
PS |
LF |
Miguel
Macedo |
PSD |
LF |
Henrique
de Freitas |
PSD |
LF |
Pedro
Duarte |
PSD |
LF |
Zita
Seabra |
PSD |
LF |
Guilherme
Silva |
PSD |
LF |
Matos
Correia * |
PSD |
LF |
Nuno
Câmara Pereira |
PSD |
LF |
Luis
Ferreira |
PSD |
LF |
José
Branco |
PSD |
LF |
Helena
Costa |
PSD |
LF |
Paulo
portas |
PP |
LF |
João
Rebelo |
PP |
LF |
Abel
Baptista |
PP |
LF |
António
Lima |
PP |
F |
Pedro
Soares |
PP |
F |
Francisco
lopes |
PCP |
LF |
Luisa
Mesquita |
PCP |
LF |
Alda
Macedo |
BE |
F |
| *
Presidente da Comissão Parlamentar de Ética |
| LF
- Assinou livro mas
faltou à votação / F
- Faltou
toda sessão |
Folha
de Dados nº 2
Livro de Presenças
da Assembleia da República
194 -
assinaturas (230 deputados)
110 -
presentes na votação
84 -
assinaram e foram-se embora ou
falsificaram assinaturas
PS -
42 assinaram
e ausentaram-se
PSD -
30 assinaram
e ausentaram-se
João
Rebelo esteve no Algarve em trabalho político,
mas vai apresentar falta injustificada,» (PÚBLICO,
14.4.2006: 13).
«Faltei
por motivos pessoais que não se enquadram nas
possibilidades previstas pelo regimento», referiu
João Rebelo (CM,
18.4.2006).
«[João Rebelo ausentou-se] com minha autorização
porque em trabalho t[eve] de se deslocar», referiu
Nuno Melo (TSF, 13.4.2006)
.
«[O] líder parlamentar, Nuno Melo, tentou
contactá-lo via telemóvel, mas o parlamentar
estava incontactável. Melo depreendeu, então,
que estaria em trabalho político.», (CM,
18.4.2006).
|
Folha de Dados nº
3
46 deputados
usaram como razão para justificar a falta na
votação, o "trabalho político".
Basta dizerem isto, não sendo preciso fundamentar.
"Tá
bem Tá"!
|
INTERROGATÓRIOS
Inquérito
Nº 1
Nome:
Drago, Ana
Nickname:
Ana dos Traques

Inquisidor:
General Tubarão
General
Tubarão - A senhora de(puta)da
já faltou a seis sessões plenárias nesta
legislatura. porque é que acha que ir a Londres aos saldos
é trabalho político?
Deputada Traque - Senhor
General, é trabalho político porque fui contribuir
para o fomento do turismo britânico (principalmente o
mais ligado às bombas) no Algarve, fazendo eu turismo
em Londres. Está a compreender?
General Tubarão - Para
vocês faltar ao trabalho para irem pasear, é defender
a Indústria Nacional do Turismo. A senhora além
de deficiente física, também tem um déficite
na Inteligência. Não admira que só tenha
lugar na Esquerda Caviar.
Deputada Traque - O
senhor está a ofender-me a mim e ao gang onde trabalho.
Eu não fui a única. O meu colega Teixeira já
faltou dez vezes e não está aqui. Mas fique sabendo
que no Bloco nunca dizemos 'não' à pátria,
nem que para isso sejamos obrigados a ir com o chefe aos saldos
a Londres.
General Tubarão
- Já vi que faltar ao trabalho
não a incomoda, nem dá mau aspecto. Quanto ao
'aspecto', já bastam todos vocês do bloco, mas
faltar? E ainda por cima podem ir para lá dormir, que
ninguém dá pela vossa falta.
Deputada Traque - Mas
eu não faltei, ou melhor faltei, mas não foi uma
falta, foi trabalho político para o povo. Fui comprar
roupas para os pobrezinhos, os deficientes, os pretos...as minorias.
Os meus colegas quando foram a Sevilha ver a bola, fartaram-se
de trabalhar, porque comer croquetes com o povo cansa a boca,
sendo catalogada como uma sessão de esclarecimento político
ao serviço dos interesses supremos da Albânia....Portugal.
General tubarão - Pode
retirar-se, senhora deputada.
Inquérito
Nº 2
Nome:
Mendes, Marques
Nickname:
Cuecas de Buda

General
Tubarão - Vou ler uma citação
que tirei dum jornal e o senhor Mendes confirma se é
sua: "precisamos de premiar o mérito e não
a lei do menor esforço".
Senhor Mendes - Correcto,
essa frase é da minha autoria.
General Tubarão - Então,
porque é que o senhor e o seu pai pediram ao major Loureiro
uma cunha para dar emprego a um parente seu na Liga? Ele não
tinha mérito?
Senhor Mendes - Timidez,
ele é muito tímido. Tivemos de ser nós
a ir à entrevista com o Valentim....o major.
General tubarão - Estou
a ver, estou a ver, o senhor é um benemérito.
E a casa de Caxias, o senhor pagou o imposto pela tabela da
Brandoa.
Senhor Mendes - Eu
paguei o que me pediram.
General tubarão - Mas
primeiro o fiscal fez-lhe uma pergunta esquisita:"é
dos nossos?". O que é que lhe respondeu?
Senhor Mendes - Eu
não percebi, mas como estava com pressa disse-lhe que
"sim".
General tubarão - E
o seu vizinho de cima disse "não" e passou
para a tabela de Oeiras, enquanto o senhor foi para a da Brandoa.
Senhor Mendes - Eu
não costumo discutir as "leis". Cumpro-as!
E o meu vizinho cometeu uma ilegalidade: enterrou a piscina!
Mas eu não estou aqui para falar de coisas que já
prescreveram.
General tubarão -
Pode ir, estavamos a analisar o seu conceito de "mérito"
e correlacioná-lo com o seu 6º lugar no número
de faltas.
Inquérito
Nº 3
Nome:
Louças, Anacleto das
Nickname:
Peidocueca
General
Tubarão - Com que então
"olhos nos olhos", senhor Anacleto?
Anacleto - Não
percebo onde quer chegar?
General tubarão -
Não se faça de santinho, nós não
somos os tristes que você anda a enganar. As suas estranhas
e repentinas viagens a Londres coma sua colega, após
as sessões parlamentares, já foram investigadas
Anacleto - Andam
a perseguir-me? Eu sou um homem livre, isso é ilegal.
General Tubarão -
Defender a Pátria não é ilegal e deixe-se
de fitas e de gritaria. Não está em casa, está
no TSOR.
Anacleto - Eu vou
aos saldos!
General tubarão -
Às vezes, às vezes, mas não é só
aos saldos. Da última vez nem saldos havia!
Anacleto - Andam
a perseguir-me?
General Tubarão - Somos
livres de ir onde quisermos. Não estamos na Albânia,
senhor Anacleto. Tome cuidado, muito cuidado com o que anda
a fazer e com as faltas no Parlamento, justificadas com "trabalho
político".
Inquérito
Nº 4
Nome:
Dias, Joana Cagaral
Nickname:
Boquinha Gulosa
General
Tubarão - Não acha que o
seu curriculum é um pouco exagerado? Pelo que fomos investigar,
a maior parte das informações que dá, não
podem ser confirmadas.
Joana Cagaral -
Isso faz parte da minha vida particular.
General Tubarão -
Desde que não recebesse dinheiro do estado, podia inventar
o que quisesse. Mas o Instituto, cujo director é o seu
pai, recebe dinheiro dos impostos dos portugueses.E a senhora
dá lá aulas unicamente por causa da cunha do papá
e não por mérito. Portanto, deve ser investigada.
E o truque de se juntar ao patife do Mário não
resultou. Pensava que ele seria eleito e assim arranjaria um
tacho ainda maior.
Joana Cagaral -
E o que é que isso tem a ver com as faltas no Parlamento.
Eu já nem estou lá?
General Tubarão -
Esteve o tempo suficiente para dar nas vistas, como queria.
É uma outra forma de prostituição. Não
fez nada para o país, só gastou dinheiro ao contribuinte
e o papá assim ficou com uma justificação
para a contratar: uma ex-deputada,
uma mais-valia para a instituição.
Inquérito
Nº 5
Nome:
Matos,
José
Nickname:
O Abafador
General
Tubarão - O senhor é primo
do Pierre Pomme-de-Terre?
Matos - Pierre-Pomme-de-Terre?
Havia um "Batatinha" lá no Restelo, mas era
muito novo para ser meu primo. E aparecia sempre como "Ramiro"!
General Tubarão -
Este inquérito não tem nada a ver com o 'Processo
Casa das Pias". O senhor Pierre é de Paço
de Arcos e também se chamava Matos.
Matos - E também
foi deputado?
General Tubarão -
Não, mas andou na mesma escola que vocês. Acabou
o ano com a Interpol atrás! Não tem Imunidade.
Teve de mudar de nome e ir trabalhar para os Açores.
Matos - Eu nunca
tive as autoridades atrás de mim.
General Tubarão -
Pudera, sempre teve no Poder. Felizmente apareceu o TSOR para
pôr ordem no país. Mas o que nós queremos
saber é porque é que deu folga aos deputados.
Matos - Folga? Mas
eu dei folga?
General Tubarão -
Não me diga que os enganou? Que belo artista que me saiu!
|
PASTA
Nº 18
As Trovas do Cerejo

Jornalista que revela indícios de
ilícitos criminais
|
Carta
recebida nos nossos Serviços
Exmo
Senhor Comandante Guélas
Venho
por este meio denunciar um indivíduo -
Zé Tó Cerejo -que tem como hábito
fazer circular notícias por dezenas de funcionários,
com o objectivo de destruir a vida da pessoa visada. Ouvi dizer
que ele é pago, e muito bem pago, por poderosos que pretendem
manter o seu nome desligado do Processo
Casa das Pias. Como ele
está completamente impune, porque o dinheiro compra tudo,
venho pedir a V. Exas. que se faça justiça, para
que este miserável seja responsabilizado pelos inúmeros
indícios criminais que apontam para ele.
Com
os melhores cumprimentos de uma pessoa de bem
Tita
dos Pés Sujos
Despacho
do Exmo. Senhor Comandante Guélas
Ordeno
que se faça uma investigação exaustiva
ao indivíduo de nome popular Zé Tó Cerejo,
por exercício repugnante de mau jornalismo.
Comandante
Guélas
Potestade
da Net
Relatório
de Investigação
Confirma-se
o nome popular "Zé Tó Cerejo" e é
um "jornalista" menor de um diário de nome
"Público". Pelo que averiguámos, faz
um exercício repugnante de mau jornalismo, típico
de um comunista primário, carregado de frustrações.
Nos seus artigos de opinião, o Cerejo nunca dá
oportunidade aos cidadãos referidos de expôr os
seus argumentos, não respeitando as regras internas do
jornal, comportamento típico da comunistada, contra quem
lutámos e vencemos.
A troco
de quê é que o "Zé Tó Cerejo"
viola constantemente, nos seus artigod de opinião, as
mais elementares regras legais e deontológicas? Há
quem diga que recebe para isso (os seus sinais exteriores não
condizem com o que declara às finanças sendo as
contas bancárias a prova disto) de forças ocultas,
de carácter mafioso, que têm como fim destruir
certas pessoas.
Haverá
ligações do Cerejo com o Processo da Casa das
Pias (acima investigado), nomeadamente aos arguidos mais famosos
e abonados? Estará a tentar atirar areia para os olhos
da opinião pública, tentando desviar as atenções
dos Pedófilos Poderosos, que ainda não foram mencionados(
mas que brevemente serão denunciados pelo TSOR) ?
Perfil
Preliminar do senhor Cerejo
1 -
Faz um exercício diário e repugnante de mau jornalismo:
distorce ou omite factos manifestamente relevantes e publica
sempre sem ouvir o visado e sem fazer qualquer tipo de deligências,
violando as mais elementares regras legais e deontológicas
("não tenho nada que ouvir os visados" - justifica-se
constantemente ).
2 -
Foram detectadas situações de promiscuidade que
envolvem o visado (em investigação).
3 -
Assinalados procedimentos ilícitos
4 -
Indícios de ilícitos criminais
Conclusão
Preliminar
Possui
este Tribunal informação circunstanciada sobre
os indícios que apontam para que haja uma correlação
entre o senhor Cerejo e o Processo
dos Franguinhos de Belém.
(continua)
|
PASTA
Nº 19

O CASO ASCENSO
|
FALSIFICAÇÃO
DO LIVRO DE PRESENÇAS DO PARLAMENTO
VERGONHA!
Mensagem escrita enviada
na tarde de 23/04/2003 e interceptada pelo
TSOR
Ascenso Simões
(actual Secretário de Estado da
Administração Interna e fiel de Sócrates)
era na altura colega de bancada parlamentar de Paulo
Pedroso e Secretário de Mesa da Assembleia da
República, responsável pelo controle das presenças.
Facto: Paulo
Pedroso não estava na Assembleia
e Ascenso Simões envia-lhe
uma mensagem:
"Queres que assine
por ti a folha de presenças?Ascenso."
Segundo os serviços
da Assembleia da República (AR), “o sr. deputado Paulo
Pedroso esteve presente na reunião plenária de
23 de Abril de 2003".
Esta é a prova
do crime!
O Ministério
Público não investiga mas o TSOR
(Tribunal
do Santo Ofício da RIAPA)está no
rasto dos canalhas!
Tentaram contactar
o ex-deputado, que se encontrava ontem, segundo a sua mulher
e deputada do PS, Ana Catarina Mendes, “em viagem para a Roménia”.
"O
gajo "casou", cansou-se da lua-de-mel e pirou-se para
um dos paraísos da pedofilia.
Não se
controla, pelos vistos
Å | 06.06.06 - 2:20 am"
(comentário
no Blog "doportugalprofundo)
Paulo Pedroso vai receber
subsídio da Assembleia da República, para "reintegração"
Para
se ter uma impressão do calibre deste "senhor",
mandou um dia retirar de circulação os 2750 exemplares
do "Jornal de Notícias de Vila Real", porque
na entrevista que lhe fizeram quis alterar dados sobre o seu
percurso político e profissional.
|
PASTA
Nº 20
O Processo "Casa
das Pias" da França do séc. XV

Semelhanças
com o Processo de Portugal do séc. XXI
Carta
recebida nos serviços do TSOR (Tribunal do Santo Ofício
da RIAPA), dependencia francesa, no dia 1 de Julho do Ano da
Graça de Nosso Senhoro de 1440.
Exmo
Senhor Duque Rátinhe Blanche
Venho
pedir a V. Exa. que indague sobre o paradeiro do meu filho Pierre
Pomme-de-Terre, que foi à xinchada com os amigos ao Castelo
de Tiffanges e não voltou. Penso que estará a
chatear a cabeça do Barão Gilles de Rais, o muito
querido militar de França.
Livro
de Ocorrências da Secção de Nantes do mês
de Julho do Ano da Graça do Nosso Senhor de 1438
Há
vários registos do desaparecimento de rapazes adolescentes
na nossa área e arredores, principalmente junto do Castelo
de Tiffangas, propriedade do Barão de Rais, Gilles de
Laval. Segundo testemunhos locais, o marechal fechou-se no Castelo
após a morte da senhora Joana D Arc e do divórcio
de sua mulher Catalina de Thovars. Só com uma ordem directa
do Conde de Guélas é que poderemos dar início
à investigação.
Carta
do Conde de Guélas, datada do dia 15 do mès de
Outubro do Ano da Graça de Nosso Senhor de 1440
Dou
plenos poderes ao SuperIntendente Bigornás para iniciar
a investigação sobre as suspeitas que recaiem
na figura do Barão Gilles de Rais.
Interrogatório
efectuado a um criado do Barão na noite do dia 17 do
mês de Outubro do Ano da Graça de Nosso Senhor
de 1440.
O
inquirido, de nome Ferrô Ródriguez, descreveu-nos
os factos: "a maior parte das crianças eram muito
pobres, geralmente mendigos que iam pedir esmola junto à
ponte levadiça. Tinhamos ordens para os sequestrar de
imediato, sendo de seguida violados pelo Barão e desmembrados
pelo bôbo, que ainda abusava deles, enquanto estavam quentes.
Numa ocasião em que fui com o Pauló Ásquerose
à «Sala dos R» vi vários adolescentes
pendurados em ganchos. O Barão apareceu um pouco depois
e fingiu estar chocado, cortando de imediato as cordas de um
deles. De seguida pegou com ternura na criança, secou-lhe
as lágrimas, reconfortou-a e quando a vítima começou
a ganhar confiança, sacou de uma faca, cortou-lhe a garganta
e violou o cadáver. Eu tive um gostinho e o Ásquerose,
como já era hábito, tirou o pénis para
fora e masturbou-se."
"Noutra
ocasião o Barão aproximou-se de um menino previamente
escolhido, o Jôél, e foi com ele para uma cama
grande situada no fundo da chamada "sala das torturas ou
Sala de Élvás". Depois de algumas carícias,
agarrou na faca que tinha à cintura e cortou-lhe a garganta,
rindo-se às gargalhadas, à medida que o sangue
jorrava e a vítima entrava em convulsões. Tirou
o pénis para fora e friccionou-o na barriga da crian-a
até ejacular. Depois decapitou-o e tornou a friccionar
o pénis, desta vez entre as pernas rijas do rapaz, até
ejacular de novo".
(....)
"O
senhor Paulo Asqueroso ordenou ao Franguinho nº 1 que manipulasse
o seu pénis, ao mesmo tempo que ele manipulava o pénis
do Franguinho. Quando o seu pénis estava erecto, introduziu-o
na boca do Franguinho, aí o tendo friccionado. De seguida
introduziu o pénis erecto no ânus do menor aí
o tendo friccionado até ejacular".
Tirado
do Processo "Casa das "Pias" para mostrar as
semelhanças
|
PASTA
Nº 21
O CASO
QANA
  
O Hezbollá
chamou-lhe "Operação
Yassin". Sabiam que o edifício iria ser bombardeado,
porque os israelitas tinham avisado as populações,
através de panfletos. Foi por isso que só morreram
28 pessoas, das
63 que estavam no local uma hora antes.
O elo
de ligação com o grupo terrorista foi o palestiniano
Majed Monud, do Hamas,
perito em guerra informativa. O plano teve como objectivo pontuar
na guerra das televisões.
Às
20H00 deu-se início ao jantar oferecido
pelos homens do Hezbollá
, que eram 17 (15+2 do Hamas).
Foram convidadas 46 pessoas (16
crianças, 20 mulheres jovens, 5 homens idosos e 5 mulheres
idosas). Vinte minutos antes do
ataque os 15 membros do Hezbollá retiraram-se
alegando que iam fazer chá, e levaram as 20 mulheres
jovens. Ficaram dentro da cave os 2 homens
do Hamas (suicídas de
nomes Harakat e Muqawamah), os 5 homens e as 5 mulheres idosos
e as 16 crianças, 15 rapazes e 2 raparigas com sindrome
de Down (todos filhos de membros do Hezbollá,
que os sacrificaram).
Porque
é que retiraram as mulheres jovens ?
Para
futuramente procriarem mais suicidas!
Porque
é que sacrificaram os rapazes?
Porque
é só necessário um homem para engravidar
várias mulheres, tudo em nome de Alá!
Porque
é que sacrificaram duas raparigas?
Porque
tinham sindrome de Down, e por isso eram estéreis, sendo
assim mais úteis como mártires. Aliás o
Hamas usa frequentemente Deficientes Mentais para os ataques
bombistas, porque são muito mais fáceis de convencer.
Os
pais sabiam do sacrifício dos filhos ?
Sim,
todas eles eram filhos de membros do Hezbollá. Não
é por acaso que a maioria dos pais que são intrevistados
nas televisões dizem que o amior sonho deles é
que os filhos se tornem mártires.
|
PASTA
Nº 22
As Festas Secretas
dos Famosos

Actividades
nocturnas na Quinta do Leackoc,
nos anos 80, relatadas pelo filho do caseiro, o Zé
dos Porquinhos. O documento foi descoberto pelo TSOR
(Tribunal do Santo Oficio da RIAPA) dentro das ruínas
dos galinheiros, após informação do senhor
José,
ex mestre da vacaria.
"Do
senhor Asqueroso, aliás
são dois, todos os pais dos mancebos fogem, levando-os
para o mais longe possível da quinta, enquanto por aqui
permanecem. Há cinco anos, de cada vez que cá
vêm para férias, cometem a torpeza dos tocamentos
desonestos aos miudinhos, no Pombal. Ao filho do pastor
Ánhuca, o mais novo abraçou-o, beijou-o,
tocou com as mãos em suas naturas, ajudando uma com a
outra e conseguindo montar o mancebo duas vezes, enquanto o
mano vekho agarrava na cabeça do moço e obrigava-o
a beijar-lhe o membro desonesto, até tirar
ranho à cobra. Mas não é só.
À quinta vêm mais, e entram sempre pelo portão
de baixo, o que fica na estrada para Caxias.
Vejo
muitas vezes o careca pequenino, que dizem ser embaixador,
ajuntando os membros desonestos um com o outro, não havendo
polução, com um tal trombeiro, um mouro de Lisboa,
de uma escola de panascas. O artista
com uma mancha na maçaroca, farta-se de papar moços
e mancebos, todos brancos, branquinhos, nada mulataria e negraria,
que a fruta do Carlos não
é terreiro para melros, onde todos bicam e ninguém
vê. Quem gosta deles é a brasileira,
que a seguir mete-os numa carrinha, para os levar para a venda.
O médico vai a todos, adora tirar ranho às cobritas,
dormindo de seguida com os pombinhos, onde lhes parte o vaso
traseiro e lhes deixa partir os dele, lançando-se de
barriga para baixo. Pôr em cima dele, segundo o
Picheleiro Todo Boneco, às vezes paneleiro, o
mais novo dos pacientes, o preferido do Doutor
Caralho, que do governo já pertenceu, e tem a
mania que é galaró. Mas a tromba não engana
!
O
consumo do Frutuoso, de Lisboa,
pôs a ferver a tampa do doutor das leis, que há
vinte anos anda nesta vida de luxúria. Aos estudantes
põe-lhes sempre o seu membro desonesto no traseiro, adormecendo
sempre por detrás, com a bilha protegida pela cal da
parede.
O advogado
Marçápio, oriundo de Elvas, fica sempre
com o filho da Padeira e adora
que ele espicasse o seu forno com o pequeno, mas grande para
a idade, cacete. Segundo contam, o Jaime ministro descartou-se
do embaixador careca numa noite, pois ele pôs em frangalhos
uma das bilhas menores, não podendo ser entregue naquele
preparo o panasca de Belém. Mandou-o uns tempos para
os confins da Europa, com o sobrinho do cu furado, antes que
fosse culpado de cuniaria e de dar cabo das pilinhas dos moços,
tal era a fome de esgalhanço.
O visitador-mor
tinha por nome Ferrão e
por vício o filho do Manelinho
do Estrume. A cena era sempre a mesma, procurava-lhe
a cabeça, dizia que tinha uma comichãozinha na
barriga, que só passava com lambidelas do seu cãozinho,
que tinha ficado em casa e que o substituto era agora ele. Portanto,
barriguinha com a sua linguinha. Por já estar tão
habituado às manias daquele senhor com um ar de sapo
e do seu parceiro de farras Jaime,
aproveitou e descalçou os ténis ganhos no último
servicinho a três. Abriu a boca e iniciou a oratória,
que só acabou quando a semente do batráquio lhe
caiu na glote. Tudo isto ao mesmo tempo que observava o acto
carnal desonesto dos manos Asqueroso.
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PASTA
Nº 23
O FIM DO KIM

 
Fotografias
de satélite a que o TSOR
(Tribunal de Santo Ofício da RIAPA) teve acesso, mostram
doze indivíduos a Jogar Voleibol, a poucas centenas de
metros do tunel onde se deu a explosão nuclear.
Segundo
informações do TSOR dentro do governo norte-coreano,
existem duas facções, os Chinófilos
e os Lealistas.
Os primeiros querem uma reforma de estilo chinês, que
futuramente destrua o Kim e a sua família real, e os
segundos são leais ao "rei-monga". As nossas
fontes chinesas ( o Xinoca e
o Marinheiro ),
pretendem uma revolução ao estilo romeno, em que
Nicolae Ceausescu em 1989, a sua mulher Elena e o vice-primeiro
ministro foram executados.
Sabemos
que nos últimos tempos os serviços secretos chineses
têm intensificado os contactos com dirigentes romenos,
estando na posse de inúmeras informações
sobre o sucesso da missão, que envolveu o KGB. Mas Kim
também tem estado atento, e ordenou aos leaders norte
coreanos que vissem vídeos desses tempos conturbados
da Roménia.
Já
houve 3 tentativas de golpes de estado na Coreia do Norte.
Jong-nam,
o filho mais velho de Kim está a viver na China e já
foi referênciado pelo TSOR. Não nos podemos esquecer
que o agente Marinheiro chegou
a semana passada de Macau. "O Jong é um copofónico
sem cura" - confidenciou-nos o agente
Velhinho.
"A
elite norte-coreana está a comprar-me propriedades na
China e no distrito de Wang Jing" - informou-nos o agente
imobiliário Pierre-Pomme-de-Terre,
- "e os chinocas nem sabem a surpresa que lhes estou a
preparar". Nós, Paço Arquianos, imaginamos
!
"O
fim do Kim está para breve. Acabaram de pedir ajuda logística
ao TSOR e à Brigada
Bigornas!" - esclareceu-nos
o Tenente Proveta.
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PASTA
Nº 24
Processo Samora Machel

A verdadeira Graça
“Graça Machel, a terceira mulher de Machel, não passava de uma oportunista. «Ela era capaz de utilizar todos os processos necessários para adquirir poder, e se isso significava dormir com o Presidente, ela dormia. Esteve metida num grande escândalo com o ministro da Educação antes de conhecer Machel e estava grávida de quatro meses quando Machel casou com ela. Mas isso não evitava que ela dormisse com o ministro da Habitação, mesmo depois de estar casada com o Presidente.(…) Subsequentemente, a Graça viria ela própria a ser ministro da Educação» “
Dossier Jorge Costa*, Jornal “Novo Século”, 1 de Agosto de 1983
* homem de confiança de Samora que acabou por desertar
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O Caso da “Roupa às Riscas”
“ « A maior dificuldade que alguns Ministros tinham era desfazer as coisas estúpidas perpetradas pelo Presidente quando ele estava com má disposição. Numa ocasião o Presidente estava deveras excitado durante um discurso dirigido ao povo. Estava a repreendê-los pela sua roupa ordinária e desalinhada. Disse-lhes que iria fazer uma lei contra o uso de saias e camisas às riscas. Instruiu a polícia e os grupos revolucionários do povo para prender alguém que vestisse aquela roupa. Não sei porque é que se lhe meteu na cabeça que roupas às riscas eram contra a lei, mas ele fazia coisas destas. De qualquer maneira o ponto principal que foi focado no seu discurso, foi que grupos de soldados andavam a assaltar pessoas que andavam sossegadamente a passear pelas ruas. Aqueles que não ouviram o discurso do Presidente foram apanhados de surpresa. Foram espancados, violados e até presos em acampamentos militares e esquadras da polícia. Mais tarde quando Machel acalmava da emoção do seu discurso mandava convocar alguns Ministros e dizia-lhes para que discretamente informassem o povo que a lei tinha sido retirada e que nenhuma acção seria tomada contra as pessoas que trajassem roupas às riscas. Frisava que eles deviam anunciar de tal modo que não o julgassem um tolo. Uma tarefa bastante difícil, sem dúvida.» “
Dossier Jorge Costa*, Jornal “Novo Século”, 1 de Agosto de 1983
* homem de confiança de Samora que acabou por desertar
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Assunto de Estado: Copos Grandes
“ Machel era para fazer uma visita diplomática e os seus ajudantes tinham deliberado que o Presidente viajasse num voo normal da linha aérea nacional com saída do Maputo. «O Presidente vai chegar tarde, e um dos seus ajudantes telefona para o aeroporto ordenando ao controlo aéreo para adiar a saída do avião até à chegada de Machel. O dia estava extremamente quente, e os passageiros aguardavam a saída dentro do avião na placa de espera. O pessoal do aeroporto não os quis desembarcar no caso de Machel chegar a qualquer momento. Machel chegou finalmente duas horas mais tarde!». Mas os problemas com o voo ainda não tinham terminado. Mal pôs os pés a bordo do avião o Presidente sentiu sede e chamou o encarregado do bar. «Pediu um whisky – a sua bebida favorita – e disse à hospedeira que servisse o whisky num copo grande. A Linha Aérea Moçambicana não possuía copos grandes a bordo do avião. A hospedeira informou o Presidente que poderia tomar a sua bebida mas em copo pequeno. Machel ficou irritadíssimo. Começou a fazer um discurso violento com acessos de cólera, à hospedeira e aos seus ajudantes que o acompanhavam. Recusou qualquer bebida, e manteve-se sentado durante toda a viagem olhando pela janela, recusando-se a falar fosse com quem fosse. Posteriormente li uma nota enviada por ele ao ministro dos Transportes. Ordenava que as linhas aéreas nacionais adquirissem copos grandes no caso de lhe apetecer um whisky quando viajasse novamente.» “
Dossier Jorge Costa*, Jornal “Novo Século”, 1 de Agosto de 1983
* homem de confiança de Samora que acabou por desertar
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O Médico Analfabeto
“ « Machel estava também obcecado por um sonho que teve quando criança. Sonhou vir a ser médico, um dia. Os serviços de saúde, era o seu passatempo favorito. Por vezes disfarçava-se de porteiro do hospital e pedia ao seu condutor para o deixar no hospital no Maputo. (…) escondia-se debaixo das escadas ou por trás de uma coluna, perto da entrada do hospital e esperava que os funcionários entrassem de serviço. Tomava apontamentos sobre o tempo que levavam a atravessar a praceta, ou o atraso que traziam para entrar de turno. Por vezes mantinha-se escondido durante horas e horas, olhando e esperando. Todos os atrasos eram anotados num livro que ele possuía. Depois, a meio da manhã, aparecia de repente saído do esconderijo e apresentava-se à enfermeira chefe ou ao superintendente. Insistia que todo o pessoal do hospital fosse convocado para se apresentar junto dele. Não havia qualquer atenção para com os doentes ou para com o andamento do hospital em si.» (…) acompanhava por vezes os médicos nas suas visitas às enfermarias, e estipulava o tratamento a ser administrado aos doentes. (…)« Não aceitava qualquer discussão, sobre se os seus métodos podiam ou não dar resultados ». “
Dossier Jorge Costa*, Jornal “Novo Século”, 1 de Agosto de 1983
* homem de confiança de Samora que acabou por desertar
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O Desastre de Mbuzini

Na noite
de domingo do dia 19 de Outubro de 1986, pelas 21H00, uma aeronave
Tupolev-134A Jetliner, sob os comandos de uma tripulação
soviética encharcada em alcool, embateu contra a região
montanhosa dos Libombos, na área de Mbuzini,
em território sul-africano, causando a morte do ditador
analfabeto moçambicano Samora Machel e de outros 33 pessoas.
Houve 10 sobreviventes.
Depressa
o regime ditatorial acusou a África do Sul! Mas a Comissão
Internacional de Inquérito, constituida por Moçambique,
África do Sul e União Soviética, que investigou
o acidente de Mbuzini, chegou à conclusão de que elementos do topo da Frelimo estavam por detrás
dos sinais de VOR que não eram os de Maputo, e não
tornou do domínio público o relatório,
por ordem das autoridades moçambicanas.
"Acto
de Sabotagem Sul-Africano"
Sérgio
Vieira - Responsável pelo Ministério
da Segurança (Snasp)
"Do
lado de Moçambique, no mínimo, alguém facilitou
o processo. Não sei se estava no Governo ou fora dele,
se era leal ou desleal"
Graça
Machel - em Declarações
ao TSOR
"Acabaram-se
as dúvidas, as nossas investigações chegaram
aos criminosos."
Tenente
Proveta - oficial do TSOR
Alínea
23a/76
"O
Tupolev fez a sua volta fatal sobre o lado direito, em direcção
ao corno sul-africano, devido a estar a seguir sinais de um
VOR que não era o de Maputo".
Alínea
34b/77
"O
coronel moçambicano ..... conseguiu fazer com que o avião
descesse para uma altitude muito baixa e pediu de imediato instrucções
ao ministro...."
Alínea
36/23
"Um político português de nome .... com grandes
interesses no Vale do Zambeze, tinha financiado toda a operação
assim como a vinda dos peritos israelitas".
Alínea
21/45
"Samora
Machel estava a destruir o país e a pensar nacionalizar
as terras daqueles portugueses que tinham conseguido retirar
todos os seus bens na altura da descolonização,
como o senhor .....".
Quando
a Comissão de Inquérito iniciou as investigações,
já a versão oficial, da autoria de Sérgio
Vieira, Armando Guebuza, Chissano e Julius Nyerere corria a
todo o vapor: "acto de sabotagem da África do Sul".
Quando o relatório foi entregue, referiam o acidente
como uma sucessão de erros da tripulação
soviética. Os membros superiores do Estado vieram dizer
que a África do Sul tinha inventado tudo.
Ponto
Crítico nº 1
Telegrama
interceptado no dia 25 de Outubro de 1986
"É
irrelevante saber as verdadeiras causas stop Samora morreu vítima
do apartheid stop é esta a nossa versão stop"
Ponto
Crítico nº 2
Excerto
do diário pessoal de Kenneth Kaunda datado de 13 de Setembro de 1986
"O
Machel estava espantado com a prepotência do português.
O Santos é um daqueles tipos de homem que até
vende a própria mãe, para atingir um determinado
objectivo. Disse-me que o tinha «deixado levar as mobilias
todas, encerraram-se avenidas para os camiões chegarem
depressa ao porto, mas mesmo assim ele insistiu sempre em ficar
com as casas e os terrenos no Vale do Zambeze». Samora
propôs deixá-lo levar toda a quantidade de dinheiro
do departamento de que era responsável, mas mesmo assim
não desistiu da ideia dos terrenos. Chegou a dar a entender
que lhe aconteceria algo. Foi expulso do gabinete e o Presidente
Samora deu ordens de nacionalização dos seus bens
imóveis ".
Ponto
Crítico nº 3
Minuta
de um encontro entre elementos dos Serviços Secretos
Moçambicanos e da África do Sul, realizados na
Presidência da República em Maputo no dia 3
de Outubro de 1986 e que foram encontrados nos destroços
do Tupolev, na pasta de Samora Machel
"...no
dia 22 de Outubro será executado o plano de assassinato
do Presidente, durante o regresso da delegação
de Moçambique, no âmbito do segundo encontro para
a preparação da invasão do Maláui,
para depor Kamuzu Banda. Nesta altura estarão 1500 homens
na Província da Zambézia, assim como aviões
Mig-17 e Mig-21 idos de Maputo e Nacala, para qualquer eventualidade,
como seja a sobrevivência do alvo. O Presidente foi posto
ao corrente deste plano e entrou de imediato em contacto com
o Presidente zâmbiano Kenneth Kaunda. O Presidente Samora
Machel actuará após o seu regresso do primeiro
encontro internacional no dia 19 de Outubro, para não
levantar suspeitas. Até lá a investigação
prosseguirá, com carta branca para todas as actuações
(...). O cúmplice estrangeiro é conhecido pelo
Santos e tem vastos interesses em Moçambique, que só
serão acautelados com o desaparecimento do Presidente.
Tem um forte apoio de Julius Nyerere. O plano de invasão
é assim uma manobra de diversão, para justificar
a movimentação de tropas e material, dentro do
território moçambicano, para um possível
apoio aos revoltosos...."
Este
encontro foi pedido com carácter de urgência pelo
Ministro dos Negócios Estrangeiros da África do
Sul e Marcelino dos Santos nunca foi posto ao corrente, pois
era um dos suspeitos.
Ponto
Crítico nº 4
Ainda
os investigadores não tinham concluido a fase de recolha
de dados e já o vice-ministro da aviação
civil dizia que o acidente só poderia ter sido consequência
de 3 causas:
a) abate do avião por fogo disparado
a partir do solo
b) explosão
a bordo
c) interferência
de um VOR falso
Até
os peritos moçambicanos estavam contra isto.
Ponto
Crítico nº 5
Telegramas
interceptados no dia 29 de Outubro de 1986
"Tudo
bem stop Guebuza escolhido para comissão de inquériot
stop Chissano trata de tudo stop"
"Vieira
ok stop assunto controlado stop"
Conclusões
1 -
houve mão do KGB em virtude de Samora Machel se ter distanciado
da zona de influência soviética, depois de ter
assinado com o Fundo Monetário Internacional a liberalização
da economia moçambicana. A visita de Machel em 1985 aos
EUA foi a casa principal.
2 -
dois generais moçambicanos estiveram envolvidos no assassinato.
3 -
Armando Guebuza e Chissano estiveram na Comissão Nacional
de Inquérito.
4 -
Moçambique nunca acusou formalmente a África do
Sul, apesar de dizer ao povo o contrário.
5 -
Um estrangeiro de nome Santos financiou toda a operação.
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PASTA
Nº 25
Mitos Comunistas

(grandes aldrabices)
Uma
Camponesa no Cais
do Sodré
Recordar
as grandes arruaças rurais de 1954 é lembrar a
desordeira Catarina Eufémia.
Foi um ano fértil para quem não queria trabalhar,
mas sim viver à custa dos esforçados patrões.
E quem andava nestas andanças não se importava
de sacrificar a família ao espectro da fome. Por detrás
deles estavam os sequazes comunistas, que não olhavam
a meios para atingirem os seus fins. Se os seus patronos
Lenine e Estaline tinham
deixado morrer à fome milhões de pessoas, não
eram agora meia dúzia de alentejanos piolhosos que fariam
a diferença. Conseguiram enganar algumas dezenas de camponeses
analfabetos e enviaram-nos para a rua agitar bandeiras vermelhas.
Quando a turbamulta começou a ameaçar a vida da
gente honrada, o pacato Dr. Oliveira Salazar
foi em seu socorro impôr a legalidade democrática.
Os cabecilhas, que de camponeses só tinham o cheiro,
e ganhavam chorudos ordenados enviados da União Soviética,
foram rapidamente identificados e detidos.
Uma
camponesa esperta tentou dar o
golpe do baú. Como a família se preparava para
a expulsar de casa, depois de ter descoberto a sua vida
nocturna no Cais do Sodré, deu um passo em frente.
O plano começara uns meses antes, ao conseguir engravidar
de um cliente que era da GNR.
Quando
o oficial sobe da novidade e da chantagem da camponesa, obrigou-a
a abortar. Então ela fugiu para o Alentejo. Fez o destino
com que algum tempo depois ficassem frente a frente numa das
arruaças promovidas pelo PCP:
a camponesa da noite e o seu cliente
militar!
Após
o 25 de Abril o PCP obrigou a família a vender-lhe a
campa de Catarina Eufémia, para aí cimentar mais
uma das mentiras da esquerda !
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PASTA
Nº 26
Mitos Comunistas

(grandes aldrabices)
A Vítima de
Alegre & Companhia
Antes
de ir para o Canadá como delegado português na
Organização Mundial da Aeronáutica Civil,
era Director Geral da Aeronáutica
e despachava directamente com o Dr. Oliveira
Salazar. Após esta missão
foi para Washington como militar da Nato. Finda a comissão,
regressou a Portugal para ocupar novamente o mesmo cargo. Mas
o organograma do Estado tinha mudado e entre o Director Geral
da Aeronáutica e o Presidente do Conselho havia agora
o Ministro das Comunicações. Delgado
não gostou e incompatibilizou-se com Salazar. Como de
costume numa democracia, chegaram as eleições
presidênciais e resolveu concorrer. Perdeu, o povo
não se deixou enganar por um indivíduo arrogante,
politicamente ambicioso e amigo das filosofias totalitárias.
Como não gostou do "não", pediu asilo
político à embaixada do Brazil (uma ditadura).
Alguns meses depois Salazar teve pena dele e deixou-o partir.
Passeou-se por vários países (incluindo muitos
de leste) a dizer mal de Portugal, até que se juntou
ao grupo terrorista de Argel. Depressa se apercebeu do nojo
onde se tinha metido e arrependeu-se, contactando o governo
do seu país, para se entregar e revelar as atrocidades
que o Grupo de Argel pretendia
fazer no Continente e Províncias Ultramarinas (como foi
confirmado pelo genocídio africano pós-25 de Abril).
O local do encontro com a Brigada da PIDE comandada por Rosa
Casaco foi combinado.
Alegre
e membros do PCP conseguem subornar
alguns elementos desse brigada (que desapareceram após
o ataque). O general tinha de ser morto ! A prova disso é
que até levaram cal, escondida do chefe.
Todos
sabiam que Humberto Delgado andava
sempre armado e que disparava caso fosse atacado. O golpe estava
montado ! Quando fez sinal à PIDE da sua posição,
um dos elementos da brigada, comprado pelo Grupo de Argel, puxou
da arma e disparou contra ele. Tudo se precipitou, o plano comunista
triunfou, o general de meia-tijela
estava prostrado no chão, juntamente com a sua secretária
para todo o serviço.
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Humberto Delgado, e os anexos secretos do “Pacto de Almada”
Durante a campanha eleitoral em que foi candidato, Humberto Delgado recebeu dinheiro de um capitalista exilado no Brasil, a quem ele prometeu o exclusivo do fabrico de pneus numa fábrica a montar em Setúbal, e terminar com a “Mabor” em Portugal, caso vencesse as eleições (anexo). E auto-promover-se a marechal, o seu grande sonho! Mas perdeu e a partir daí sabia que seria responsabilizado por aqueles a quem ele prometera secretamente mundos e fundos: o partido comunista! Os comunistas começaram por achar que era um “vaidoso, que lhe faltava equilíbrio político, com uma táctica desequilibrada”, mas por fim consideraram-no um “atardado mental”.Entretanto Delgado adoeceu e os comunistas conseguiram que fosse operado no Hospital Policlínico de Roma, usando um passaporte falso com o nome de Bem Yousseff. Os problemas mentais de Delgado agravaram-se, deixando de querer estar ao serviço da Rússia, e passar para o serviço da China. Os comunistas prepararam a sua morte, quando ele precisou de ser novamente operado. Conseguiram que fosse internado na Clínica de San Ciro, em Milão, que era dirigida por um célebre médico comunista chamado Alessandro Beltramini. Mas a missão não foi avante devido a acontecimentos inesperados. Delgado foi enviado para a Argélia onde se encontravam muitos terroristas portugueses dirigidos por Mário de Carvalho, aquele que futuramente o mandou assassinar. O carrasco do general pertencia à Frente Patriótica de Libertação Nacional, organização a que Delgado se recusou pertencer, resolvendo criar outra, a Frente Portuguesa de Libertação Nacional, também com sede em Argel. Os comunistas não gostaram e quando souberam que ele pretendia ir a Badajoz avistar-se com os representantes da Oposição residentes em Portugal, prepararam o atentado. Devido às suas debilidades mentais atrás referidas, conseguiram convence-lo a entrar clandestinamente em Portugal, arranjando para isso dois “passadores”. Para que ele não desconfiasse, enviaram-lhe um terceiro “passador” que lhe “servia de guia para entrada clandestina. O “passador” foi enviado num automóvel Lincoln de 1962, que tinha o número 983880, chapa de matrícula da Virgínia, Estados Unidos, cujo proprietário era Ely Tapiero, com residência na rua Reina Vitória, nº 15, Madrid. O carro parou perto da Vila Nueva del Fresno, a sul de Badajoz, onde os comunistas lhe tinham montado uma emboscada, matando-o juntamente com a amante.
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PASTA
Nº 27
Mitos Comunistas
 
(Grandes Aldrabices)
Em
Maio de 1940, enquanto que a França colaboracionista
se ajoelhava às patas de Hitler, 700 mil refugiados judeus
amontoavam-se em Bordéus. Apercebendo-se da situação
desesperada daquela gente, o cristão António
de Oliveira Salazar deu ordens ao pessoal do consulado
para darem com urgência os vistos.
Aristides Sousa Mendes viu nisto uma fonte extra de rendimentos,
para assim poder satisfazer a sua exigente mulher, cumpriu a
ordem , mas a troco de 500$00 cada passaporte. O negociante
diplomata partiu para Bayone, foi até à fronteira
de Henday e, com a sua caneta, começou a assinar a papelada….dando
assim início ao negócio. Quando Salazar é
informado da situação, manda regressar o responsável
e expulsa-o do Corpo Diplomático, obrigando-o a devolver
o dinheiro. Ficará célebre a frase de Salazar:
‘Salvarei todos os que puder ‘”.
Para uns, Sousa
Mendes é recordado como um «homem bom e justo»
que, em Junho de 1940, contrariando as ordens do Governo de
Lisboa, emitiu vistos e passaportes e, nalguns casos, chegou
mesmo a atribuir falsamente a identidade portuguesa a milhares
de foragidos, sobretudo judeus, que pretendiam a todo o custo
alcançar os lugares tidos por seguros. Como Portugal,
que Salazar conseguiu manter neutral no conflito.
Para outros, o cônsul está longe de justificar
o papel de «herói» que muitos lhe atribuem
e, aqui e ali, tentam repor a verdade àquilo a que chamam
«falsificação da História»
e, através de factos, muitos deles documentados, desmistificam
a «lenda» Sousa Mendes. Bastará uma pesquisa
atenta no arquivo do MNE ao processo do antigo cônsul
— apesar de muitas peças do seu dossier terem misteriosamente
desaparecido, sem que até hoje ninguém tenha procurado
investigar quem foi o autor (ou autores) do desvio — para que
algumas pessoas «verdades» deixem de o ser.
Ao contrário do seu irmão gémeo César,
que também fez carreira na diplomacia tendo alcançado
o posto de Ministro Plenipotenciário de 2.ª classe,
Aristides arrastou-se entre postos consulares de pequeno relevo,
foi acumulando processos e mais processos disciplinares desde
o longínquo ano de 1917, na I República, até
1940, tendo acabado por passar à disponibilidade e aguardar
aposentação, mas continuando a auferir a totalidade
do vencimento correspondente à sua categoria (1.595$30).
O que desde logo «mata» a tese dos que teimam em
acusar Salazar de ter «perseguido» o cônsul
e de o ter «obrigado» a «morrer na miséria».
Pelo contrário, o então Presidente do Conselho
mostrou-se benevolente com Aristides em muitas alturas, nomeadamente
quando, contrariando o parecer do Conselho Disciplinar do MNE
que, na sequência de mais um processo disciplinar, propôs
a pena de descida de categoria do cônsul, apenas determinou
a sua inactividade por um ano, com vencimento de categoria reduzido,
mas recebendo a totalidade do salário correspondente
ao exercício.
Outra verdade que tem sido ocultada pelos defensores de Aristides
Sousa Mendes: o cônsul condicionava a emissão de
vistos e passaportes ao pagamento de verbas e à obrigatoriedade
de contribuição para um estranho «fundo
de caridade» por si próprio instituído e
gerido, situação que viria a ser denunciada junto
do MNE quer pelos serviços da embaixada britânica
quer por muitos dos que beneficiaram das «facilidades»
de Mendes.
Também esclarecedora para a verdade sobre Sousa Mendes
é a carta que o Embaixador Carlos Fernandes(*) dirigiu,
em Maio de 2004, a Maria Barroso Soares, presidente da entretanto
criada «Fundação Aristides de Sousa Mendes»,
quando esta pretendeu promover uma homenagem nacional, custeada
com dinheiros públicos, ao antigo cônsul.
O DIABO teve acesso à referida missiva, bem como a algumas
«notas soltas» que o embaixador lhe juntou, que
aqui publicamos na íntegra.
«Lisboa, 5/5/04
Senhora Dra. Maria Barroso
Soares
Um antigo embaixador de Israel
em Portugal, que foi «instrumental» na mistificação
de Aristides de Sousa Mendes, publicou há dois dias no
Diário de Notícias, a propósito do aniversário
daquele antigo cônsul, um artigo de elogio a Sousa Mendes,
reincidindo em duas mentiras que foram fundamentais para aquela
mistificação:
a) que foi expulso da carreira diplomática;
b) que morreu na miséria (depreendendo-se que por ter
sido expulso da carreira diplomática e sem vencimento).
Ora, tanto quanto eu pude averiguar, primeiro Sousa Mendes nunca
foi da carreira diplomática, pertencendo sempre à
carreira consular, que era diferente, e, em princípio,
mais rendosa; depois, nunca dela foi expulso: como conclusão
de um 5.º processo disciplinar, foi colocado na inactividade
por um ano, com metade do vencimento de categorias e, depois
desse tempo, aguardando aposentação com o vencimento
da sua categoria (1.595$30 por mês) até morrer,
sem nunca ter sido aposentado, situação mais favorável
do que a aposentação.
Portanto, se morreu na miséria, ou pelo menos com grandes
dificuldades financeiras, isso deve-se a outros factores que
não à não recepção do seu
vencimento mensal em Lisboa. Demais, A. Sousa Mendes viveu sempre
com grandes dificuldades financeiras.
É óbvio que, quem tenha 14 filhos da mulher, uma
amante e uma filha da amante não sairá nunca de
grandes dificuldades financeiras, salvo se tiver outros rendimentos
significativos, além do vencimento de cônsul.
Vi pelo artigo acima referido que a Sr.ª Dr.ª Maria
Barroso é presidente da Fundação A. S.
Mendes, e só por isso lhe escrevo esta carta e lhe remeto
os elementos de informação anexos.
Eu escrevi sobre Sousa Mendes, de forma simpática, num
livro publicado há dois anos (Recordando o caso Delgado
e outros casos, Universitária Editora, Lisboa, 2002)
de págs. 27 a 30, porque o conheci e tive ocasião
de ajudar dois dos seus filhos, um em Lisboa e outro depois
em Nova Iorque quando lá era cônsul.
Nada me move contra A. Sousa Mendes, antes o contrário,
mas não posso pactuar com a mentira descarada e generalizada.
Salazar é atacável por várias razões,
mas não por ter «perseguido» A. Sousa Mendes,
que, aliás teve problemas disciplinares em todos os regimes
de 1917 a 1940.
Quando fui director dos Serviços Jurídicos e de
Tratados do MNE, tive de estudar o último processo disciplinar
de A. Sousa Mendes, de cuja pasta retiraram já muitas
peças.
Por outro lado, o meu amigo Prof. Doutor Joaquim Pinto, sem
eu saber, fez um estudo bastante completo sobre A. Sousa Mendes,
e com notável imparcialidade.
Eu não pretendo vir a público atacar ou defender
A. Sousa Mendes, e, por isso, nem penso rectificar o artigo
do embaixador de Israel, mas em abono da verdade, e para seu
conhecimento, entendo ser meu dever remeter-lhe uma cópia
do estudo e notas em anexo, de que poderá fazer o uso
que entender.
Com respeitosos cumprimentos,
Carlos Fernandes»"
In «O Diabo», n.º
1579, 03.04.2007, pág. 6
(*) Embaixador Carlos Augusto
Fernandes, licenciado em Direito, com distinção,
pela Faculdade de Direito de Lisboa. Entrou no MNE em Abril
de 1948 como adido da Legação. Foi cônsul
de Portugal em Nova Iorque e Encarregado de Negócios
no Paquistão, Montevideu (Uruguai) e Venezuela. Foi conselheiro
da Legação Portuguesa na NATO (Paris), Director
Económico do MNE. Director dos Serviços Jurídicos
e Tratados do MNE e Embaixador de Portugal no México,
Holanda e Turquia.
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PASTA
Nº 28
Mitos Comunistas
 
Pantera
Negra / Pantera
Branca
Maior futebolista
português de todos os tempos / Maior
político português
de todos os tempos
Na
biografia de Eusébio, escrita pelo comuna envergonhado
João Malheiro, aquele que tem voz de trovão,
talvez devido à quantidade de pintelhos que engoliu nos
Jardins de Belém, introduziu abusivamente uma ideia de
puro estilo soviético, que é uma mentira e que
a RIAPA tem o prazer de desmontá-la.
O senhor
Malheiro afirma que o Exmo. Senhor Dr.
Oliveira Salazar inviabilizou a ida do Eusébio
para a Juventus, por o considerar património nacional.
A aldrabice da comunistada vai ao ponto de dizer que o Presidente
do Conselho chamou o Eusébio a S. Bento por seis vezes
e que o assunto da transferência foi discutido em Conselho
de Ministros.
A única
vez que o Pantera Negra se encontrou
com o Pantera Branca, foi no regresso
de Londres, após o campeonato do mundo de 1966 e nada
mais.
O Malheiro
deve estar a confundir com os tempos actuais, em que juízes,
árbitos, políticos e dirigentes dos clubes (Benfica
incluido), falam constantemente ao telefone para comprarem resultados,
como ficou provado recentemente com a divulgação
das escutas telefónicas.
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PASTA
Nº 29
Mitos Comunistas
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TODA A VERDADE !
Augusto Pinochet Ugarte
O Salvador do Chile
Dirigiu
os destinos do Chile entre 1973/1990 tendo saído voluntariamente
do Poder
"Os fusilamentos
ordenados pelo meu pai foram justos, porque não executaram
pessoas, mas sim animais".
Durante
um século e meio o Chile tinha tido, sem interrupção,
um regime democrático em contínuo progresso, que
era um exemplo para o mundo. Até que chegou ao poder,
por via democrática, integrado numa combinação
entre o Partido Comunista e o Partido Socialista, Salvador Allende
declarou, de imediato, a sua inspiração marxista-leninista
e o seu desprezo pela "democracia e legalidade burguesa".
Em pouco tempo destruiram o desenvolvimento político,
cultural, económico e social que o Chile vinha vivendo,
deixando o país num caos, próximo do colapso.
O único objectivo de Allende e do seu gang era a conquista
do Poder Político. A Democracia Exemplar começou
a ser afogada em sangue e violência. Cada sindicato, empresa
cooperativa e organização de base social passou
a considerar-se como um instrumento para a conquista do Poder.
A presença de terroristas estrangeiros afectos a movimentos
extremistas começaram a intervir na vida interna do país
e a tentar penetrar nas Forças Armadas para as desestabilizar.
Foram os Comunistas chilenos que recomendaram Pinochet ao Comando
do Exército. Pensaram que ele iria dar-lhes apoio na
destruição do Chile. Enganaram-se!
“Para
a esmagadora maioria dos chilenos, a revolta da tropa em 1973
foi uma acção libertadora – e a chegada de Pinochet
ao poder foi um alívio”
Quitéria
Barbuda in "O Grande Herói Popular", Revista
"Espírito", nº 12, 2005.
Quando
Pinochet deixou o poder, voluntariamente, deixou o país
economicamente desenvolvido e estável.
"Yo hubiera querido
recibir la Argentina como Aylwin recibió a Chile"
Presidente Carlos Menen
Viva
Pinochet !
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PASTA
Nº 30

Um carrasco tem de
ter conhecimentos sólidos de matemática, para
que o enforcamento decorra com competência. O objectivo
é matar instantaneamente o condenado, deixando-o inteiro.
Variáveis
Peso do Cliente
Altura do Cliente
Idade do Cliente
Condição
Muscular da zona do pescoço
Qualidade e tipo da
corda do pescoço
Qualidade e tipo da
corda dos pés
Tamanho das cordas
é depois calculado assim como o momento em que o pescoço
se parte
Exemplo
Nome do Cliente: Barzan
Ibrahim al-Tikriti
Peso do Cliente: 83,91
Kg (185 pounds)
Tamanho da corda ideal:
1,52 metros (5 feet)
Tamanho da corda usado:
2,28 metros (7,5 feet) - enrolou-se nos
pés e alterou os cálculos
No vídeo vemos
a cabeça a saltar e a ficar dentro do saco, enquanto
o corpo ficou a 1,5 metros
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PASTA
Nº 31

Diálogos Secretos
- IV
Entre o João
e o Domingos
João
- Está lá, daqui fala o teu Gioneca, minha flôr.
Domingos - Janeca,
é o Domingos e não a tua brasileira.
João - Epá,
ó Domingos, mas tens a voz muito parecida com ela.
Domingos - Deve
ser do whisky marado das Casas de Alterne de Bruxelas. Eu ia
mesmo agora telefonar-te para saber se posso contar contigo
para a troca entre os parques. Já sabes que a comissão
é a mesma que a do Martim Moniz.
João - Calma
Domingos, só depois da reeleição. Mas agora
o papá também quer um presentinho lá para
a Fundação.
Domingos - Epá,
vocês não param. E a mamã ?
João - A
família é grande e a brazuca agora diz que está
grávida de mim.
Domingos - De ti
? Mas tu gostas mais dos franguinhos do Restelo !
João - Eu
também penso que o puto é do Baltazar, mas enfim,
aceito-o, porque ela ameaçou-me com as fotos que o Jorge
tinha na caixa amarela.
Domingos - Ok, eu
espero pela tua reeleição !
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PASTA Nº 32
Anita,
a arguida do Bloco
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Anacleto
confirma irregularidades da presidente do Bloco
"As
acusações não têm fundamento e as
irregularidades são de somenos"
Anita,
presidente da Câmara de Salvaterra de Magos, do Bloco
de Esquerda, arguida em dois processos.
Irregularidades
Graves na única câmara do Bloco
(imaginem
se tivessem mais)
Em
2004 a Anita passou uma licença
de autorização para a abertura de um bar,
"M-Club", em Marinhais, estando hoje em funcionamento
com o nome de "Bjecas", sendo um Bar
de Alterne.
A um
outro munícipe, que queria funcionar com um bar normal,
não passou a licença.
Devido
ao seu estranho enriquecimento pessoal (que não devia
acontecer segundo a lei), confirmado pela mesma, foi constituida
arguida num processo de favorecimento pessoal e irregularidades
em licenciamentos.
Certas
obras municipais feitas com base nos fundos comunitários,
destinados à pavimentação de estradas,
contemplaram ruas que já estavam pavimentadas antes de
serem adjudicadas.
Em
2004 existiu um processo por suspeita de desvio de fundos envolvendo
os bombeiros de Salvaterra de Magos, que acabou por ser arquivado.
No entanto, a oposição "bloquista" fez
uma campanha contra os implicados, considerando-os culpados.
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PASTA
Nº 33
A Flotilha de Terroristas

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Israel Navy: “Mavi Marmara, you are approaching an area of hostilities which is under a naval blockade. The Gaza area coastal region and Gaza harbor are closed to all maritime traffic. The Israeli government supports delivery of humanitarian supplies to the civilian population in the Gaza Strip and invites you to enter the Ashdod port. Delivery of ... Ver maissupplies in accordance with the authorities’ regulations will be through the formal land crossings and under your observation, after which you can return to your home ports on the vessels on which you have arrived.”
Response: “Negative, negative.”
As armas que levavam não seriam consideradas como "abastecimentos"!
A República Independente do Alto de Paço de Arcos solidariza-se com a Marinha Israelita e apoia-a na luta contra os terroristas e seus amigos.
A flotilha tinha como objectivo furar um bloqueio militar e contestar o domínio israelita sobre as águas territoriais de Gaza. Isso não é pacifismo. É uma acto de afirmação territorial e um contributo para o esforço de guerra do Hamas.
Os “activistas” anti-israel participam no esforço de guerra contra Israel tentando empolar os factos e ajudando os palestinianos a vitimizar-se.
O Hamas vive de todas as mortes!·
O movimento Palestiniano primeiro com o apoio Soviético depois com apoio da esquerda europeia e islamita sempre foi baseado na dualidade de poder fazer Actos de Guerra e depois para defender-se quando chega a retaliação aplicar as regras dos tempos de paz.
Não há dúvida: foi uma operação propagandista, preparada ao milímetro e coroada de êxito: com mortes, como o Hamas tanto gosta!
De parabéns as “espontâneas” e “independentes” manifestações de repúdio, além das espezinhas multi – uso e prontas – a -servir que, instantaneamente, inundaram tudo o que é folha-de-couve circulante e/ou tele – parlante…
Os nossos progressistas, se gostam tanto do mundo muçulmano* e das ideologias propaladas pelo Hamas porque é que não vão para lá e se deixam de tertúlias patéticas nos cafés da Europa?
Alguém pode acreditar que uma missão desafie e desobedeça a INSTRUÇÕES CLARAS e REPETIDAS por parte do exercito israelita, seja uma missão pacifista?
Os paladinos da moral, indignam-se a ver a tomada do navio ‘activista que está ali para aquele efeito especifico – propaganda, e assobiem para o lado quando um qualquer míssil ou bombista mata uma série de famílias num qualquer centro comercial israelita.
A estratégia de quem combate Israel baseia-se na imposição de um duplo padrão: a Israel aplicam-se os conceitos de justiça e de direito do tempo de paz, aos palestinianos permite-se que sejam avaliados pelos conceitos de direito e de justiça de tempo de guerra.
O objectivo disto tudo nunca foi levar qualquer tipo de ajuda, mas sim de criar uma situação que levasse a uma resposta militar.
Os “irmaos muculmanos” têm sido os piores inimigos da Palestina. Não querem que exista uma Palestina livre e autónoma, por diversas razoes:
1) Se tal acontecesse, perderiam a sua principal justificação para odiar Israel, justificação que serve para esconder o seu ódio em relação ao povo judeu e à existência de um estado democrático na região.
2) Ao longo das últimas décadas muitos palestinianos têm recebido apoios por parte da comunidade internacional, o que levou ao desenvolvimento de uma “elite”, que reside no estrangeiro. Caso a Palestina se tornasse um estado viável, muitas destas pessoas provavelmente regressariam, o que poderia levar a uma “ocidentalização”, indesejada pelos vizinhos árabes. Para eles quanto pior melhor.
Os Palestinianos são vítimas dos seus “irmãos” que os exploram como carne para canhão.
A realidade em que Israel vive consiste num pais democrático rodeado por vizinhos que desejam a sua aniquilação. Aquilo que se tem verificado ate hoje por parte destes vizinhos é o financiamento de grupos terroristas em Gaza. Gaza tem aproximadamente 360km quadrados e 1 milhão e meio de habitantes. Ao longo destas décadas para onde foi todo o dinheiro dado pelo mundo? Quando dinheiro já foi despejado pela comunidade internacional numa região tão reduzida, sem que se tenham verificado progresso mínimos na qualidade de vida daquelas pessoas. Será que os israelitas destroem mesmo tudo, ou será que muitos destes recursos são desviados para outros objectivos? Não nos esqueçamos que o actual bloqueio começou em 2007. Quanto dinheiro europeu (e por consequência dos nossos impostos) não foi concedido de forma cega, indo parar a mão de terroristas e de administrações corruptas?
É que estas flotilhas da “paz” já os israelitas as conhecem bem, muita sorte tiveram em não ir todos ao fundo.
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A PIDE
(Polícia de Investigação
e Defesa da Esquerda),
na dependência do Pinto de Sousa,
proibiu o acesso do "Jornal da RIAPA" à documentação
da reitoria da Independente, referente ao processo académico
do Zé.
Mas o TSOR
(Tribunal do Santo
Ofício da RIAPA)
contornou os Homens do Primeiro
!
"Fui professor
de Inglês Técnico do Pinto de Sousa e fiquei surpreendido
na oral que lhe fiz"
Reitor Luis
"Mas que grande
aldrabão. O regente da cadeira era outro. O Luis faz-me
lembrar o nosso saudoso Pierre Pomme-de-Terre"
Tenente Proveta
"O Pinto revelou
grande traquejo político na cadeira de Planeamento e
Política do Ambiente"
Reitor Luis
"Esta cadeira
não existia no curso do Sousa"
Tenente Proveta
"O meu diploma
é tão válido como o do senhor Primeiro-Ministro"
"Dr." Amadeu,
Março de 2007
"Informamos que
este Amadeu acabou detido preventivamente, devido à falsificação
do documento da sua própria licenciatura"
Tenente Proveta
O CONSELHO FANTASMA
No
dia 12/10/1995 o Conselho Científico da Independente
pronunciou-se sobre as equivalências do senhor Pinto de
Sousa. Mas este Conselho só foi criado em meados de 1997.
Conclui-se assim que o plano de equivalências e de estudos
do José Carvalho não foi submetido a apreciação
de qualquer orgão académico.
As Provas
da Trafulhice
I
Duas
folhas manuscritas, com disciplinas ilegíveis. Os professores
das cadeiras assinaram com rubricas, que podiam ter sido feitas
pelo Zé Luis.
II
Não
há Livros de Termos (exigidos por lei)
III
Não
existem livros de sumários, horários, listas de
alunos, de professores e de disciplinas do curso. Concluindo,
do curso só havia o Diploma final, que era pago, e bem
pago, pelo "estudante". Mas era para isso que os políticos
iam lá. O Vara não deu uma para a caixa em Filosofia
e em Direito, nas Universidades do Estado, mas licenciou-se
logo na Independente, porque para o tacho na Administração
da CGD precisava no mínimo de licenciatura.
Os Exames
O José
Carvalho fez os 4 exames finais ( 2 orais com a boca e 2 escritas
com a mão), num Domingo !
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As Provas
A declaração falsa

A correcção depois de descoberta a aldrabice







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Relatório
Zé o Grande Aldrabão!
Estamos a lidar com um Mentiroso Compulsivo!!
Factos conhecidos e divulgados publicamente e que ainda não foram desmentidos.
Alguma vez o Zé disse a verdade?
Não será ele um oportunista que à custa da sua ambição desmedida em querer ser engenheiro a toda a força e de qualquer maneira, encontrou num passe de mágica que nem a varinha de uma fada se lembraria de engendrar, a melhor forma de, sem qualquer mérito, se poder ufanar de um título que, às três pancadas e a martelo subvertendo a verdade e a correcção devida, conseguiu numa Universidade acabadinha de abrir as portas, desorganizada, corrupta e de créditos duvidosos, ser, imagine-se … engenheiro?
Uma Universidade, dita Independente, que no auge de todas as descobertas, num período em que se dizia que havia inúmeras revelações a serem feitas foi IMEDIATAMENTE encerrada. Sabem por quem?
Exactamente, pelo governo de José Sócrates.
Quantos documentos não terão desaparecido desde então? Quantos segredos estão por desvendar? Quantos comprometimentos morreram para sempre na mesma sepultura desse abrigo a estudantes "licenciados" acuspo e a martelo?
Verdadeiramente vergonhoso! E anda este homem a exigir aquilo que não tem nem nunca soube ter que é o rigor, a excelência e o mérito.
Seriedade e verdade. Crédito e confiança. BRIO e EXEMPLO!
Mente com a mesma cara com que desconhecia ter sido sócio da Sovenco em 1990 quando o questionaram, com a mesma cara com que diz que não sabia que não se podia fumar num avião, com a mesma cara com que diz que o computador Magalhães é português. Enfim, mente compulsivamente com a mesma cara desavergonhada com que sonha na mentira que há-de dizer no dia seguinte.
Na VI Legislatura, José Sócrates entrega na Assembleia da República, um Registo Biográfico onde consta, escrito pelo seu puno e a sua própria letra, que a sua profissão é a de "ENGENHEIRO" e que as suas habilitações literárias são … "ENGENHARIA CIVIL". Tal e qual. (ver documento anexo)
Como se sabe, quando esta MENTIRA, para não lhe chamarmos OUTRA COISA, foi descoberta, apareceu igualmente uma segunda versão deste mesmo documento que, onde estava escrito "ENGENHEIRO" foi ACRESCENTADA a palavra "TÉCNICO" e onde estava escrito "ENGENHARIA CIVIL" foi igualmente acrescentado em espaço anterior, quiçá estrategicamente lá deixado, a abreviatura "BACH" de Bacharelato que era o que verdadeiramente ele tinha.
Isto é, o Registo Biográfico de José Sócrates foi RASURADO, foi ALTERADO, foi FALSIFICADO por ele próprio sem que alguém (?) responsável (?) na Assembleia da República consiga explicar (?) como é que isso foi possível e admissível. (ver documento anexo) E NADA lhe aconteceu !!!!!!
Em 31 de Julho de 1979, termina o Bacharelato no Instituto Politécnico de Coimbra apenas com média de 12 valores. (ver anexo)
Mais tarde, em 27 de Dezembro de 1994, o aluno nº 20382 José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa, inscreve-se no Instituto Politécnico de Lisboa no curso de Transportes e Vias de Comunicação. (ver anexo)
Repentinamente, assim que toma conhecimento que a Universidade Independente foi aprovado pela portaria 496/95 24 de Maio de 1995, sem que se conheça qualquer justificação, muda-se de "armas e bagagens" para esta recente, corrupta e desorganizada Universidade. (ver anexo)
É AQUI, neste antro de facilitismo e promiscuidade, que José Sócrates consegue FINALMENTE aquilo que sempre ambicionou - uma "licenciatura" em Engenharia. Não interessa COMO a possa ter conseguido, isso NÃO INTERESSA, interessa SIM, é que conseguiu uma "licenciatura" em Engenharia.
Querem saber como?
Das 31 cadeiras que teria de fazer, deram-lhe equivalência a … 26. Nem mais, nem menos … 26 disciplinas!!!
Apenas teria de fazer … 5 disciplinas! Quem é amigo, quem é?
Ah. . . mas isto não fica por aqui, destas 5 disciplinas que lhe faltava fazer, 4 delas – os chamados "cadeirões" por serem as mais difíceis – foram dadas por UM ÚNICO PROFESSOR, por sinal seu amigo e conhecido, de nome António José Morais, adjunto do secretário de estado do também seu amigo Armando Vara e colega do mesmo governo em que estava nessa altura José Sócrates como secretário de estado adjunto. Lindos meninos, grandes compinchas!
Que notas o amigo do peito António José Morais lhe deu? Fácil, vejam o anexo do Certificado de Habilitações da UNI:
Análise de Estruturas – 17 (dezassete);
Projecto e Dissertação – 18 (dezoito);
Betão Armado e Pré Esforçado – 18 (dezoito);
Estruturas Especiais – 16 (dezasseis).
NADA MAU, hein … para quem vinha com média de 12 do Politécnico …
NADA MAU, NADA MAU.
Ahhh, é verdade, e nessa altura José Sócrates ainda era secretário de estado adjunto do Ministro do Ambiente, tinha pouco tempo para estudar, para trabalhos e para exames, agora imaginem se ele tivesse mais tempo para se dedicar às aulas.
Mas falta ainda uma cadeira, de entre as 5 que o "obrigaram" a fazer – Inglês Técnico. Teve 15. (Ver anexo)…. Sim é verdade, teve 15.
Foi seu professor o reitor Luís Arouca, entretanto preso por falsificação de documentos sem que no entanto, não faltasse a mãozinha de José Sócrates ao enviar a este mesmo reitor um FAX socorrendo-se de um papel timbrado do Ministério do Ambiente, do Gabinete do Secretário de Estado Adjunto, numa clara atitude de promiscuidade e de pressão, terminando de forma muito pouco formal e excessivamente familiar com um "Seu Sócrates". (ver anexo)
Curiosamente, e para cúmulo de toda esta trapalhada, se confirmarem no referido certificado de Habilitações da UN Independente, diz lá que "concluiu o curso em 08-09-1996" que, estranhamente, foi a um…DOMINGO.
É verdade, a um DOMINGO !
Há com cada uma …
Ah, antes de terminar, concluiu com média 14, isto é, estas 5 disciplinas dadas pelo amigo António José Morais mais o "seu" reitor Luís Arouca, fizeram com que, num ápice, subisse a média de 12 que trazia do Politécnico (Escola Pública) para…14, catorzeeeeeee.
As perguntas DO JORNAL PÚBLICO que esperam uma resposta
As duas referências públicas do primeiro-ministro a este caso foram feitas por escrito – ao PÚBLICO e à SIC –, mas nunca responderam a questões concretas.
Aqui ficam as questões mais importantes a que José Sócrates deve responder para clarificar o dossier.
1. Por que razão José Sócrates deixou o ISEL para acabar o curso na UnI?
2. José Sócrates pediu equivalência a 25 cadeiras das 31 que completavam a licenciatura da UnI. Acabou por receber equivalência a mais uma disciplina, ou seja, a UnI deu-lhe equivalência a 26 cadeiras. Por que motivo no ISEL teria de completar mais 12 cadeiras para se licenciar e na UnI apenas teve que fazer mais cinco?
3. António José Morais, então director do Departamento de Engenharia Civil da UnI, leccionou quatro das cinco cadeiras concluídas na Independente. Segundo o próprio, este grupo de disciplinas, algumas do 3.º ano, outras do 5.º, representava todas as cadeiras leccionadas por aquele professor na UnI. António José Morais foi, simultaneamente ao período em que lhe deu aulas, adjunto do secretário de Estado da Administração Interna, Armando Vara, colega de Governo de Sócrates, e mais tarde director do Gabinete de Equipamento e Planeamento do Ministério da Administração Interna.
3.1. José Sócrates já conhecia António José Morais antes de este ser seu professor na UnI?
3.2. António José Morais já havia sido seu professor no ISEL?
3.3. Por que razão José Sócrates não identificou António José Morais como tendo sido seu professor, nas conversas que manteve com o PÚBLICO, ao longo de uma semana?
3.4. Quantas horas de aulas por semana compunham o horário curricular?
4. Nessas conversas que manteve com o PÚBLICO, antes da publicação da primeira peça sobre o caso, Sócrates afirmou-se "insultado" pelas perguntas que lhe foram feitas, disse ter frequentado as aulas e concluído os exames com aproveitamento, mas nunca forneceu provas sobre o que afirmava.
4.1. José Sócrates não guardou nenhuma prova documental da sua carreira académica? Nunca levantou nenhum dos diplomas?
4.2. Qual o motivo que levou Sócrates a delegar no reitor da UnI todos os esclarecimentos, documentais ou testemunhais, sobre o caso, sabendo-se que Luís Arouca já havia estado na origem de indicações erradas sobre o seu currículo publicadas no jornal 24 Horas, em que terá referido cadeiras que não existiam no seu plano de curso?
4.3. Por que razão Sócrates se recusou sempre a responder por escrito às perguntas formuladas, também por escrito, pelo PÚBLICO?
4.4. Como é que, durante quase uma semana, não foi capaz de citar um seu colega ou um dos seus dois professores da UnI?
4.5. Qual o motivo por que não apresentou, por exemplo, a sua monografia de Projecto e Dissertação, tese final do curso?
5. Da matrícula de José Sócrates na UnI consta que não apresentou qualquer documento de prova das cadeiras já feitas no ISEC e no ISEL e só apresentou atestado das 12 cadeiras concluídas no ISEL, em Julho de 1996, ou seja, quando estava praticamente a concluir o curso na UnI.
5.1. A que se deveu este atraso?
5.2. Como pôde a UnI aceitar a inscrição, aprovar um plano de equivalências, permitir a frequência de aulas e a realização de exames sem o documento que atestava as cadeiras finalizadas no ISEL?
6. Quatro notas das cadeiras concluídas na UnI foram lançadas em Agosto e o diploma tem data de 8 de Setembro de 1996.
6.1. Sabendo-se ser anormal o lançamento de notas em Agosto, bem como a passagem de diplomas ao domingo, que justificação é dada para isso?
7. Numa das folhas consultadas pelo PÚBLICO aparece a palavra "isento" no topo da página.
7.1. Sócrates pagou propinas?
7.2. Que valor foi fixado?
7.3. A despesa entrou no IRS?
8. O reitor Luís Arouca disse por várias vezes que só conheceu Sócrates quando este ingressou na universidade. No entanto, em trocas de correspondência anteriores, Sócrates despedia-se "... do seu, José Sócrates".
8.1. Quando é que Luís Arouca e José Sócrates se conheceram?
9. A que se referia José Sócrates quando, num fax enviado a Luís Arouca que está no seu dossier de licenciatura, escreveu: "Caro Professor, aqui lhe mando os dois decretos (o de 1995 fundamentalmente) responsáveis pelo meu actual desconsolo."
10. Por que motivo não foram corrigidos todos os erros constantes da biografia publicada no Portal do Governo, mantendo-se a referência errada a uma pós-graduação em Engenharia Sanitária e continuando a ser omitido o MBA em Gestão já depois de o termo "engenheiro" ter sido substituído pelo de "licenciado em Engenharia Civil"?
QUALQUER UM DE NÓS JÁ ESTARIA PRESO!
Tenente Proveta
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A mamã Adelaide e a misteriosa pensão superior a 3000 euros
Divorciada nos anos 60 de Fernando Pinto de Sousa, “viveu modestamente em Cascais como empregada doméstica, tricotando botinhas e cachecóis…”.(24 H)
Admitamos que, na sequência do divórcio ficou com o chalet (r/c e 1º andar) .
Admitamos ainda, que em 1998, altura em que comprou o apartamento na Rua Braamcamp, o fez com o produto da venda da vivenda referida, feita nesse mesmo ano.
Neste mesmo ano, declarou às Finanças um rendimento anual inferior a 250 €.(CM), o que pressupõe não ter qualquer pensão de valor superior, nem da Segurança Social nem da CGA.
Entretanto morre o pai (Júlio Araújo Monteiro) que lhe deixa “uma pequena fortuna, de cujos rendimentos em parte vive hoje” (24H).
Por que neste momento, aufere do Instituto Financeiro da Segurança Social (organismo público que faz a gestão do orçamento da Segurança Social) uma pensão superior a 3.000 € (CM), seria lícito deduzir – caso não tivesse tido outro emprego a partir dos 65 anos - que , considerando a idade normal para a pensão de 65 anos, a mesma lhe teria sido concedida em 1996 (1931+ 65). Só que, por que em 1998 a dita pensão não consta dos seus rendimentos, forçoso será considerar que a partir desse mesmo ano, 1998 desempenhou um lugar que lhe acabou por garantir uma pensão de (vamos por baixo): 3.000 €.
Abstraindo a aplicação da esdrúxula forma de cálculo actual, a pensão teria sido calculada sobre os 10 melhores anos de 15 anos de contribuições, com um valor de 2% /ano e uma taxa global de pensão de 80%.
Por que a “pequena fortuna “ não conta para a pensão; por que o I.F.S.S. não funciona como entidade bancária que, paga dividendos face a investimentos ali feitos (depósitos); por que em 1998 o seu rendimento foi de 250 €; para poder usufruir em 2008 uma pensão de 3.000 €, será por que (ainda que considerando que já descontava para a Segurança Social como empregada doméstica e perfez os 15 anos para poder ter direito a pensão), durante o período (pós 1998), nos ditos melhores 10 anos, a remuneração mensal foi tal, que deu uma média de 3.750 €/mês para efeitos do cálculo da pensão final. (3.750 x 80% = 3.000).
Ora, como uma pensão de 3.000 €, não se identifica com os “rendimentos “ provenientes da pequena fortuna do pai, a senhora tem uma pensão acrescida de outros rendimentos.
Como em nenhum dos jornais se fala em habilitações que a senhora tenha adquirido, que lhe permitisse ultrapassar o tal serviço doméstico remunerado, parece poder depreender-se que as habilitações que tinha nos anos 60 eram as mesmas que tinha quando ocupou o tal lugar que lhe rendeu os ditos 3.750 €/mês.
Pode-se saber qual foram as funções desempenhadas que lhe permitiram poder receber tal pensão?
E há mais...
A Adelaide comprou um apartamento na Rua Braamcamp, em
Lisboa, a uma sociedade off-shore com sede nas Ilhas Virgens
Britânicas, apurou o Correio da Manhã. Em Novembro de 1998, nove meses
depois de José Sócrates se ter mudado para o terceiro andar do prédio
Heron Castilho, a mãe do primeiro-ministro adquiria o quarto piso,
letra E, com um valor tributável de 44 923 000 escudos – cerca de
224 mil euros –, sem recurso a qualquer empréstimo bancário e auferindo
um rendimento anual declarado nas Finanças que foi inferior a 250 euros (50 contos).
Ora vejam lá como a senhora deve ter sido poupadinha durante toda a vida.
Com um rendimento anual de 50 contos, que nem dá para comprar um
mínimo de alimentação mensal, ainda conseguiu juntar 224.000 euros
para comprar um apartamento de luxo, não em Oeiras ou Almada, na
Picheleira ou no Bairro Santos, mas no fabuloso edifício Heron, no
nº40, da rua Braamcamp, a escassos metros do Marquês de Pombal e numadas mais nobres e caras zonas de Lisboa.
Notável exemplo de vida espartana que permitiu juntar uns dinheiritos largos para comprar casa no inverno da velhice.
Vocês lembram-se daquela ideia genial do Teixeira dos Santos, que queria que pagássemos imposto se dessemos 500 euros aos filhos ?
Quem terá ajudado, com algum cacau, para que uma cidadã, que declarou
às Finanças um RENDIMENTO ANUAL de 50 contos, pudesse pagar A
PRONTO, a uma sociedade OFFSHORE, os tais 224.000 euros ?
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O Mano ex-Xungoso
MAIS UM A CAMINHO DAS NOVAS OPORTUNIDADES...
Sabe quem é António Pinto de Sousa ?
Ora vejam:
É o novo responsável máximo pelo gabinete de comunicação e imagem do IDT
(Instituto da Droga e Toxidependência).
Tem competência atribuída, para empossar quem quiser,
independentemente da sua qualificação académica e profissional,
para os cargos dirigentes do Instituto,
contrariando os próprios estatutos do IDT.
Ahahah... já esquecia de dizer:
É irmão de José Sócrates.
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Paula Lourenço, advogada de Manuel Pedro e Charles Smith*, dois dos
arguidos do processo Freeport, *é amiga de José Sócrates* e do seu pai,
arquitecto Fernando Pinto de Sousa. Alem disso, a advogada é também
defensora de *Carlos Santos Silva,* um empresário muito conhecido da Cova da
Beira, também *amigo de longa data de José Sócrates*. Carlos Santos Silva
era proprietário da empresa *Conegil,* que participou no consórcio vencedor
da construção e exploração da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos da
Cova da Beira. Este concurso deu origem a um processo que está agora à
espera da marcação da data de julgamento. Um dos arguidos é Horácio Luís de
Carvalho, proprietário da empresa HCL, que adquiriu uma parte do capital da
empresa de Carlos Santos Silva, mas que o manteve à frente da Conegil. Outro
dos arguidos é António José Morais, também amigo de José Sócrates e
professor de quatro das cinco cadeiras feitas pelo primeiro-ministro na
Universidade Independente. António Morais está acusado dos crimes de
corrupção passiva e de branqueamento de capitais. Horácio de Carvalho é
acusado de crime de corrupção activa e branqueamento de capitais.
*Paula Lourenço* é ainda a advogada da empresa J. Sá Couto que está a
produzir os célebres *computadores "Magalhães"* para os alunos portugueses.
*(CM 20.02.09)*
Dois técnicos do Instituto de Conservação da Natureza (ICN) que elaboraram
pareceres* chumbando liminarmente* o projecto do Freeport de Alcochete *foram
afastados *do processo *pela direcção* do instituto, em *Setembro de
2001.*O mesmo aconteceu aos técnicos da Reserva Natural do Estuário do Tejo
(RNET), a quem o ICN deixou de pedir colaboração .
António Bruxelas e Henrique Pereira dos Santos, na altura respectivamente
técnico e chefe da Divisão de Apoio às Áreas Protegidas (DSAAP) do ICN,
confirmaram ao Expresso terem sido "afastados em determinada altura".
Henrique Pereira dos Santos refere que "*a chefia entendeu* que nessas
circunstâncias (tendo em conta o parecer negativo por ele assinado) era
melhor o processo ser acompanhado por *alguém com outro ponto de
vista*".*(Expresso 31.01.09)
*Carlos Guerra,* que em 2002 presidia o Instituto da Conservação da
Natureza, *foi quem possibilitou* a construção do maior outlet da Europa em
Alcochete, ao dar 'luz verde' ao Freeport. Sem o parecer positivo do INC, o
projecto nunca teria avançado.
*Dois anos depois, Carlos Guerra foi trabalhar como consultor para Manuel
Pedro.**
*A entidade na altura presidida por Carlos Guerra tinha o poder de veto em
termos técnicos e* rejeitou o projecto Freeport em 2001*. No entanto, em
Março de 2002 viabilizou a prova desde que fosse feitas algumas alterações,
explica o semanário.
Pela mão de Manuel Pedro, Carlos Guerra foi depois trabalhar para uma
empresa da Sociedade Lusa de Negócios que fez o plano de pormenor de outro
projecto de grandes dimensões em Alcochete - o núcleo turístico da Barroca
d'Alva. *(Expresso 21.02.09)*
*Um dos procuradores* portugueses no Eurojust, órgão que estabeleceu *a
ligação* entre as autoridades portuguesas e inglesas nas investigação ao
caso 'Freeport', *é irmão de Carlos Guerra*, o ex-presidente do Instituto de Conservação da Natureza (INC) que viabilizou a construção do maior outlet da
Europa.
A notícia é avançada este domingo pelo canal de televisão SIC Notícias,
segundo o qual o procurador da República José Eduardo Guerra foi destacado
pelo Governo de José Sócrates para o Eurojust a 01 de Outubro de 2007, por
despacho do ministro da Justiça, Alberto Costa, e o ministro dos Negócios
Estrangeiros, Luís Amado.
*Aquando a nomeação de José Guerra para o Eurojust*, órgão de cooperação
judiciária europeia por onde passou a recente carta rogatória enviada pelas
autoridades ingleses nesta investigação,* já d
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